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Dica da semana: “Django Livre”

Inspirado nos clássicos “spaghetti western”, filme de Tarantino<br> é uma obra indispensável para os fãs do gênero
28/08/2019 15:00 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Quentin Tarantino dispensa apresentações. Figurinha carimbada dentre os maiores diretores da história, junto de ícones como Francis Ford Coppola, Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock, o norte-americano é dotado de um estilo único e de um perfeccionismo difícil de se igualar. Como resultado disso, qualquer estreia associada ao diretor já toma as manchetes dos noticiários sobre cinema. O exemplo mais recente é o recente “Era uma vez em Hollywood”, que anda lotando cinemas em todo o mundo. Para quem quer aproveitar o frisson e entrar no clima Tarantino, assistir “Django Livre” é quase uma obrigação.

O filme, que está disponível na Netflix e na Amazon Prime Video, conta a história de Django (Jamie Foxx), um escravo que é comprado pelo Doutor King Schultz (Cristoph Waltz), um caçador de recompensas. Como Django já havia rodado por inúmeras plantações no Sul dos Estados Unidos, o conhecimento da região adquirido pelo escravo era uma ferramenta essencial para Schultz. Além das informações, o escravo ainda se mostra extremamente impiedoso com a pistola em punho e dotado de uma habilidade natural para matar, e por isso sua parceria com Schultz torna-se ainda mais letal. Entretanto, assim como o mentor, Django também tem seus objetivos, e pretende fazer de tudo para alcançá-los. Assim que for liberto, o escravo pretende resgatar sua mulher, Broomhilda (Kerry Washington), da fazenda de Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). E, eventualmente, surge uma oportunidade de vingança.

ssim como qualquer outro filme de Tarantino, “Django Livre” foi aclamado de forma unânime pela crítica e chegou a ganhar dois Oscars, o de Melhor Roteiro Original para o próprio Tarantino e o de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação arrebatadora de Watlz. “Django Livre” é um daqueles filmes que não podia ser nada além de um sucesso: com a combinação de um diretor icônico, alguns dos melhores atores da atualidade e um roteiro instigante até a última cena. É difícil se contentar em assisti-lo apenas uma vez.   

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.