TELEVISÃO

“Aruanas” estreia na Globoplay <br>e vai ser exibida em 150 países

A série tem discurso ambientalista
28/06/2019 06:00 - LUANA BORGES/TV Press


 

Não é de hoje que a Amazônia atrai olhares do mundo todo. Mas, no atual contexto social e político brasileiro, em que os direitos dos povos indígenas e a preservação das florestas estão em risco, uma série que trata justamente desse assunto vem bem a calhar. A partir do dia 2 de julho, “Aruanas” estreia exclusivamente na Globoplay para 150 países. Com a promessa de expor as principais questões ambientais e a luta contra a mineração, a produção conta com Débora Falabella, Taís Araújo e Leandra Leal no elenco principal. “A questão ambiental está sendo discutida há muito tempo, no mundo todo. Um dos trunfos dessa produção é tentar unir as pessoas em torno de um tema tão importante. Queremos tocar o coração das pessoas com um entretenimento de qualidade”, explica Sergio Valente, diretor de Comunicação da Globo.

Na história, três amigas idealistas fundam a ONG ambiental Aruana e investigam as atividades de uma mineradora que atua na Amazônia. Por lá, coisas estranhas acontecem: pedidos de socorro anônimos, pessoas adoecendo de forma misteriosa, assassinatos e ameaças aos povos indígenas. Natalie, Luiza e Verônica, personagens de Débora, Leandra e Taís, se envolvem em uma investigação complexa e chegam a um grande esquema de crimes ambientais envolvendo garimpos ilegais e uma renomada mineradora nacional. Escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, a série aposta no suspense e em muitas cenas de ação para prender a atenção do telespectador. “Como atriz, me sinto melhor depois de gravar essa série. Sofremos uma transformação ao fazermos parte deste lindo e grande projeto. É uma grande oportunidade para engajar o público na questão ambiental através da história dessas mulheres, das Aruanas”, afirma Debora.

A série foi feita com o apoio de 28 ONGs internacionais. Além disso, contou com a parceria do Greenpeace. “Trabalho há 20 anos na Amazônia. O grande alimento do ativista é a indignação. A série nos faz pensar em qual é o nosso papel nesta história e no quanto estamos implicados na perpetuação desta realidade”, defende Nilo D’Avila, do Greenpeace Brasil. Também diretora de “Aruanas”, Estela Renner acredita que o tema gere comoção. Por isso, a série pode interessar a pessoas do mundo todo. “As protagonistas de Aruanas são ativistas corajosas e competentes, e ao mesmo tempo mulheres com questões complexas e universais, com as quais muitas pessoas podem se identificar, em qualquer lugar”, pontua.

As primeiras cenas da série, gravadas na Amazônia, foram exibidas em uma luxuosa “premiére” em Nothing Hill, em Londres. Entre convidados e representantes de ONGs internacionais, parte do elenco que estava presente exibiu orgulho em participar do projeto. “Foi uma honra participar da série. Tivemos um roteiro cheio de conflitos, emoções e dramas, todos os ingredientes que uma narrativa precisa para ser um sucesso. A história dessas mulheres fez eu me sentir mais corajosa, mais forte e mais segura para convidar o mundo a se juntar a nós e aos nossos personagens nessa aventura de manter a floresta e sua biodiversidade vivas para as gerações que virão”, destaca Taís Araújo.

“Aruanas” – Globoplay – Estreia dia 2 de julho.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".