Política

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Antonio João se afastará da presidência do PSD em
Mato Grosso do Sul

Kassab pediu ao ex-senador indicar o novo dirigente do partido

DA REDAÇÃO

09/04/2015 - 00h00
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O presidente do Diretório Regional do PSD, ex-senador Antonio João Hugo Rodrigues, formalizou ontem (08), seu afastamento do comando do partido no Estado. Ele, porém, será o responsável por indicar o novo dirigente regional da sigla. A decisão de deixar o comando do partido foi feito pessoalmente a Gilberto Kassab —fundador do partido e ministro das Cidades —, e ao presidente nacional do PSD, Guilherme Campos, em reunião na sede da legenda, em Brasília.

No encontro, Antonio João explicou a Kassab e Campos que, nas últimas eleições  houveram divisões dentro do partido, bem como em outras legendas no Estado. “Essa eleição deu uma mostra muito grande, o PSD, aliás como em todos os partidos, cada membro foi para um lado independente de partido e cor partidária. Uma parte do PSD ficou, esta parte está sendo mantida. A parte que não ficou tem de ser substituída e está sendo substituída para que o partido tenha unidade”.

Como proposta para deixar o partido no comando de políticos responsáveis e que deem continuidade ao trabalho iniciado por Antonio João — que foi o fundador do PSD Nacional e Regional — a proposta é trazer o deputado estadual Marquinhos Trad e o ex-deputado federal Fabio Trad para a legenda.  “Agora vem o Marquinhos (Trad) também, se Deus quiser, vou convidá-lo a vir para a legenda. Ele queria vir para o PSD, ele não pensava assim: quero ir para ser presidente de qualquer partido. Ele queria vir para o PSD. Agora ele tem a  chance de vir para comandar o partido em nível municipal e o Fábio (Trad), se aceitar, comandar o partido em nível estadual. Vai ser do jeito que eles acharem melhor. Os dois  são as minhas indicações para o Kassab, e o presidente Guilherme (Campos). Eles são políticos eleitorais, políticos da política, eu sou político ocasionalmente. De repente me chamam eu vou, arrumo,  ajudo. Entrei no PTB, fortaleci o partido. Depois sai do PTB. Agora no PSD fui para fundar o partido. Estou feliz”.

(*) A reportagem, de Clodoaldo Silva (de Brasília), está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Política

Lula pede um disque-reclamação de seu próprio governo

Presidente pediu que seus auxiliares criem um canal de reclamação, para que as pessoas possam telefonar e assim não ficar "xingando" em público

22/04/2024 22h00

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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O presidente Lula (PT) pediu nesta segunda-feira (22) que os seus auxiliares criem uma espécie de disque-reclamação, para que as pessoas possam telefonar e assim não ficar "xingando a gente" em público.

O pedido do presidente foi feito durante discurso, por ocasião do lançamento do Acredita, um programa para estimular o crédito para empreendedores e famílias de baixa renda, além de renegociar dívidas de pequenos negócios.

O presidente não deu detalhes de sua proposta. "Duas coisas que nós temos que fazer, [ministro da Fazenda, Fernando] Haddad. Uma, e eu não sei se é no ministério do Márcio [França], que a gente deveria criar uma espécie de um 190, de um 180, um telefone para que as pessoas pudessem telefonar e se queixar se as coisas não estão acontecendo", afirmou o presidente.

"Porque muitas vezes as pessoas não têm a receptividade que elas imaginavam e não tem para quem reclamar. Então, ao invés de as pessoas ficarem xingando a gente, é importante que a gente tenha ao menos um ouvidor para que as pessoas possam se queixar que o Sebrae, não é tudo aquilo que o Décio [Lima] prometeu, que o seu ministério não é tudo aquilo que se prometeu", completou.

O governo federal conta com a plataforma FalaBR, onde os usuários podem fazer denúncias, pedir providências via ouvidoria e registrar reclamações, elogios e sugestões.

Campo Grande

Riedel confirma apoio a Beto Pereira: "é o pré-candidato deste grupo político"

Embora ambos pertençam ao PSDB, governador vinha evitando se manifestar sobre as eleições deste ano

22/04/2024 20h44

Governador Eduardo Riedel Gerson Oliveira

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), confirmou na noite desta segunda-feira (22) seu apoio à pré-candidatura do deputado federal Beto Pereira (PSDB) à prefeitura de Campo Grande. Apesar de a confirmação soar óbvia, o governador do Estado vinha adiando o máximo possível o anúncio. 

“Nós estamos em plena pré-discussão eleitoral. Nós temos um grupo político, e na campanha ainda não está definido quem serão os candidatos ou as candidatas. Existem aqueles que todos vocês sabem, existe a prefeita Adriane (Lopes, PP) pré-candidata à reeleição; aí você tem o Beto, deste nosso grupo político, o pré-candidato à eleição; a Rose (União Brasil) que se coloca como pré-candidata hoje a eleição, e não sei se terão candidatos do PT ou do PL, ainda há uma discussão”, disse Eduardo Riedel. 

“A nossa posição é muito clara. Nós devemos apoiar o Beto. Ele é o pré-candidato deste grupo político à prefeitura de Campo Grande”, confirmou o governador. 

O próprio governador, ao ser perguntado pelo Correio do Estado, lembrou que em 31 de dezembro, ao conceder uma entrevista para uma rádio, foi perguntado da mesma forma, e disse na ocasião que só se manifestaria neste ano. 

A decisão de Riedel também serve para baixar a poeira no grupo político de Eduardo Riedel e de seu antecessor Reinaldo Azambuja (PSDB). Desde que o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, filiou-se ao PSD, uma pré-candidatura dele passou a ser cogitada à prefeitura da Capital. 

Riedel e Beto Pereira estavam comparecendo junto a vários eventos, mas em nenhum deles o governador falava formalmente da aliança. A aparição mais recente foi na decisão do campeonato Estadual, no último domingo, na Moreninhas, em Campo Grande. 

Grupos diferentes

A pré-candidatura de Beto Pereira à prefeitura de Campo Grande também deve dividir o grupo político até então liderado pelo PSDB. É que o PP, liderado pela senadora Tereza Cristina, deve lançar a prefeitura Adriane Lopes à reeleição. Tereza Cristina sempre foi aliada de primeira hora de Eduardo Riedel e de Reinaldo Azambuja. 

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