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Dilma indica que não trocará diretoria da Petrobras, mas mexerá no conselho

Dilma indica que não trocará diretoria da Petrobras, mas mexerá no conselho

FOLHAPRESS

22/12/2014 - 11h25
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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (22) que "não está pretendendo alterar a diretoria da Petrobras", mas trocará o Conselho de Administração da estatal, sem dar detalhes dos nomes que indicará. Dilma disse achar "absurdo" o alto montante de dinheiro desviado por alguns funcionários da empresa.

Em café da manhã de final de ano com jornalistas, Dilma voltou a fazer uma enfática defesa da presidente da Petrobras, Graça Foster, e afirmou que as empreiteiras imputadas pela Operação Lava Jato devem ser punidas, mas não "destruídas". A punição vale também para os executivos envolvidos. "Eu conheço a Graça. Sei da seriedade da Graça e da lisura dela", disse, reconhecendo, porém, que há "um clima muito difícil para ela". Dilma afirmou não ver nenhuma falta de credibilidade da presidente da Petrobras, ao contrário do que considera o mercado financeiro e investidores nacionais e internacionais.

Apesar das declarações da presidente, integrantes do próprio governo afirmam que a saída da executiva é iminente e deve se dar no ano que vem. Questionada sobre possíveis nomes para substituí-la, a petista classificou-se como "perplexa" com as especulações de que busca um nome de mercado para o posto. "A Petrobras não é uma empresa simples, não é trivial", disse. "Alguém que destruiria todo o choque de governança? Não podemos interromper hoje o processo", complementou. A presidente confirmou que Graça Foster colocou o cargo à disposição em mais de uma oportunidade.

prazo final

Negociação avança e Tereza Cristina volta ao páreo para ser vice de Flávio

Na semana passada o presidente do PL afirmou que ela havia rejeitado o convite, mas agora teria admitido a possibilidade de entrar na disputa

29/07/2026 10h41

Mal avaliado no público feminino, Flávio Bolsonaro já deixou claro que quer uma mulher na vaga de vice na disputa à presidência

Mal avaliado no público feminino, Flávio Bolsonaro já deixou claro que quer uma mulher na vaga de vice na disputa à presidência

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Depois de uma recusa inicial, a senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina (PP) admitiu a aliados nesta terça-feira (28) que poderá aceitar os convites do comando do PL para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL)

Uma semana antes, no dia 21 de julho, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto afirmou em entrevista à CNN Brasil que a senadora estaria dando prioridade à campanha pela presidência do Senado a partir do próximo ano e por isso teria recusado o convite.

Mas, após reuniões em São Paulo e Brasília nos últimos dias, ela teria admitido a possibilidade de compôr a chapa com Flávio. E com esta negociação estaria sendo sacramentado o apoio forma do PP e do União Brasil a apoiarem formalmente a candidatura do filho zero um à presidência.

Novas conversas entre líderes do PP, União Brasil e o grupo de Flávio Bolsonaro devem ocorrer para definir o apoio e a oficialização da chapa. Mas, mesmo que a senadora aceite o convite, a palavra final, segundo Valdemar Costa Neto, ainda será dada por Jair e Flávio Bolsonaro.

Na convenção do último sábado (25), o assunto sobre a definição do vice foi ignorado, mas este nome precisa ser definido até a próxima quarta-feira, 5 de agosto.

Flávio Bolsonaro já sinalizou a intenção de escolher uma mulher para o posto de vice, de olho no eleitorado feminino. Valdemar defende o nome de Tereza Cristina desde 2022, com o argumento de que agregaria votos. Outros nomes ventilados são da administradora Daniella Marques e da deputada Simone Marquetto (PP-SP).

Caso a senadora de MS realmente mantenha a disposição de disputar a presidência do Senado, ela terá de derrotar Davi Alcolumbre, que foi eleito com o voto de 73 dos 81 senadores.

Porém, na eleição de outubro serão renovados dois terços (54) das vagas e é com estas prováveis mudanças que a ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro está contando para vencer a disputa. 

 

APOIO

Prefeito de Sidrolândia reconhece atuação de Gerson Claro na Assembleia Legislativa

Rodrigo Basso afirma que deputado estadual ajudou a viabilizar obras para o município, apesar de terem sido adversários políticos

29/07/2026 10h00

O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), e o prefeito de Sidrolândia, Rodrigo Basso (PL)

O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), e o prefeito de Sidrolândia, Rodrigo Basso (PL) Divulgação

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O prefeito de Sidrolândia, Rodrigo Basso (PL), voltou a destacar publicamente a atuação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), pré-candidato à reeleição, e afirmou que o trabalho institucional deve prevalecer sobre as diferenças políticas quando o objetivo é garantir investimentos para o município.

Durante reunião política realizada em Sidrolândia, Basso lembrou que foi adversário de Gerson Claro nas eleições municipais de 2024, mas afirmou que isso não impede o reconhecimento da contribuição do parlamentar para o desenvolvimento da cidade.

"Embora o deputado Gerson Claro tenha sido meu adversário na eleição de 2024, isso não tira o mérito do trabalho que ele vem prestando por Sidrolândia. É preciso reconhecer quem ajuda o município independentemente das disputas eleitorais", declarou.

Na mesma reunião, o prefeito reforçou a importância de o município ampliar sua representação política nas eleições deste ano. Ao declarar apoio ao pré-candidato Natal, Basso defendeu que Sidrolândia tenha mais representantes nos parlamentos estadual e federal.

"Pode contar comigo, vou estar te apoiando. Acho importante a gente ter candidatos daqui", afirmou. Em seu discurso, o prefeito voltou a citar Gerson Claro como exemplo da relevância de contar com parlamentares ligados ao município.

"O Gerson foi meu adversário na eleição, mas é importante a gente ter um deputado daqui do município. Isso ajuda, sim, a viabilizar obras", disse, citando como exemplo a pavimentação da Rodovia Municipal Adão Claro, que atende os assentamentos Capão Bonito e São Pedro. 

Segundo ele, a obra só foi possível graças à articulação política exercida pelo presidente da Assembleia. "Falo do Capão Bonito. A obra foi viabilizada pela força dele lá na Assembleia, no cargo que ocupa hoje", afirmou.

A pavimentação de 25,1 quilômetros da Rodovia Municipal Adão Claro foi entregue pelo Governo do Estado com investimento aproximado de R$ 48,7 milhões. A intervenção melhora a ligação entre as rodovias MS-162 e MS-455, além de facilitar o acesso à região de Campo Grande e beneficiar diretamente produtores rurais e moradores dos assentamentos.

O prefeito também ressaltou que Gerson Claro mantém uma relação institucional com a administração municipal, independentemente das disputas eleitorais.

"Ele sempre manteve uma relação institucional muito forte com Sidrolândia. O gabinete dele está permanentemente de portas abertas para atender as demandas do município. É um deputado muito participativo na política local e que sempre demonstrou compromisso com a cidade", afirmou.

Ao defender o fortalecimento das candidaturas locais, Rodrigo Basso citou ainda o nome de Amarelo como outra liderança que pode contribuir com o município caso viabilize sua candidatura.

Segundo o prefeito, Sidrolândia possui entre 30 mil e 35 mil eleitores, número que, na avaliação dele, poderia garantir maior representatividade política caso parte significativa dos votos fosse concentrada em candidatos da própria região.

"Se pelo menos metade desses votos fosse dividida entre Natal e Amarelo, poderíamos ter dois representantes daqui da região. Sabemos que não é fácil alcançar esses números, mas precisamos buscar quem está perto da gente, quem confia na gente, para construir uma política mais limpa e trabalhar pelo melhor para o nosso país", concluiu.

Para Gerson, o ambiente de cooperação é o caminho mais responsável para quem exerce um mandato público. “A eleição faz parte da democracia, mas a responsabilidade com a população permanece todos os dias. Quando deixamos as diferenças em segundo plano e colocamos o município em primeiro lugar, conseguimos unir esforços, acelerar projetos e criar oportunidades para quem vive nele”, destacou.

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