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Dica de série: The Spy

Nova série da Netflix, conta a história <br>do mais famoso espião israelense
05/09/2019 14:10 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Devido ao seu histórico de filmes como “Borat” e “O Ditador”, fica difícil associar o nome de Sacha Baron a produções sérias. Porém, engana-se quem acredita que o ator britânico está limitado a esse tipo de comédia, como ficará visível ao longo da nova série original Netflix, “The Spy”. Com data de estreia marcada para o dia 6 de setembro, Sacha interpreta Eli Cohen, o mais famoso espião israelense, que conseguiu se infiltrar no alto escalão político da Síria nos anos 60.

Nascido em dezembro de 1924 na cidade de Alexandria, o jovem Eli Cohen e sua família sempre participaram ativamente da comunidade judaica na região. Mediante a fortes influências do rabino-chefe, se tornaram simpatizantes do movimento sionista, que defendia o direito de autodeterminação do seu povo. Dessa forma, com a criação do Estado de Israel em 1949, ele deixa o Egito e se alista para prestar serviços ao novo país, onde é alocado para trabalhar na área administrativa do Mossad, o Serviço Secreto Israelense.

Após a Unificação da Síria com o Egito, em 1958, que deu origem a República Árabe Unida, uma ameaça extremamente perigosa e real passa a pairar sobre Israel. Com isso, surge a necessidade de enviar um espião ao território inimigo para coletar informações e alertar as autoridades de possíveis ataques. Fluente em árabe e com importantes contatos em Buenos Aires, Eli Cohen assume a identidade falsa de Kamel Amin Thaabeth, um argentino de origem síria que decide retornar a Damares, onde realiza as melhores e mais extravagantes festas, capazes de atrair importantes figuras políticas. Porém, o longo tempo afastado de sua família, privado de criar os próprios filhos em prol do sentimento nacionalista, fazem com que Eli se aprofunde cada vez mais nesse personagem, até o momento em que teme não ser mais capaz de se lembrar quem era antes.

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Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.