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MARCO

Exposições em museu homenageiam Lídia Baís e destacam natureza

Artistas brasileiros e de outros países têm obras expostas até fevereiro de 2020
24/11/2019 12:15 - DA REDAÇÃO


 

A Terceira Temporada de Exposições do Museu de Arte Contemporânea (Marco) homenageia a artista plástica Lídia Baís e ainda tem como temas mundo das fadas, desmatamento e natureza. Aberta na semana passada, as visitas podem ser feitas de terça-feira a domingo.

A exposição “As descendentes de Lídia” expressa à multiplicidade e as possibilidades do ser mulher partindo das experiências espirituais, filosóficas e históricas da existência humana. É a expressão da subjetividade de ver e entender o mundo e as relações femininas.

Já a exposição “Maravilhando Fabulações de mãos dadas com uma Fada”, da artista gaúcha Andréa Brächer, aborda a fotografia e literatura: de um lado a remissão à realidade; do outro, o cultivo à fantasia. Porém, apesar deste aparente paradoxo, ambas são capazes de produzir linguagens simbólicas e trabalhar com a ficção. Suas obras apresentam diferentes técnicas fotográficas, mesclando trabalhos fotográficos históricos e contemporâneos, produzidos a partir das técnicas de photogenic drawing ou desenho fotogênico, marrom van dycke e cianótipos.

A exposição “Quando a Geometria chega à Floresta”, do artista boliviano Leoni Manrique, retrata através de pinturas a geometria da terra, ocasionada por extrativismo, superprodução e desflorestamentos gerados pelo consumismo, partindo de um ponto, como início de uma posição, uma coordenada geográfica que marca o começo da tela, seguem traços e linhas que são o conjunto de infinitas árvores que foram extraídas em uma reta que tem inicio e talvez não tenha fim.

A exposição “A, Ar, Árvore ll”, de Lúcia Martins Coelho Barbosa, é uma sequência de outra mostra realizada em 2003 no Marco, abordando as questões ambientais. Dessa vez a artista dialoga com uma figura pictórica, transformando o desenho em círculos reais de uma árvore esfacelada, em uma instalação interativa “Pedra Vegetal” com peças circulares de duas árvores, ela brinca com a possibilidade de pular um rio sem que o rio exista. Nessa exposição as obras de pintura e fotografias da artista misturam a rusticidade da árvore do cerrado com o refinamento vegetal do rio, para ela a árvore de pé vale sempre mais que a árvore deitada.

SERVIÇO - A Terceira Temporada de Exposições fica aberta ao público até 2 de fevereiro de 2020, com entrada gratuita. O Marco fica na Rua Antônio Maria Coelho, nº 6000, no Parque das Nações Indígenas. 

As visitações podem ser feitas de terça a sexta, das 7h30 às 17h30. No sábado e no domingo, das 14 às 18 horas. Para mais informações e agendamento com escolas ou grupos para realização de visitas mediadas com as arte-educadoras do programa educativo, basta ligar no telefone (67) 3326-7449. 

Felpuda


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