Correio B

AGENDÃO

Estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", show do Velhas Virgens e despedida de bar marcam fim de semana

Estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", show do Velhas Virgens e despedida de bar marcam fim de semana

PAULA MACIULEVICIUS BRASIL

15/02/2019 - 09h00
Continue lendo...

Campo Grande tem - e muita - coisa pra fazer no final de semana. De rolês gratuitos a Carnaval, estreia da peça de teatro do projeto de extensão de Artes Cênicas da UEMS, "Lisbela e o Prisioneiro", até a transição do Resista Bar para o Resista Produções. Tem também várias feiras e brechós, slam, batalha de RAP e show da banda Velhas Virgens. A programação é para todos os bolsos e gostos, veja: 

ENCONTROS

União de corações fraternos -  Na sexta-feira o presidente da Fraternidade sem Fronteiras, Wagner Moura, estará falando sobre a “Filosofia e Ética UBUNTU” (Eu sou porque nós somos), a partir das práticas vivenciadas dentro dos projetos da Fraternidade. Será um momento lindo de união e conexão que terá a presença da Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel, Pastor Milton do projeto Fraternidade na Rua e dos voluntários do MS Acolhe.

Data: Sexta (15) 
Horário: A partir das 19h
Local: Auditório do Sebrae, Av. Mato Grosso, 1661
Quanto: Entrada gratuita, mas limitada conforme a capacidade do auditório.

Happy Hour - Beneficente a Casa da Criança Peniel - Este será o 1º happy hour beneficente em que parte do lucro será destinado à entidade Casa da Criança Peniel, que tem a missão de acolher crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados. Haverá cerveja gelada, bandas de rock ao vivo, food trucks e sorteio de brindes. 

Data: Sexta (15)
Horário: a partir das 19h
Local: 2 Wheels - Av. Fábio Zahran, 6430
Quanto: Gratuito.

Batalha da Senna -  Tem batalha de RAP neste sábado, no Parque Ayrton Senna. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 17h
Local:Parque Ayrton Senna, Rua Jornalista Valdir Lago
Quanto: Entrada gratuita.

Batalha da ZO [TKO] #77 - The Big Cypher - Final de semana tem a primeira eliminatória da batalha de RAP. 

Data: Domingo (17) 
Horário: A partir das 16h
Local: Rua Palestina, 92, Jardim Panamá.
Quanto: Entrada gratuita.

Reinauguração Larica's + Slam Camélias - Resisto! Recito!​ - Larica’s se renova no dia 17 e recebe mais um SLAM CAMÉLIAS! Inscrições para a batalha das 17h às 19h, com pocket shows de Bia Blanc, Lili Black e Marina Cavalcanti.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 17h
Local: Av. Noroeste, 5.100 - Centro- Larica's da Lú.
Quanto: De graça. 

GASTRONOMIA

Renato Jackson na Vila - O Karandá Vila Gourmet convidou Renatto Jackson para cantar sobre as coisas boas da vida em seu espaço. Com uma mistura de black music, samba, samba-rock e reggae, Renatto Jackson compõe e canta músicas que fazem acreditar que as coisas vão sempre melhorar e que o universo conspira ao nosso favor.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 20h30
Local: Karanda Vila Gourmet, Rua Vitório Zeolla, 35 
Quanto: Entrada gratuita. 

1º Sukiyaki 2019 - O evento que acontece todo mês tem a primeira edição do ano este final de semana. O prato, semelhante ao yakisoba, será servido na Associação Nipobrasileira.

Data: Domingo (17)
Horário: A partir das 11h30
Local: Associação Nipobrasileira, Avenida Ministro João Arinos, s/n 
Quanto: Ingressos a partir de R$ 25,00.

Lançamento do Clube Gourmet - Lançamento do novo espaço criado no Shopping Campo Grande. NA semana de inauguração, tem oficinas de cheesecake de rapadura artesanal de Furnas do Dionísio, um roteiro gastronômico da Itália ao Pantanal, risoto de carne seca com banana da terra, os segredos no preparo da carne de jacaré e como fazer um prato sul-mato-grossense vegetariano. 

Data: Sábado (16) e Domingo (17)
Horário: A partir das 18h
Local: Shopping Campo Grande
Quanto: Entrada gratuita. Para informações e inscrições, acesse o site do Shopping.

BARES e FESTAS

Marta Cel no Genú - Marta Cel, artista sul-mato-grossense, com voz forte educada em corais gospel, vem emprestado sua vocação em canções já consagradas por grandes interpretes.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 20h
Local: Genuíno Bar, Rua Aporé, 97
Quanto: Couvert por R$ 10,00.

Brava - Sexta tem Pra Laiá, um evento criado para divulgação da arte com bandas, dj, exposição, intervenção, perfomance e dança, além disso teremos a exposição do brechozin Garimpou. Já no sábado, é a vez de Patrik Sandim tocar samba rock e brasilidades dos anos 90 e 2000.

Data: Sexta (15) e Sábado (16)
Horário: a partir das 18h
Local: Brava, Avenida Calógeras, 3.100 
Quanto: Entrade de graça, mas com chapéu democrático para os artistas. 

Warm UP: Natureza Mística 4 - Neste fim de semana tem Natureza Mística, um dia marcante para arte, música e cultura eletrônica. Tocam: Cosmic Dust, Shekinah Live, Synthatic, DJ Pin, DJ Argon Sense, DJ ArloHill, DJ Duck, DJ Finotti, DJ GrooveDelic, DJ Guerra, DJ Hadbox, DJ Mind Reset, DJ Sivebreak, DJ Tesseract e DJ Mind Reset. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 22h
Local: A ser divulgado ainda pela página do evento no Facebook.
Quanto: Ingressos pelo site a partir de R$ 60,00 com meia-entrada solidária onde na portaria do evento deve ser entregue 1kg de alimento não perecível e o pagamento de R$ 5,00 que será revertido para o Abrigo dos Bichos. 

Calourada UCDB 2019 - A maior recepção de calouros chega neste fim de semana. Tocam Roberto Rezende, Matheus Kruz, DJ Panda e Brutamontes. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 16h
Local: Rota Acústica, Rua Desembargador Leão Neto do Carmo, 2200 
Quanto: Ingressos a partir de R$ 30,00.

Al Capone - De graça, a banda Al Capone traz o melhor do rock'n roll ao Al Capone. 

Data: Sábado (16) 
Horário: A partir das 22h
Local: Al Capone Bar, Rua Juruena, 301
Quanto: Entrada gratuita. 

Despedida do Resista - Despedida sim, mas somente da esquina da Calógeras com a Antônio Maria Coelho. Desde a abertura do bar, em 2017, os proprietários tentam se adequar dentro do que exige a lei, no entanto, a legislação de 2018, dos 45 db impossibilitou a chance de alvará. Como o lema é A RESISTÊNCIA, Resista BAR agora é Resista Produções, que continuará a organizar eventos, lançar bandas e insistir. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 21h
Local: Avenida Calógeras, 2786, esquina com a Antônio Maria Coelho 
Quanto: Ingressos a R$ 10,00. Todo a grana arrecadada será para arcar com as dívidas que o bar acumulou nesses meses fechados. 

Vamos brincar lá fora? - A festa marca o lançamento do novo espaço do bar Sacramento Nossa Casa. "Vamos brincar lá fora?" terá show de Chicão Castro e Fabinho.

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 18h
Local: Sacramento, Rua 15 de Novembro, 1446
Quanto: Entrada a partir de R$ 15,00. 

Dagata e os Aluízios - Dagata & Os Aluízios é uma banda de rock sul-mato-grossense, atuante desde 2001. Suas músicas circulam pelas rádios do MS e pela rede desde 2003 a exemplo de Estrela Fria, Sem Pistas e Teré, esta última de autoria do poeta Emannuel Marinho. A noite também terá participação de da banda Substelar e com monólogo Febraro de Oliveira.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 19h
Local: Genuíno Bar, Rua Aporé, 97
Quanto: Ingressos a R$ 10,00.

DJ MAU MAU -  Considerado o melhor DJ do Brasil pela mídia e público brasileiros, Mau Mau é dono de um estilo único e conduz a pista com maestria. Neste final de semana ele estará em Campo Grande no Vita Club. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 23h
Local: Vita Club, Rua Dr. Temistócles, 112
Quanto: Ingressos a partir de R$ 20,00.

Ensaio Aberto Do Copo De Ideias - A banda Copo de Ideias vai fazer um ensaio aberto neste final de semana, regado a cerveja, pastel e tapioca. Os comes e bebes serão vendidos para arrecadar dinheiro para a banda gravar.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 16h
Local: Rua Joaquim Murtinho, 2204
Quanto: Couvert artístico de R$ 5,00

Fuego Tropical - Domingo tem show de músicas que estarão no novo EP e mais releituras da banda Fuego Tropical. A abertura fica por conta dos amigos da "MANGADA" mandando o melhor dos clássicos do pop/rock.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 18h
Local: Bar Genuíno, Rua Aporé, 97
Quanto: Entrada gratuita, mas os artistas contam com o chapéu de contribuição voluntária.

AVENTURA

Rapel Urbano - Organizado pelo grupo Trilha Extrema, tem rapel neste final de semana no silo da antiga Concremix, hoje desativado.

Data: Domingo (17): 17/02/2019
Horário: A partir das 8h
Local: Av. Gury Marques, 6026
Quanto: R$ 50,00 por pessoa. Inscrições pelo site: Trilha Extrema.

CARNAVAL E SAMBA

Cordão Valu Outros Carnavais - Tem esquenta do Cordão Valu neste sábado, com Sampri, Charanga de marchinhas e concurso de fantasias infantil e adulto.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 18h30
Local: Samba Jeremias, Rua Brilhante, 2.128
Quanto: Ingressos a partir de R$ 10,00

CANAAAVRAU O Grito da Pantera - Organizado pela Atlética do Direito da UFMS, o rolê agora é na edição Carnaval.  

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 16h
Local: Bola 7, Rua Joaquim Nabuco, 107  
Quanto: Ingressos a partir de R$ 15,00. 

Bloquinho Vem que tô atoa - O BarFly recebe neste final de semana o Bloquinho Vem que tô atoa com os DJ's Otavio Honda, Thuago, Velery Fuxx e Chris Simões. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 16h
Local: BarFly, Rua Pajuçara, 201.
Quanto: Entrada de graça até 18h, depois a partir de R$ 5,00.

Pré Carnaval Evoé Baco - Samba, marchinha, suor e cerveja. Tem Evoé Baco, do Imaginário Maracangalha neste final de semana.  

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 18h
Local: Rua Laguna, 265, Cabreúva.
Quanto: Entrada gratuita

Baile de Samba e Forró - Segundo baile da parceria das escolas de dança Espaço Do Samba e Estação Dança.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 21hh
Local: Espaço do Samba, Rua Dr. João Rosa Pires, 744
Quanto: A partir de R$ 10,00.

Bloquinho De Copão na Mão - Sábado é dia de bloquinho dentro e fora do BarFly. Com mais de 10 horas de festa, na programação tem até luau automotivo. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 17h
Local: BarFly, Rua Pajuçara, 201
Quanto: Entrada a partir de R$ 15,00. 

Esquenta Capivara da Bahia - Com muito axé e música baiana, o esquenta do bloco Capivara Blasé deste domingo tem Sampri e Chokito Sambista.  

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 17h
Local: Ramadas Festa e Eventos, Rua Tonico de Carvalho, 15.  
Quanto: Ingressos a partir de R$ 10,00. 

TEATRO 

Stand Up com Jonathan Nemer - Tem apresentação de stand up neste final de semana. Com 1kg de alimento, o público paga meia. 

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 20h
Local: Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.
Quanto: Ingressos a partir de R$ 80,00 no site.

Espetáculo Lisbela e o Prisioneiro - Depois de lidar com temas pesados em "O Pequeno Príncipe " e "De Pai para Filhos", a intenção do projeto de extensão de Artes Cênicas da UEMS era abordar algo mais leve. Após varias leituras coletivas de "Lisbela e o Prisioneiro ", peça escrita em 1961 pelo pernambucano Osman Lins, o grupo descobriu que o texto não era tão leve assim. Abuso de autoridade, um cristão  matador e, sobretudo, uma jovem que preferiu enfrentar o mundo a perder a sua liberdade não são um assunto fácil, mas abordado com sutileza pode provocar risos. Este final de semana é de estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", que segue com apresentações nos dias: 16 (sábado), 17 (domingo), 22 (sexta), 23(sábado) e 24 (domingo) de Fevereiro.

Data: Sábado (16) e Domingo (17)
Horário: Às 20h
Local: Teatro Mace, Rua 26 de Agosto, 63, Centro.
Quanto: Ingressos antecipados na Livraria Leitura do Shopping Campo Grande, a partir de R$ 20,00. Na bilheteria do evento também estará à venda. 

BAZAR, GASTRONOMIA E FEIRAS

Quintal da Jé - Evento colaborativo com produtos orgânicos, naturais e artesanais. Em exposição estará também a Kombi do Gaveta Brechó.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 15h
Local: Rua das Paineiras, 235 esquina com a 13 de Junho.
Quanto: Entrada gratuita. 

Bazar Especial de Carnaval no Coophasul - Vem aí mais um tradicional Bazar do Coletivo de Brechós no Coophasul. Mais de 10 brechós participantes, com preços a partir de R$ 5,00.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 8h
Local: Bifão do Coophasul, Rua Cotegipe, 923
Entrada: De graça.

Feira de Brechó do Horto Florestal - Tem muita coisa para garimpar no brechó do Horto neste sábado.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 8h
Local: Horto Florestal, Avenida Ernesto Geisel com a Fernando Corrêa da Costa
Quanto: Entrada gratuita.

II Bazar Beneficente - Organizado por Rotaract Club de Campo Grande e Colégio Nova Dimensão, visando financiar projetos sociais para melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 8h
Local: Colégio Nova Dimensão, Rua Ana Luísa de Souza, 1390, Pioneiros.
Quanto: Gratuito. 

Together Hype - Edição de carnaval será um evento bem carnavalesco, do jeito que a gente gosta! A ideia é aproveitar o mês do carnaval para unir diversos artistas e empresas criativas do nosso estado em um ambiente super descontraído e cheio de arte, cultura, música, produtos, presentes alternativos, gastronomia, familías pessoas. Atrações já confirmadas: Alice Hellmann, Daniel Magalhães, Luiza Brandt.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 9h
Local: Together Casa Criativa, Rua Pedro Martins, 974
Quanto: Entrada gratuita.

Café da manhã Panápaná - Neste sábado (16), a loja de design amável e decoração criativa Panápaná vai realizar um café da manhã com bolo, chipinha, biscoitos e café fresquinho, para lançar as novidades de produção artesanal no tricotin e crochê em malha, além de novas parcerias de amigurumi e string art (quadro de linhas e pregos, que formam figuras). O evento acontece na Bananeira Kids, loja colaborativa do mundo infantil com espaço aconchegante para as crianças. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 9h30
Local: Bananeira Kids, Rua Raul Pires Barbosa, 1260, sala 5
Quanto: Entrada gratuita

Feira Vegan - Sábado tem mais uma edição da Feira Vegan na Capital, com quitutes veganos feitos sem crueldade.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 18h
Local: Praça dos Imigrantes - Rui Barbosa esquina com a 26 de agosto. 
Quanto: Entrada gratuita. 

Feijoada e roda de samba - Promovidos pela escola de Samba Deixa Falar

Data: Domingo (17)
Horário: A partir das 11h30
Local: Centro Comunitário do Santa Luzia, Rua Santo Anastácio, 504
Quanto:R$ 15.

CRIANÇAS

Oficina "Texturas: sentir e expressar" - É voltada a crianças com idade entre 4 e 7 anos, acompanhadas de seus responsáveis. Para participar, o material necessário é 1 lixa d´água, 1 folha de papel camurça, 1 folha de papel laminado, 1 pedaço de pelúcia, cola branca, tesoura sem ponta e 5 palitos de picolé. Às 17h30 o Cine Clubinho exibe curtas da Mostra Infantil Itinerante do Festival Internacional de Cinema Nueva Mirada. São eles: “O Irmão mais velho”, “Meu monstro e eu”, “O relógio de areia”, “A campainha” e “Sou redondo”.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 15h30
Local:  Sesc Cultura, Avenida Afonso Pena, 2.270
Quanto: Gratuito. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes do início da ação.

SHOWS 

Morada dos Baís - Shows com a banda Haiwanna e Dagata e Aluízios.  

Data: Sexta (15) e Sábado (16) 
Horário: 20h
Local: Sesc Morada dos Baís, na Avenida Noroeste, 5.140
Quanto: Entrada gratuita. 

Breezy Rodio (USA), Whisky de Segunda e MeriBand - Diretamente de Chicago, um dos grandes guitarristas, Breezi Rodio, fazendo um grande show em uma noite incrível ao lado das bandas Whisky de Segunda e MériBand.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 22h
Local: Blues Bar, Rua 15 de Novembro, 1186
Quanto: Ingressos a partir de R$ 20,00.

O Bando do Velho Jack e Velhas Virgens - O show será no clube Estoril neste sábado. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 22h
Local: Clube Estoril, Rua Silvina Tomé Veríssimo, 20.
Quanto: Ingressos a partir de R$ 30,00 à venda pelo site: http://bit.ly/bandoevelhas e ainda nos postos: Clan Bier Conveniência, Augusta Life Store, 262 Kustom Shop - 13 de Junho e Shopping Campo Grande e Rock Show. Atenção: venda de meia-entrada somente nos postos físicos. 

Cinema Correio B+

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney

Howard Ashman e Alan Menken transformaram um projeto que Walt Disney nunca conseguiu realizar em um dos filmes mais importantes da animação

22/08/2026 12h30

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney Foto: Divulgação

Continue Lendo...

A Bela e a Fera completa 35 anos em 2026 e continua lindo, emocionante, engraçado, tecnicamente impressionante e musicalmente quase impossível de superar.

E talvez seja ainda melhor quando revisto por olhos adultos, porque algumas das coisas que pareciam simplesmente românticas em 1991 revelam hoje uma inteligência muito maior sobre o amor, a liberdade, o desejo e, sobretudo, sobre a diferença entre querer alguém e achar que se tem direito a essa pessoa.

Também há uma espécie de justiça poética na história do filme. Walt Disney quis adaptar A Bela e a Fera décadas antes de ela finalmente chegar aos cinemas. Tentou desenvolver o conto ainda nos anos 1930 e voltou ao projeto nos anos 1950, mas nunca conseguiu resolver satisfatoriamente sua estrutura, especialmente a segunda metade da história.

O projeto acabou abandonado. Walt morreu em 15 de dezembro de 1966, sem ver sua versão realizada e, naturalmente, sem imaginar que 25 anos depois justamente aquele conto se tornaria o primeiro longa inteiramente animado da história indicado ao Oscar de Melhor Filme, outro sonho seu.

Essa trajetória aparece de maneira especialmente emocionante em Howard, documentário de Don Hahn que considero imperdível para quem gosta de Disney, musicais ou simplesmente de entender como grandes filmes acontecem. Porque A Bela e a Fera não nasceu pronto, muito menos inevitável.

Depois do sucesso enorme de A Pequena Sereia, em 1989, a Disney retomou o projeto, inicialmente pensado como um drama de época sem músicas. Não funcionou. Jeffrey Katzenberg mandou recomeçar o filme praticamente do zero, Richard Purdum deixou a direção, e Gary Trousdale e Kirk Wise, que nunca haviam dirigido um longa, assumiram a produção.

Foi nesse momento que Howard Ashman e Alan Menken se tornaram fundamentais. Os dois já haviam ajudado a ressuscitar a animação Disney com A Pequena Sereia, mas aqui encontraram algo ainda mais sofisticado.

Eles entenderam que as músicas não poderiam ser enfeites colocados entre uma cena e outra. Elas precisavam contar a história. Em A Bela e a Fera, praticamente nenhuma canção poderia ser retirada sem que o roteiro perdesse informação, emoção ou personagem.

“Belle”, por exemplo, faz em poucos minutos aquilo que muitos filmes levam meia hora para estabelecer. Apresenta a cidade, mostra como os moradores enxergam a protagonista, explica o que ela deseja, introduz Gaston e deixa claro que existe alguma coisa naquela vida pequena demais para ela. “Gaston” é uma aula de construção de personagem através da comédia.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a DisneyA Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

“Be Our Guest” é Broadway, vaudeville, Busby Berkeley e Disney ao mesmo tempo. “Something There” transforma o começo de um sentimento em narrativa. “The Mob Song” mostra como medo e preconceito podem ser manipulados até se transformarem em violência coletiva. E “Beauty and the Beast” simplesmente não envelhece.

Angela Lansbury chegou a acreditar que sua voz não era adequada para a canção. Ashman e Menken pediram que ela fizesse ao menos uma tentativa, cantando da maneira que achasse correta. Segundo os relatos da produção, Lansbury emocionou todos no estúdio e a gravação ficou essencialmente naquela primeira interpretação.

A música depois venceria o Oscar de Melhor Canção Original. Trinta e cinco anos depois, ainda é difícil ouvir “Tale as old as time” sem imediatamente enxergar Belle de amarelo e a Fera de azul girando naquele salão.

A trilha de Alan Menken e Howard Ashman é uma das razões pelas quais A Bela e a Fera continua tão extraordinário. Não é apenas bonita. É impecavelmente construída.

Cada tema tem função dramática, cada música revela alguma coisa e Menken consegue alternar exuberância, humor, ameaça e romantismo sem que o filme pareça mudar de universo. Há muitas trilhas Disney inesquecíveis, mas poucas formam com a narrativa uma unidade tão perfeita.

Existe ainda uma tristeza impossível de separar dessa música. Ashman estava gravemente doente durante a produção. Ele havia sido diagnosticado com AIDS e parte do trabalho foi deslocada para Nova York para que pudesse continuar participando enquanto sua saúde se deteriorava. Morreu em 14 de março de 1991, aos 40 anos, oito meses antes da estreia comercial de A Bela e a Fera. Nunca viu o filme terminado.

Há uma história especialmente bonita desse período. Depois de uma exibição muito bem recebida do filme ainda em produção, integrantes da equipe visitaram Ashman. Don Hahn comentou que aquilo seria um enorme sucesso e perguntou quem poderia ter imaginado.

A resposta de Howard foi simples: “Eu”. Nos créditos finais, a Disney resumiu seu legado de uma maneira que permanece dolorosamente perfeita: Howard havia dado uma voz a uma sereia e uma alma a uma fera. Mas a revolução de A Bela e a Fera também estava em Belle.

Hoje, depois de Elsa, Moana, Mérida e tantas protagonistas que recusam abertamente o modelo tradicional da princesa Disney, é fácil subestimar o quanto Belle era diferente em 1991.

Ela começa o filme sem qualquer urgência romântica. Lê, quer conhecer o mundo, acha a vida ao redor pequena demais e não demonstra o menor interesse em aceitar aquilo que sua comunidade considera o futuro ideal para uma mulher.

Paige O’Hara foi escolhida entre centenas de candidatas, e uma das preocupações dos realizadores era que Belle soasse mais como uma mulher do que como uma menina.

É um detalhe pequeno, mas importante. Belle não foi transformada retrospectivamente em uma heroína moderna porque hoje gostamos de enxergá-la assim. Essa diferença estava sendo construída conscientemente.

E talvez seja por isso que Gaston seja ainda mais interessante quando revemos o filme já adultos. Ele não tem poderes, não lança feitiços e nem sequer parece um vilão quando aparece. É bonito, forte, popular e completamente admirado pela comunidade. Para aquele mundo, Gaston é o homem perfeito.

O problema é que está absolutamente convencido de que desejar Belle significa ter direito a ela. Ela diz não; ele ouve e simplesmente decide que o não não vale. Primeiro transforma a resistência em brincadeira. Depois, prepara o casamento antes de ter uma noiva que tenha concordado em se casar.

Quando percebe que Belle ama outra pessoa, tenta usar Maurice para chantageá-la e finalmente conduz uma multidão até o castelo para matar a Fera. O homem bonito, humano e socialmente aprovado termina revelando-se muito mais monstruoso do que o monstro.

É por isso também que nunca comprei completamente a velha brincadeira de que A Bela e a Fera seria apenas uma grande fantasia sobre síndrome de Estocolmo. Belle não se apaixona pela Fera quando ele a aprisiona, ameaça ou tenta controlá-la. Nesses momentos, ela o enfrenta. Quando ele passa do limite, ela vai embora. A relação muda porque ele muda.

Durante a construção do filme, Ashman e Linda Woolverton discutiam justamente que aquela era também a história de redenção da Fera, porque é ele quem precisa atravessar uma transformação. Belle já sabe quem é. A Fera ainda não sabe quem consegue ser.

E a transformação mais importante dele acontece muito antes de qualquer magia devolver seu rosto humano. Quando Belle descobre que Maurice está em perigo, a Fera a deixa partir. Não cobra nada. Não pede que volte. Não transforma sua liberdade numa negociação.

Ele aceita perder a mulher que ama porque finalmente compreende que amá-la significa permitir que ela escolha. É aí que ele deixa verdadeiramente de ser a Fera.

Essa é uma diferença essencial entre ele e Gaston. Gaston parece homem e acredita que amar significa possuir. A Fera parece um monstro e precisa aprender que amar significa libertar. Talvez a maior sofisticação do filme esteja exatamente nessa inversão.

Ah! E ainda há a biblioteca. Sim, 35 anos depois, entregar uma biblioteca inteira para uma mulher que ama livros continua sendo uma das melhores estratégias românticas já criadas pelo cinema. Não há muito o que discutir.

Visualmente, o filme também representava uma revolução. A Bela e a Fera foi o segundo longa produzido com o sistema CAPS, desenvolvido para a Disney com participação da Pixar, e a famosa sequência do salão de baile usou justamente essa tecnologia para combinar personagens desenhados à mão com um ambiente tridimensional.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a DisneyA Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

Hoje estamos habituados a universos inteiros construídos digitalmente. Em 1991, a câmera entrando naquele salão e circulando Belle e a Fera era algo assombroso.

E há uma curiosidade deliciosa: na dança final, depois que a Fera volta à forma humana, parte dos movimentos de Belle e do príncipe foi reaproveitada da dança entre Aurora e Phillip em A Bela Adormecida, de 1959. O motivo era bem menos poético do que o resultado. A equipe simplesmente estava ficando sem tempo.

Talvez nenhum episódio demonstre melhor o impacto imediato do filme do que sua exibição no Festival de Cinema de Nova York, em setembro de 1991. A Bela e a Fera ainda não estava terminado, com cerca de 70% da animação pronta; no restante, o público viu storyboards e testes a lápis.

Mesmo assim, ao final, recebeu uma ovação em pé relatada como tendo durado aproximadamente dez minutos. É uma imagem maravilhosa. Antes mesmo de estar completamente animado, o filme já havia conseguido exatamente aquilo que tantas animações lutavam para conquistar: ser visto não apenas como entretenimento infantil, mas como cinema.

Quando chegou aos cinemas em novembro de 1991, arrecadou cerca de US$ 331 milhões mundialmente em sua primeira passagem e tornou-se o primeiro longa animado a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos.

Depois vieram seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, três músicas concorrendo simultaneamente a Melhor Canção Original e, finalmente, Melhor Filme. Era a primeira vez que uma animação chegava ali.

Walt Disney estava morto havia 25 anos. Não conseguira realizar sua própria versão daquela história. Não viveu para assistir à Renascença Disney, ouvir Alan Menken e Howard Ashman ou ver Belle atravessar uma pequena aldeia francesa carregando livros enquanto todos a consideravam estranha, mas foi justamente A Bela e a Fera que chegou onde nenhuma animação havia chegado antes.

Depois vieram o musical da Broadway, que estreou em 1994 e permaneceu 13 anos em cartaz, continuações, especiais, parques, produtos, uma versão live-action bilionária e inúmeras tentativas de repetir sua fórmula. Só que, vamos admitir, nada substituiu o original.

Trinta e cinco anos depois, a animação continua linda, o salão de baile ainda emociona, Gaston talvez seja mais assustador do que parecia quando éramos crianças e Belle continua deliciosamente incapaz de aceitar a vida que os outros planejaram para ela.

E a trilha de Alan Menken e Howard Ashman continua exatamente como sempre foi: inesquecível, impecável e perfeita.

A Bela e a Fera pode ser aquilo que sua música prometeu desde o começo: uma história tão antiga quanto o tempo, mas que ainda parece viva.

CULINÁRIA

Especialista explica a importância da proteína para a alimentação e como a incluir no dia a dia

Especialista explica por que o nutriente é importante para a alimentação, como incluí-lo no dia a dia e por que o consumo adequado varia de pessoa para pessoa

22/08/2026 09h15

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo Foto: Pexels

Continue Lendo...

O café da manhã ganha ovos, o lanche da tarde recebe whey protein e, cada vez mais, barrinhas, bebidas, iogurtes e até sorvetes passaram a destacar no rótulo a quantidade de proteína presente na composição.

A valorização do nutriente ganhou espaço entre pessoas que buscam emagrecer, ganhar massa muscular ou simplesmente adotar uma alimentação considerada mais equilibrada. Mas, diante de tantas opções e informações circulando nas redes sociais, uma dúvida aparece com frequência: é realmente necessário consumir proteína em todas as refeições para perder peso?

A resposta, segundo especialistas, não é tão simples quanto associar maior consumo de proteína a um emagrecimento mais rápido. Para adultos saudáveis, a recomendação geral de ingestão proteica é de 0,8 grama por quilo de peso corporal por dia.

Essa referência, no entanto, não representa uma prescrição específica para quem deseja perder peso e pode variar de acordo com características individuais, como composição corporal, nível de atividade física, idade e objetivos.

O interesse pelo nutriente também aparece no comportamento do consumidor. Entre janeiro e outubro de 2025, as vendas de whey protein cresceram 124% em volume, segundo levantamento da Scanntech, em parceria com a McKinsey.

De acordo com a nutricionista Fernanda Lopes, a proteína pode ser uma aliada durante um processo de redução de peso, principalmente, por contribuir para a saciedade e ajudar na preservação da massa muscular.

Isso, porém, não significa que seja necessário transformar todas as refeições em preparações altamente proteicas.

“O processo depende do equilíbrio entre diferentes nutrientes, da energia consumida e da qualidade das refeições. A proteína tem uma função importante nesse contexto, mas aumentar sua presença no cardápio não é suficiente para emagrecer nem significa que ela precise estar em tudo o que se come”, explica.

VARIEDADE

Uma das orientações da nutricionista é não depender apenas de alimentos que se tornaram populares nas dietas voltadas ao emagrecimento, como frango e ovos.

Peixes, carnes, leite e derivados, além de leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, também podem fazer parte do cardápio. A alternância permite explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparo.

No caso das proteínas vegetais, elas podem aparecer tanto como acompanhamento quanto como ingrediente principal de determinadas receitas. O grão-de-bico pode virar salada, pasta ou bolinho assado. A lentilha pode compor sopas, saladas e ensopados. Já o feijão, tradicional na mesa brasileira, pode acompanhar o arroz ou ser utilizado em outras preparações.

“Não devemos olhar apenas para a presença da proteína no prato. A qualidade e a combinação dos alimentos também importam para construir uma alimentação que possa ser mantida no dia a dia”, afirma Fernanda.

SUPLEMENTO É COMPLEMENTO

Muito prático, o whey protein pode ser incorporado a vitaminas, iogurtes, mingaus e outras preparações, mas a nutricionista ressalta que o suplemento não deve ser tratado como um alimento obrigatório para quem deseja emagrecer.

“O whey não é um produto emagrecedor, mas pode ser útil em determinadas situações. Antes de acrescentá-lo, precisamos entender o que a pessoa já come e se existe realmente necessidade de suplementação”, orienta.
A principal função do suplemento, nesse contexto, é ajudar a complementar a ingestão proteica quando existe dificuldade de atingir a quantidade indicada por meio da alimentação convencional.

Isso significa que tomar um shake de whey sem avaliar o restante da dieta pode não trazer o benefício esperado. Dependendo da preparação, outros ingredientes podem ser acrescentados, aumentando o valor energético da refeição.

QUANTIDADE IDEAL

Outro ponto fundamental é evitar comparações. A quantidade de proteína necessária para uma pessoa não necessariamente será adequada para outra.

A recomendação geral de 0,8 g por quilo de peso corporal ao dia é uma referência para adultos saudáveis, mas necessidades individuais podem ser diferentes. Pessoas com níveis distintos de atividade física, composição corporal e objetivos nutricionais podem precisar de estratégias específicas.

Por isso, aumentar a quantidade de carne no almoço, acrescentar ovos ao café da manhã e ainda incluir um shake no lanche não significa necessariamente que o processo de emagrecimento será acelerado.

“Mais importante do que buscar um consumo elevado é entender quanto cada pessoa realmente precisa. A avaliação profissional permite definir o aporte e sua distribuição ao longo do dia de acordo com as características do paciente”, esclarece Fernanda.

A orientação profissional também permite avaliar o restante da alimentação. Afinal, não adianta aumentar significativamente a proteína enquanto frutas, verduras, legumes, fibras e outros nutrientes ficam de fora do cardápio.

EQUILÍBRIO

A popularização dos alimentos proteicos pode ser positiva quando estimula as pessoas a prestar mais atenção à alimentação, mas existe o risco de transformar um único nutriente no centro da dieta.

Uma refeição equilibrada pode reunir diferentes grupos de alimentos. No almoço e no jantar, por exemplo, legumes e verduras podem dividir espaço com uma fonte proteica e alimentos ricos em carboidratos, como arroz, batata, mandioca ou outros cereais e tubérculos. O feijão também pode participar dessa composição.

Nos lanches, frutas podem ser combinadas com iogurte, leite, queijo, ovos ou outras opções, dependendo da necessidade individual. Já no café da manhã, diferentes combinações podem fornecer energia e nutrientes para começar o dia.

Essa diversidade também abre espaço para receitas práticas e saborosas. O objetivo não precisa ser transformar cada refeição em uma preparação “fitness”, mas encontrar formas de inserir alimentos nutritivos na rotina sem abrir mão do prazer de comer.

Creme de lentilha com legumes

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparoFoto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de lentilha;
  •  1 cenoura picada;
  •  1 abobrinha picada;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 cebola;
  •  2 dentes de alho;
  •  1 litro de água;
  •  1 folha de louro;
  •  Sal a gosto;
  •  Pimenta-do-reino a gosto;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  1 fio de azeite.

Modo de Preparo

Refogue a cebola e o alho em uma panela com um fio de azeite. Acrescente o tomate, a cenoura, a abobrinha e a lentilha. 

Cubra com a água, adicione a folha de louro e deixe cozinhar até que a lentilha e os legumes estejam macios. 
Retire o louro e, se desejar uma textura mais cremosa, bata parte da preparação com um mixer ou liquidificador. Ajuste o sal e finalize com cheiro-verde.

Salada de grão-de-bico com atum

Fugir das proteínas óbvias e variar o cardápio é importante para explorar diferentes sabores, texturas e formas de preparoFoto: Pexels

Ingredientes

  •  1 xícara (chá) de grão-de-bico cozido;
  •  1 lata de atum em água, escorrido;
  •  1 tomate picado;
  •  1/2 pepino picado;
  •  1/4 de cebola roxa fatiada;
  •  Folhas de alface a gosto;
  •  Suco de 1/2 limão;
  •  1 fio de azeite;
  •  Cheiro-verde a gosto;
  •  Sal a gosto.

Modo de Preparo

Em uma tigela grande, misture o grão-de-bico, o atum, o tomate, o pepino e a cebola. 

Acrescente as folhas de alface e finalize com limão, azeite, cheiro-verde e uma pequena quantidade de sal. Misture delicadamente e sirva.

A preparação pode ser consumida como refeição principal ou acompanhamento, de acordo com a organização do cardápio.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).