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Privação de liberdade

A série nacional “Divisão” retrata a força-tarefa da polícia <Br>do Rio de Janeiro especializada em sequestros nos anos 1990
17/07/2019 05:00 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Na década de 1990, a cidade do Rio de Janeiro passava por uma onda de sequestros que deixou toda a população apreensiva. Todos os dias as manchetes dos jornais noticiavam mais uma vítima desse tipo de crime, que tinham como principais alvos as pessoas mais ricas da sociedade carioca. A situação era tão crítica que, em 1977, a capital contabilizava 11 sequestros por mês. Uma das peças chave para acabar com essa epidemia foi a Divisão Antissequestro da Polícia do Rio (DAS), como será retratado na série “Divisão”, produção nacional com estreia marcada para o dia 18 de junho na GloboPlay.

A série, fruto de uma parceria do Multishow com o Afroreggae, braço audiovisual da ONG comandada por José Júnior, vai contar os bastidores dessa força tarefa na luta contra o crime organizado no Rio de Janeiro. Para retratar a realidade da forma mais fiel possível, roteiristas e diretor se encontraram com ex-policias, vítimas e até sequestradores condenados. Um dos roteiristas da série, inclusive, é José Luiz Magalhães, ex-inspetor da Polícia Civil que serviu de inspiração para o personagem Santiago, interpretado por Erom Cordeiro. A história de “Divisão” se inicia com o sequestro da filha de Venâncio Couto (Dalton Vigh), deputado estadual e candidato a governador, e com o severo policial Mendonça (Silvio Guindade) assumindo o comando da Divisão Antissequestro.

A produção da série realizou diversos testes nas comunidades e periferias cariocas, com muitas gravações em São Carlos e Vila Vintém. Essa escolha de locações foge um pouco da normalidade no mundo do cinema, cujas produções preferem filmar em Tavares Bastos, comunidade da Zona Sul carioca conhecida por sua relativa tranquilidade. Além disso, fizeram questão de que um dos protagonistas fosse negro, mesmo que essa não fosse a realidade da equipe original.

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Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.