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ASSIM CAMINHA A MONSTRUOSIDADE

Filme usa a linguagem dos documentários para a ficção cômica

“O Monstro do Monstro de Frankenstein” tem 28 minutos de duração
12/07/2019 16:31 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Em 2018, a primeira publicação de “Frankenstein” completou seu bicentenário. Lançada anonimamente por Mary Shelley no dia primeiro de janeiro de 1818, a obra é considerada pioneira no gênero das ficções científicas e possui fortes influências do movimento romântico. O livro acompanha a história do Doutor Victor Frankestein, um excêntrico cientista aficionado pela ideia de gerar um ser humano em laboratório. Estudante ávido de alquimia, acredita ter encontrado o segredo da criação da vida, porém, quando decide colocar seus estudos em prática, o homem se transforma em monstro. Consumido pela vergonha do fracasso após anos de dedicação, o Doutor decide abandonar a criatura e retornar para casa dos pais. A história ficou mundialmente conhecida e, desde então, já foi abordada por diversas adaptações, sejam estas literárias, teatrais ou cinematográficas. Sob o contexto das reinterpretações desse romance, chega dia 16 de julho na Netflix “O Monstro do Monstro de Frankenstein”.

Com apenas 28 minutos de duração, essa produção original da plataforma de streaming mistura documentário com comédia para retratar a fictícia história do pai do ator David Harbour (o chefe de polícia Jim Hopper de “Stranger Things”) que, 40 anos atrás, teria sido o responsável por adaptar diversas peças clássicas para televisão. Durante sua implacável busca por materiais para o projeto, encontra filmagens inéditas de uma adaptação desastrosa de “Frankenstein”. Apesar do caráter sério, com entrevistas dignas dos melhores documentários e revelações surpreendentes, a história é toda fictícia e o próprio David Harbour faz o papel de seu pai nas cenas encontradas. O filme foi escrito por John Levenstein (“Arrested Development” e “Kroll Show”) e conta com direção de Daniel Gray Longino (“Kroll Show” e “PEN15”). Além disso, traz Alfred Molina, Kate Berlant como convidados especiais.

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.