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Dica da Semana: "O Código Bill Gates"

Novo documentário da Netflix retrata o lado filantropo do magnata por trás da Microsoft
17/09/2019 06:00 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Nascido em 28 de outubro de 1955 na cidade de Seattle, foi durante a infância que William Henry Gates descobriu seu gosto por competições e livros. Neto de um banqueiro, sua família possuía uma confortável situação financeira, o que lhes possibilitou arcar com as despesas da melhor escola privada na região, onde entrou em contato com computadores enormes e rústicos, considerados marcos tecnológicos da época. Ao lado de Paul Allen, Bill Gates teve suas primeiras aventuras pelo campo da programação, que o levariam a fundar em 1975, junto com o amigo, a Microsoft. Com o intuito de se aventurar pela mente do magnata, chega dia 20 de setembro na Netflix a série documental “O Código Bill Gates”.

Avaliado como o segundo homem mais rico da atualidade, dono de uma fortuna estimada em 96,5 bilhões de dólares, Bill Gates sempre acreditou que a tecnologia era o caminho para solucionar males sociais. Por isso, em 2008, se aposenta da Microsoft e passa a se dedicar integralmente à sua organização filantrópica, considerada a maior do mundo. Em cada episódio da série será retratado uma questão que a fundação busca resolver, como a erradicação da poliomielite, a universalização do saneamento básico e o desenvolvimento seguro da energia nuclear.

Porém, apesar de adotar uma visão que favorável à imagem de Bill Gates, o documentário não deixa de pressioná-lo sobre assuntos delicados, como seus relacionamentos familiares e o caso federal antitruste contra a Microsoft em 1998, que se estendeu por mais de dez anos e acusava a empresa de formação de truste e monopólio no mercado de informática. Dessa forma consegue abordar os acontecimentos de sua vida, tanto os sucessos quanto os fracassos, com sinceridade. Além de mostrar que até mesmo as pessoas mais brilhantes possuem medos comuns, como serem traídas pelo próprio cérebro.

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Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!