Política

ELEIÇÃO 2016

Pesquisa indica Marquinhos com
41%, enquanto Rose fica com 22%

Candidato do PSD cresceu 10% e concorrente do PSDB teve queda

RODOLFO CÉSAR

16/09/2016 - 20h06
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O candidato a prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) subiu na pesquisa Ibope divulgada hoje. Rose Modesto (PSDB), que aparece em segundo lugar, caiu. A comparação foi feita com relação aos resultados divulgados em 3 de setembro.

Marquinhos Trad, que estava com 31% em 3 de setembro, na divulgação de hoje apareceu com 41%. Rose saiu dos 25% para 22%. O atual prefeito Alcides Bernal (PP), subiu de 14% para 15%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Com base nesse quesito, Bernal e Rose têm empate técnico.

A lista dos demais candidatos tem Coronel David (PSC) com 3%; depois, Alex do PT, Rosana Santos (PSOL); Athayde (PPS); e Marcelo Bluma (PV) têm 1%. Sem intenção de voto ficaram Pedrossian Filho (PMB); Suél do PSTU; Aroldo Figueiró (PTN); Lauro Davi (Pros); Adalton Garcia (PRTB); Elizeu Amarilha; e Arce (PCO), todos com 0%.

Votos branco/nulo foram 10% e os que responderam não sabe ou não responderam foram 5%.

O Ibope ouviu 602 eleitores em Campo Grande, entre os dias 13 e 15 de setembro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levado em conta a margem de erro de quatro pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) sob o protocolo MS-01963/2016 e encomendada pela TV Morena.

SEGUNDO TURNO

O instituto fez algumas simulações para o segundo turno na Capital. Na disputa entre Marquinhos Trad com Rose Modesto, o candidato pelo PSD ficou com 47% e a do PSDB, com 31%. Os votos branco/nulo foram de 13%, enquanto não sabe ou não respondeu, 6%.

Outro cenário foi Marquinhos Trad com Alcides Bernal. Trad terminou com 57%, enquanto o atual prefeito teve indicação de 24% dos entrevistados. Os brancos ou nulos somaram 13% e não sabe ou não responderam, 6%.

A terceira situação pesquisada foi entre Rose Modesto e Alcides Bernal. Rose apareceu com 50%, Bernal 26%. Os votos brancos ou nulos corresponderam a 17% e não sabe ou não responderam, 7%.

RESULTADO

- Marquinhos Trad (PSD) - 41%
- Rose Modesto (PSDB) - 22%
- Alcides Bernal (PP) - 15%
- Coronel David (PSC) - 3%
- Alex do PT - 1%
- Rosana Santos (PSOL) - 1%
- Athayde (PPS) - 1%
- Marcelo Bluma (PV) - 1%
- Pedrossian Filho (PMB) - 0%
- Suél do PSTU - 0%
- Aroldo Figueiró (PTN) - 0%
- Lauro Davi (PROS) - 0%
- Adalton Garcia (PRTB) - 0%
- Elizeu Amarilha (PSDC) - 0%
- Arce (PCO) - 0%
- Branco/nulo - 10%
- Não sabe/não respondeu - 5%

CENÁRIOS DO 2º TURNO

- Marquinhos Trad (PSD) - 47%
- Rose Modesto (PSDB) - 31%
- Branco/nulo - 15%
- Não sabe/não respondeu - 6%

- Marquinhos Trad (PSD) - 57%
- Alcides Bernal - 24%
- Branco/nulo - 13%
- Não sabe/não respondeu - 6%

- Rose Modesto (PSDB) - 50%
- Alcides Bernal (PP) - 26%
- Branco/nulo - 17%
- Não sabe/não respondeu - 7%

Eleições 2026

Pardal contabiliza 288 denúncias eleitorais em MS

Levantamento estadual mais recente disponível aponta ocorrências em 27 municípios

09/10/2026 15h15

O aplicativo Pardal recebeu 35 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral em MS

O aplicativo Pardal recebeu 35 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral em MS Paulo Ribas / Correio do Estado

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Passado o primeiro turno das Eleições 2026,  Mato Grosso do Sul contabiliza 288 denúncias de possíveis irregularidades eleitorais registradas por meio do Pardal, ferramenta da Justiça Eleitoral. 

O levantamento estadual mais recente disponível aponta ocorrências em 27 municípios. Campo Grande permanece na liderança, com 148 denúncias, o equivalente a 51,3% de todos os registros feitos no Estado.

Depois de Campo Grande, aparecem Dourados, com 35 registros, e Paranaíba, com 23, enquanto Três Lagoas ocupa a quarta colocação entre os municípios com maior número de comunicações encaminhadas pelo Pardal. 

Naviraí, Bonito, Glória de Dourados, Ponta Porã, Corumbá e Rio Brilhante também aparecem entre as dez cidades com maior quantidade de denúncias.

Ocorrências

  • Campo Grande – 148
  • Dourados – 35
  • Paranaíba – 23
  • Três Lagoas – 21
  • Naviraí – 7
  • Glória de Dourados – 6
  • Ponta Porã – 6
  • Bonito – 5
  • Corumbá – 5
  • Rio Brilhante – 4
  • Aquidauana – 3
  • Chapadão do Sul – 3
  • Coxim – 3
  • Ribas do Rio Pardo – 3
  • Sonora – 3
  • Jardim – 2
  • Batayporã – 1
  • Bela Vista – 1
  • Caarapó – 1
  • Costa Rica – 1
  • Eldorado – 1
  • Ivinhema – 1
  • Miranda – 1
  • Nioaque – 1
  • Sete Quedas - 1
  • Sidrolândia - 1 
  • Vicentina - 1

Iinternet lidera

Entre os tipos de possíveis irregularidades informadas pelos eleitores, a propaganda eleitoral na internet lidera, com 58 denúncias. Na sequência aparecem as ocorrências em vias públicas, com 42 casos, e aquelas envolvendo bens públicos, com 38.

Também existem registros relacionados à distribuição de material gráfico, comícios e showmícios, adesivos em veículos, outdoors e outdoors eletrônicos, emissoras de rádio e televisão e envio de mensagens.

A predominância da internet representa uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. No fim de setembro, vias públicas e bens públicos dividiam a liderança entre os tipos de ocorrências, enquanto a propaganda digital aparecia logo atrás.

A reta final da campanha também reduz as modalidades de propaganda ainda permitidas. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, os comícios e o impulsionamento pago na internet terminaram no último dia 1°, enquanto a propaganda paga na imprensa escrita teve como último dia esta sexta-feira (2).

Deputados

As candidaturas às eleições proporcionais concentram a maior parte das denúncias encaminhadas pelo Pardal em Mato Grosso do Sul. Os candidatos a deputado estadual aparecem em 107 registros, enquanto os concorrentes a deputado federal somam 99. 

Juntas, as duas categorias representam 202 das 288 denúncias, cerca de 70% de todo o volume estadual. Partidos, coligações e federações estão relacionados a 50 ocorrências.

Entre os cargos majoritários, candidatos ao governo aparecem em 17 denúncias, enquanto 10 envolvem a disputa pela Presidência da República e cinco, candidaturas ao Senado.

Os dados também mostram equilíbrio entre os sistemas operacionais utilizados para encaminhar as informações. Foram 142 denúncias feitas por aparelhos com iOS e 146 por dispositivos Android.

Análise

A maior parte das denúncias do Estado já havia sido peticionada no Processo Judicial Eletrônico (PJe) no levantamento mais recente. O balanço também aponta registros baixados do sistema e outros ainda em andamento, mas não apresenta o total de ocorrências em cada uma dessas duas situações.

O registro no Pardal, porém, não significa que uma irregularidade tenha sido comprovada nem representa condenação de candidato, partido ou responsável citado. 

A plataforma é um canal para comunicar fatos que podem contrariar a legislação eleitoral e que ainda dependem da análise dos órgãos competentes.
O aplicativo foi regulamentado para as Eleições Gerais de 2026 pela Portaria nº 451 do TSE. 

A ferramenta permite o envio de informações sobre possíveis irregularidades na propaganda eleitoral aos Tribunais Regionais Eleitorais. O eleitor pode anexar fotografias, vídeos, áudios, links e outras informações capazes de auxiliar na apuração do fato denunciado. A identificação do denunciante é exigida para utilização da ferramenta, mas permanece sob sigilo.

Reta final

Em todo o País, o TSE contabiliza 67.179 notificações feitas pelo Pardal no balanço divulgado nesta sexta-feira.

O aplicativo continua disponível para o encaminhamento de denúncias nesta reta final. Dependendo da situação relatada, o próprio sistema também pode direcionar o cidadão para outros canais da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral.

*Colaborou Daniel Pedra 

Política

Governo 'faz uso eleitoreiro' da Petrobras, diz Flávio Bolsonaro

No dia seguinte à eleição, o preço do diesel nas bombas já pode subir em torno de R$ 2,00", disse

09/10/2026 13h30

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República Carlos Moura/Agência Senado

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O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, criticou nesta sexta-feira, 9, o que considera "uso eleitoreiro" da Petrobras. Ao falar com a imprensa após encontro com lideranças políticas em um clube na Ilha do Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, Flávio afirmou que a política de preços dos combustíveis da estatal "vai jogar uma bomba" nos consumidores.

"O Lula está usando a Petrobras. Deu um subsídio de aproximadamente R$ 2,00 no preço do diesel. Sabe quando acaba esse subsídio? No dia 25 de outubro. No dia seguinte à eleição, o preço do diesel nas bombas já pode subir em torno de R$ 2,00", disse.

Nesta sexta, o Ministério da Fazenda anunciou que vai ampliar e prorrogar a desoneração da gasolina, desonerar o etanol hidratado, ampliar a subvenção ao etanol e ampliar a subvenção ao diesel para conter a escalada de preços dos combustíveis com a guerra no Irã.

O governo também anunciou que vai zerar a tributação federal cobrada sobre a gasolina. A medida será válida por um período de um mês e, segundo o governo, será mantida a premissa de "neutralidade fiscal".

A possibilidade de aumento dos combustíveis após a subvenção existe, mas o valor efetivo para o consumidor ainda depende de como ocorrerá o fim da medida,das condições do mercado, dos custos de distribuição e do repasse realizado pelos postos.

Privatização da Petrobras

Questionado sobre a possibilidade de privatizar a estatal, o candidato negou qualquer intenção. "É boataria. O PT jogou uma boataria atrás da outra", afirmou. Ele também evitou comentar possíveis nomes para comandar a estatal num eventual mandato.

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