Quinta, 08 de Dezembro de 2016

OPINIÃO

Maria Luiza Azzalini Medeiros: "Remédio amargo ou precipício econômico "

Professora

29 NOV 2016Por 01h:00

A corrupção corporativa simbiótica endêmica já contaminou todos os cestos, pressiona e tem sentimentos primitivos contra a equipe do Juiz Sergio Moro, tenta-se até pressionar a Procuradoria Geral da República (PEG), é o absurdo dos absurdos! Isso só pode acontecer em nosso país, até crime organizado recebe apoio na maior cara de pau, vergonhoso! A corrupção nega tudo, diz que não sabe de nada, para ela tudo é perseguição e mentira dos investigadores, é santa mesmo.

Segundo a mídia defesas são até pombos-correios, movimentam até dinheiro do crime organizado. Quanta falta de vergonha e de ética! Ameaça-se até servidores da Justiça no cumprimento do seu dever. O BNDES ainda é uma caixa preta jogada no gramado, precisa ser aberta, assim como também a Previdência Social, aí então ver-se-ão os rombos  de cifras bilionárias, o insuflamento dos menos esclarecidos pela lavagem cerebral ideológica, que não cessa de ser feita como sempre aconteceu, a gastança de governos é fácil quando os recursos são do suor do contribuinte.

Está faltando mesmo o fim do foro privilegiado, o enxugamento dos poderes, quanto às reformas políticas, elas têm que ser profundas, preferencialmente com apenas três partidos: direita, esquerda e moderado, não mais do que isso. Um número excessivo de partidos com nomes de fantasia com a mesma ideologia, isso só confunde o eleitor, porque uma sociedade em que grande parcela dela é medíocre e mergulhada no analfabetismo político e funcional manipulada ideologicamente como vimos em parcela da juventude, como podemos ter eleições e governos legítimos nessas condições? E ainda alguns querem levar debates políticos à sociedade, de que adianta? Os mesmos que tentam implantar seu projeto de domínio e poder ideológico.

Bolivarianos e totalitários continuam tentando dissimular e induzir, agora estão cheios de opiniões na tribuna, quando estavam no poder estavam só no populismo, manipulando os outros. Chega de confundir uma sociedade sem Educação de qualidade, combatem tanto a PEC 55/2016 o único remédio amargo para combater o abismo econômico a que fomos lançados e o endividamento da nação, agora estão tão preocupados com a Saúde, Educação, querem referendo popular, como? Se parcela dessa mesma sociedade é analfabeta política, falam em Constituição cidadã, que também já foi contaminada, atualmente só se quer mesmo é servir-se da Nação, pouco se importando com o desenvolvimento nacional.

O populismo bolivariano e totalitário, comentam sobre a crise como se ela estivesse surgido do nada, achavam que o país era um poço de recursos inesgotáveis e que poderiam beber desse poço eternamente. Bem sabiam que estavam sangrando esse gigante que iria cair sobre seus joelhos com um déficit de R$ 55 bilhões, 22,9 milhões de desempregados atingindo um percentual bastante significativo do PIB em 2016.

Democracia não é libertinagem e nem frouxidão, alguns dizem que as autoridades judiciárias devem conduzir os investigados comedidamente e não podem ser constrangidos, porque senão é abuso de autoridade, isso para os  brasileiros conscientes é o dito faz- de- conta, porque a corrupção é especialista em não deixar pistas dos seus atos ilícitos, confia nas brechas de algumas leis  dúbias ou na impunidade corporativa, aí então se diz que é autoritarismo do Estado, assim dessa maneira a corrupção vai receber troféu de ilustre cidadã.

Se por acaso a justiça terrena cometer alguma injustiça, essa será reparada pela Justiça Divina, assim é e sempre será a coerência e a ética, o cidadão corrupto é diferente do cidadão comum ético. É preciso que compreendamos isso, com discernimento das intenções que a matéria requer, nas questões das mudanças no processo educacional brasileiro a sociedade consciente acha que os conteúdos de 1º e 2º graus precisam ser únicos em todo o território nacional e não a regionalização deles, como alguns propõem.

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