Correio B

CULINÁRIA

Aprenda três receitas para incrementar o arroz

Principal ingrediente brasileiro pode ficar mais saboroso com variações fáceis

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ARROZ À GREGA NATALINO

Ingredientes
2 xícaras de arroz;
2 colheres de sopa de azeite de oliva;
1 cebola grande;
3 dentes de alho;
1 ½ colher de chá de sal;
½ xícara de uvas-passas (pretas e brancas);
½ pimentão vermelho;
½ pimentão amarelo;
½ xícara de ervilha congelada;
1 cenoura pequena ralada;
½ xícara de salsinha e cebolinha picadas.

Modo de preparo
Em uma panela, refogar a cebola picada por 3 minutos. Acrescentar o alho e refogar por mais 1 minuto.

Adicionar o arroz e o sal. Refogar por 1 minuto, adicionar as uvas-passas e cobrir com 3 xícaras de água.

Cozinhar em fogo baixo, com a panela semitampada, até o arroz secar. Desligar o fogo e deixar abafar enquanto prepara o resto da receita.

Em uma frigideira, refogar por 3 minutos os pimentões cortados em cubos. Acrescentar as ervilhas e refogar por mais 1 minuto. Misturar ao arroz com a cenoura ralada.

Decorar com salsinha e cebolinha picadas.

ARROZ COM NOZES

Ingredientes 
1 dente de alho picado;
1/2 cebola pequena ralada;
1 e 1/2 xícara (chá) de arroz cru;
Sal a gosto;
3 xícaras (chá) de água fervente;
150 g de castanhas picadas (nozes, amêndoas, avelãs e castanhas-do-pará);
150 g de frutas secas picadas (damasco, tâmara e pera);
1 colher (sopa) de manteiga sem sal;
Salsa e cebolinha picadas a gosto.

Modo de preparo
Em uma panela, doure as peras na manteiga.

Misture as amêndoas e continue mexendo bem.

Acrescente o arroz cozido, as tâmaras e os damascos e mexa mais um pouco.

Enfeite com algumas frutas inteiras, salsinha e cebolinha.

LENTILHAS E CEBOLAS FRITAS

Ingredientes
1 kg de cebola;
250 ml de óleo de soja;
1 litro de água;
500 g de lentilhas;
500 g de arroz;
Sal a gosto;
Azeite.

Modo de preparo
Pique as cebolas e frite até que fiquem escuras, mas não queimadas.

Acrescente a água e deixe ferver.

Acrescente a lentilha e cozinhe até que comece a amolecer.

Adicione o arroz lavado e refogado na cebola e no alho e tempere com sal.

Deixe em fogo baixo até o ponto de cozimento do arroz. Desligue o fogo e regue com azeite.

Diálogo

Em Mato Grosso do Sul, a campanha eleitoral já encontrou nova modalidade... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (3)

03/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Martha Medeiros - Escritora brasileira

"Solidão não se cura com o amor dos outros. Se cura com amor-próprio”.

FELPUDA

Em Mato Grosso do Sul, a campanha eleitoral já encontrou uma nova modalidade de esconde-esconde: candidato escondendo candidato. Há quem esteja distribuindo santinhos com espaço generoso apenas para o presidenciável, enquanto os demais nomes da chapa majoritária parecem ter virado figurantes. O candidato ao Governo some, o postulante ao Senado desaparece e, em alguns casos, até a própria chapa parece precisar de lupa. A estratégia, naturalmente, desperta comentários nos bastidores e alimenta a velha pergunta: por que esconder quem deveria estar sendo apresentado ao eleitor?

E?...

Candidatos que anunciaram tratamento contra o câncer poderiam, dentro dos limites legais e da privacidade, informar os eleitores se estão em condições de assumir eventual missão pública

Mais

Alguns recorreram às redes sociais para anunciar a doença, o tratamento, mas não informaram se tiveram a cura defitiniva. A questão envolve transparência e confiança do eleitor.

DiálogoFoto: Divulgação

Giovanna Maravieski, chefe da Divisão de Fiscalização da Saúde do TCE-MS, tornou-se a primeira auditora de controle externo do Tribunal a conquistar a certificação internacional PESA, da INTOSAI Development Initiative. A certificação é voltada à formação e ao aprimoramento de profissionais que atuam na fiscalização e auditoria do setor público. O programa segue padrões e metodologias internacionais de controle e auditoria governamental. A formação inclui estudos, avaliações on-line e acompanhamento de mentor. Giovanna teve como coach o auditor Haroldo Oliveira de Souza, também do TCE-MS. Ela afirmou que o PESA foi um divisor de águas em sua carreira.

Diálogo Marco Antonio Moraes e Valéria Foschiani - Foto: Studio Vollkof

 

Diálogo Fernanda Motta - Foto: Lu Prezia

Vitrine

Nos meios políticos, comenta-se que a prefeita Adriane Lopes perdeu grande oportunidade de marcar posição nessas eleições. Afinal, dificilmente terá novamente um cenário tão favorável para apresentar sua atuação política e os resultados de sua gestão. O problema é que até agora, dizem os críticos, não conseguiu mostrar nem uma coisa, nem outra. A vitrine eleitoral está aberta, mas faltariam produtom para por nas prateleiras. E eleição, como se sabe, não costuma perdoar vitrine vazia.

“Gato”

Com todas as letras, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) acusou órgãos da Prefeitura de Campo Grande de terem feito “gato” de energia no prédio utilizado em evento LGBTQ+. Segundo ela, a ligação irregular teria sido feita pela administração municipal, que realizou evento anterior no local. A denúncia, naturalmente, provocou aquele tipo de silêncio que costuma falar mais alto do que qualquer discurso. Agora resta saber quem vai pagar as contas: a da energia e, principalmente, a da política. 

Alívio

Quem está feliz como pinto no lixo é o vereador Marcos Trad, depois que o Tribunal Regional Eleitoral rejeitou ação do PDT estadual que pedia a perda do seu mandato por suposta desfiliação sem justa causa. O placar foi de cinco votos a dois, garantindo sua permanência no cargo. A decisão chega em boa hora para quem pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Agora, Marcos Trad pode concentrar suas energias na campanha eleitoral.

ANIVERSARIANTES 

  • Jane Mary Abuhassan Gonçalves, 
  • Lude Simioli Júnior, 
  • Francisco Almeida Telles
  • (Chiquinho Telles), 
  • Gevair Ferreira Lima,
  • Sandra Uhry, 
  • Linda Jeronimo Dias,
  • Alice de Araújo de Alcântara,
  • Cleber Aguirre,
  • José Sotoma,
  • Luis Carlos Beraldo da Costa,
  • Maria Aparecida dos Reis Siqueira,
  • Rosália Yocie Tokuyama,
  • Maria Eunice de Jesus Santos,
  • Antonio Marcos de Andrade,
  • Paulo  Queiroz,
  • Marco Aurelio Perez,
  • Helio de Paula,
  • Moacir Fernandes Dutra,
  • Sônia Irma Frainer, 
  • Leny Ourives da Silva,
  • Renan de Souza Nucci,
  • Monacy Carlos Moura,
  • Sônia Maria Pinto de Arruda,
  • Geise Conceição Teodoro Soares Tôrres, 
  • Vitor Francisco Torres Menegazzo, 
  • Thiago Cardozo, 
  • Marcos Benedetti Hermenegildo,
  • Fabiana Silva Laburu,
  • Paulo Sérgio Costa, 
  • Gleide Soares Morel Durães, 
  • Diego Bazana Senzano,
  • Micchelle Coutinho Lubacheski,
  • Valdir Antunes Nuncao,
  • Liziane Berrocal,
  • Rosilene Garcia,
  • José Benício Praxedes,
  • Marlene de Matos Bossay,
  • Carmen Tieko Massan,
  • Ana Lúcia de Almeida dos Santos,
  • Rose Mary Domingues,
  • Eveline Jacobina Marceli,
  • Mariana Tomaz Silva,
  • Luciana Santos de Oliveira,
  • Luiz Sirineu, 
  • Dra. Carolina Muzzi Youssef, 
  • Félix Amado Soares,
  • Luiz Carlos Ortega,
  • Yvan Luiz Madruga Varjão,
  • Moysés Aristeu Thomé,
  • Silvio Rebelo de Freitas,
  • Kaurry Miyasato Alves,  
  • Eduarte Candido de Lima,
  • Pedro Costa de Barros,
  • Maria Lúcia Rodrigues da Silva,
  • Fernando Antonio Camargo,
  • Patrícia Alves Barbosa,
  • Marcelo Alves Barbosa,
  • Carla Rodrigues Cubel,
  • Lúcia Andrade Lamota,
  • Sandra Dutra Araújo,
  • Rosângela Carla Muller,
  • Gisela Luz Ferreira,
  • Neuza Barbosa Massi,
  • Maria Rita de Lima,
  • Herberto Cristovam Dias Gomes,
  • Eloty Justina Dias Schieder,
  • Iraldo Grisoste Barbosa,
  • Dr. Armindo Ramão Medina, 
  • Marcos Hernani Teixeira Hollender,
  • Elenice Barbosa,
  • Regina Maria Ribeiro,
  • Jucineide Almeida de Menezes,
  • Marlene Bobato,
  • Cândida Maria de Souza,
  • Maria Rita Menezes Arruda,
  • Renilde Viana de Souza,
  • Elizabeth de Souza Lemos,
  • Tércio José Alves,
  • Flávio Alexandre Chagas Martins,
  • Oledir Querino dos Santos Vianna,
  • Lisandra Cristina Felix,
  • Valdeir Rodrigues Dias,
  • Rosely Libanês,
  • Argentino José Nepomuceno Neto,
  • Miriam Elizabeth Lemos Dutra,
  • Maria de Lurdes Saveran Trevizan,
  • Aluizio Gomes Silva Filho,
  • José Gazilan,
  • Laís Helena Adami de Freitas,
  • Rodolfo Fernandes Rocha,
  • Claudete Cristovão Abrão, 
  • Danilo César Maffei,
  • Lucas Flores Grisoste Barbosa,
  • Ursula Mara Bernardes Maldonado,
  • Inácio Martins Ribeiro,
  • Zulma Luiza Contar Fernandes 
  • Reis,
  • Jesus Breno Batista,
  • Renan Cintra Soloaga,
  • Jesus Milane de Santana,
  • Abdaias Borges Sena,
  • José Roberto de Souza Freire,
  • Valéria Sudan, 
  • Gustavo Pereira,
  • Cássio Roberto Gradela,
  • Toshiaki Ueno,
  • Gislaine dos Santos Federici,
  • Hamilton Arguelho Espinosa de Souza,
  • Altamiro de Figueiredo.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Setembro Amarelo

Depressão na terceira idade pode se esconder atrás de apatia, aponta especialista

Mudanças no comportamento, no sono, no apetite e na disposição nem sempre são consequência do envelhecimento e podem indicar um quadro que precisa de avaliação

02/09/2026 08h30

Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo

Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo Foto: Freepik

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Envelhecer envolve mudanças na rotina, no corpo, nas relações sociais e, muitas vezes, na própria maneira de lidar com perdas e novas limitações. Mas nem todo desânimo deve ser encarado como uma consequência natural da idade. Na terceira idade, a depressão pode aparecer de formas menos evidentes e passar despercebida justamente porque seus sinais acabam sendo confundidos com o envelhecimento ou com outras doenças.

A tristeza, inclusive, não é necessariamente o principal sintoma. Falta de iniciativa, isolamento, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, dores persistentes, perda de prazer nas atividades cotidianas e até queixas relacionadas à memória podem estar associados a um quadro depressivo.

No Brasil, cerca de 36 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, segundo o Ministério da Saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 15% das pessoas com 70 anos ou mais convivam com algum transtorno mental. Entre os problemas mais frequentes nessa etapa da vida estão depressão e ansiedade, que podem permanecer sem diagnóstico e tratamento.

Para o geriatra Luis Alberto Saporetti, uma das principais dificuldades está justamente em diferenciar as transformações próprias do envelhecimento de sinais que indicam sofrimento psíquico.

“Envelhecer envolve mudanças e adaptações a perdas, mas a depressão modifica a maneira como a pessoa vive”, afirma.

TRISTEZA VS. DEPRESSÃO

Sentir tristeza diante de uma perda, de uma mudança familiar ou de uma dificuldade faz parte da experiência humana e não significa, por si só, que exista uma doença. A preocupação surge quando o sofrimento se prolonga, interfere na rotina e passa a modificar a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com o mundo.

“Tristeza é uma emoção. Quando os sentimentos permanecem por muito tempo, é preciso prestar atenção. Na depressão, há perda de prazer, desânimo, sensação de culpa ou inutilidade e prejuízo na vida cotidiana”, explica o médico.

Na velhice, essa alteração pode ser percebida inicialmente em comportamentos aparentemente simples. O idoso que sempre gostou de cozinhar pode deixar de preparar as próprias refeições.

Quem cuidava do jardim pode perder o interesse pelas plantas. Uma pessoa que costumava encontrar amigos, participar de atividades ou se preocupar com a aparência pode começar a evitar essas situações.

É nesse contexto que a apatia ganha importância. Mais do que estar quieto ou preferir ficar em casa em determinado dia, trata-se de uma perda persistente de iniciativa e interesse.

“A apatia merece atenção especial. É aquela perda de iniciativa em que a pessoa vai deixando de fazer coisas que antes faziam parte da vida. Pode parar de cozinhar, cuidar do jardim, encontrar os amigos, passear, cuidar da aparência ou participar da família”, afirma Saporetti.

Outros sinais podem incluir irritabilidade, falta de energia, insônia, perda de apetite, emagrecimento, dificuldade de concentração e reclamações frequentes de sintomas físicos. Por isso, observar apenas se o idoso está chorando ou dizendo que está triste pode não ser suficiente.

DOR TAMBÉM É SINAL

As queixas físicas são outro fator que dificulta o reconhecimento da depressão. Dores nas costas, nas articulações ou em outras partes do corpo são comuns entre pessoas mais velhas e podem estar relacionadas a doenças crônicas. Isso, porém, não significa que devam ser automaticamente consideradas parte inevitável da idade.

A relação entre dor e depressão pode ocorrer nos dois sentidos. Uma dor persistente pode reduzir a mobilidade, dificultar o sono e impedir atividades que antes proporcionavam prazer. Com menos oportunidades de interação e lazer, aumenta também o risco de isolamento.

Por outro lado, a depressão pode fazer com que a pessoa perceba a dor de maneira mais intensa e tenha mais dificuldade para manter o tratamento indicado.

“A relação entre dor crônica e depressão é de mão dupla. A dor pode limitar a mobilidade, prejudicar o sono, reduzir atividades prazerosas e favorecer o isolamento. Ao mesmo tempo, a depressão pode aumentar o sofrimento associado à dor e dificultar a adesão ao tratamento”, explica Saporetti.

ALERTA PARA ESQUECIMENTOS

As alterações de memória também podem gerar confusão entre depressão e outras condições que afetam a cognição. Uma pessoa deprimida pode apresentar dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e problemas para acompanhar conversas ou tomar decisões. Para familiares, isso pode parecer inicialmente um quadro de perda de memória.

Entretanto, nem todo esquecimento está relacionado à depressão. Alterações cognitivas podem ter diferentes causas, incluindo doenças neurodegenerativas, e depressão e demência também podem coexistir.

“Quando existe uma mudança significativa da memória, principalmente se ela é progressiva ou começa a prejudicar atividades como administrar dinheiro, medicamentos, compromissos ou tarefas domésticas, é necessária uma investigação”, orienta o geriatra.

CONVIVÊNCIA É IMPORTANTE

A manutenção de vínculos sociais é outro componente importante para o envelhecimento saudável. Encontros com familiares e amigos, grupos de convivência, atividades comunitárias, cursos, voluntariado e outras formas de participação podem ajudar a preservar a sensação de pertencimento e estimular a rotina.

Mas existe uma diferença entre oferecer oportunidades de convivência e obrigar alguém a participar delas. Uma pessoa que está deprimida pode justamente ter perdido a energia ou o interesse necessários para sair de casa.

“Estimular não significa obrigar. O idoso precisa, primeiro, ser ouvido. A insistência, ainda que bem-intencionada, pode aumentar a culpa e o sofrimento”, ressalta Saporetti.

Por isso, frases como “você precisa reagir”, “tem gente em situação pior” ou “isso é só idade” podem não ajudar. Antes de tentar convencer o idoso a mudar de comportamento, é importante compreender o que está acontecendo.

O familiar pode começar com uma conversa simples, perguntando como a pessoa está e se existe alguma dificuldade que esteja tornando a rotina mais difícil. Também pode observar mudanças que o próprio idoso talvez não perceba.

AUTONOMIA É FUNDAMENTAL

A atividade física também integra as estratégias de promoção da saúde na terceira idade. A OMS recomenda que adultos mais velhos façam pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, ou 75 minutos de atividade vigorosa, além de exercícios de fortalecimento muscular e atividades que trabalhem força e equilíbrio.

A prática pode contribuir para a manutenção da capacidade funcional, da mobilidade e do bem-estar. Entretanto, também precisa respeitar as condições individuais de cada pessoa.

Envelhecer com qualidade não significa apenas evitar doenças, mas preservar, pelo maior tempo possível, a capacidade de realizar atividades do cotidiano e tomar decisões sobre a própria vida. Para isso, as necessidades individuais podem ser acompanhadas por avaliações que consideram aspectos físicos, cognitivos, psicológicos, nutricionais e sensoriais.

“Não devemos olhar apenas para a idade, mas para a pessoa como um todo e para as mudanças que estão acontecendo na vida dela”, resume Saporetti.

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