Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

TEATRO

Com sequestrador e político em cena, peça reestreia este sábado

As apresentações ocorrem na sede do Teatral Grupo de Risco
21/09/2019 08:36 - NAIANE MESQUITA


 

Em uma realidade distópica, dois detentos se encontram em uma cela por cometerem crimes diferentes. O primeiro é um prisioneiro rústico, que se envolve em um sequestro, acaba sendo preso e condenado. O segundo difere-se radicalmente do primeiro, sendo um criminoso de alto nível, ou seja, um político metido até o pescoço em corrupções. “Essa peça foi apresentada pela primeira vez em 1994, na época em que não havia presos por colarinho-branco. Hoje, para quem assiste, a apresentação fica ainda mais atual”, explica o ator Marcos Alexandre, o intérprete do político.

O elenco tem na outra extremidade, do preso rústico, o ator Yago Garcia. “Apesar de hoje alguns políticos serem presos, a situação em que ambos se encontram ainda é um absurdo, porque esses presos não ficam juntos na cela”, ressalta Marcos.

Definindo a peça como uma comédia, Marcos explica que é interessante retornar aos palcos com um roteiro polêmico. “Há um contraste cultural e social”, indica. 

Segundo o ator, a peça propõe uma reflexão sobre o atual panorama político do País e faz uma sátira do sistema carcerário. 
O espetáculo se alicerça no trabalho do ator, lançando mão dos recursos de figurino, cenário, sonoplastia, utilizando estes apenas como complemento. 

As apresentações serão realizadas este sábado e domingo, às 20 horas, no Teatral Grupo de Risco, na Rua José Antônio, 2.170. O preço do ingresso é de R$ 20,00. 

Felpuda


Considerados “traíras” por terem abandonado o barco diante dos indícios da chegada da borrasca à antiga liderança, alguns pré-candidatos terão de se esforçar para escapar da, digamos assim, vingança, velha conhecida da dita figurinha. Dizem por aí que há promessas nesse sentido, para que os resultados dos “vira-casacas” nas urnas sejam pífios. Sabe aquela velha máxima: “Pisa. Mas, quando eu levantar, corre!” Pois é...