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Boa e barata, loja de genro, filha e sogra tem roupas por R$ 16,90 perto da UFMS

Guavira Moda e Costura juntou o talento para costura da sogra, Lindinalva, com a veia empreendedora do genro, Hélder
26/02/2019 08:00 - INFORME PUBLICITÁRIO


 

A ideia era criar uma loja que pudesse atender o público com preço justo, qualidade e variedade. Depois de anos no jornalismo diário, o repórter Hélder Rafael trocou as entrevistas pelo empreendedorismo e, junto da esposa, a também jornalista Aliny Mary, e da sogra, Lindinalva, abriu as portas da loja Guavira Moda e Costura, logo no início da Manoel da Costa Lima, próximo à rotatória do Hospital Universitário.

Com peças trazidas de fornecedores de Goiás e São Paulo, a loja tem blusas de malha boa a partir de R$ 16,90. São modelos que atendem todos os gostos. “A gente não queria fazer um espaço de preço único, mas também não pensávamos em uma butique. Queremos atender o grande público com peças selecionadas e informação de moda”, conta o sócio-proprietário, Hélder Rafael.

As araras são divididas por modelos e valores que vão de R$ 16,90 a R$ 29,90, com blusas, t-shirts, shorts, saias e vestidos curtos e longos. O preço máximo é de R$ 89,90 para algumas peças. “Não estamos colocando volume de roupa para vender, minha esposa faz uma análise das peças e separa o que pode agradar ao público de Campo Grande”, explica Hélder.

Lindinalva no ateliê, dentro da loja Guavira. 

Ao lado das araras, está o ateliê de Lindinalva. Costureira de mão-cheia há mais de 30 anos, ela tem no currículo até o vestido de noiva da filha. Criatividade, cuidado e compromisso ditam o ritmo da linha e da agulha nas mãos da simpática senhora.

Dona de uma portinha no Trevo Imbirussu, do outro lado da Manoel da Costa Lima, ela aceitou o convite da filha e do genro de expandir e atender uma clientela maior e mais exigente.

“Trouxe tudo para cá e fico o dia todo aqui, faço tudo de costura, consertos, ajustes e, se chegar um cliente querendo fazer vestido ou terno, só pedir que eu faço”, coloca-se à disposição Lindinalva Oliveira.

Quem precisar de um pequeno reparo, como uma barra, pode até esperar numa salinha reservada para isso. E, como o nome da loja é Guavira, o cliente ainda leva de brinde uma degustação de geleia da fruta do Cerrado.

A escolha do nome foi, segundo os donos, para fugir do clichê das demais lojas de roupas e para se apropriar do que é nosso, a guavira.

“Pensamos em um nome que fosse muito raiz, local e que causasse impacto”, descreve Hélder. Se, num primeiro momento, guavira com moda pareça não combinar, o jornalista explica que a família trabalhou toda uma comunicação interna para trazer essa pegada de natureza para dentro da loja. “Tem que ser um ambiente agradável, porque aqui a cliente não vem só comprar, vem também para costurar, ter acesso a um serviço”, complementa.

A maioria das peças é feminina, como os bodies de neon, os quais são perfeitos para o Carnaval que se aproxima. No entanto, também tem um espacinho destinado aos homens.

Hélder, Aliny e Lindalva, sócios da Loja Guavira. 

Empreender – Foram oito anos de trabalho de Hélder em televisão. Paralelo a isso, ele e Aliny já tinham alguns investimentos, até que, depois de muito estudo e pesquisa, decidiram concentrar energia e dinheiro no próprio negócio. A loja que junta moda e costura foi a melhor escolha, por agregar toda a família.

O endereço escolhido para inaugurarem no mundo dos negócios foi a região próxima à UFMS e ao Hospital Universitário.

“Nós apostamos muito neste lado sul de Campo Grande, onde está a maior concentração populacional: nos bairros Guanandi e Parati”, exemplifica Hélder. A loja tem como vizinhança um grande atacadista, além de vários pontos de ônibus.

A ideia é de sempre trabalhar com tecidos leves, levando em consideração o clima campo-grandense. A Guavira está no Instagram (@lojaguavira) e também no Facebook. O horário de atendimento na loja é das 9h às 18h, de segunda a sábado. A Guavira Moda e Costura fica na Avenida Manoel da Costa Lima, 28.

Bodies neon, a cara do Carnaval. 
Algumas das opções de shorts da loja. 

Felpuda


Dois pedidos de desculpas, de autorias diferentes, foram assuntos muito comentados nas redes sociais com críticas ácidas às suas declarações, até porque os envolvidos não só os usaram despropositadamente, como tiveram de voltar a eles para se redimirem. Um deles, inclusive, quase criou uma crise política da-que-las, o que obrigou seu pai, figurinha carimbada, a pular miúdo para colocar panos quentes sobre a questão. Essa gente!...