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Adiada

Votação do Código gera impasse na Câmara esta semana

Votação do Código gera impasse na Câmara esta semana

Planeta e Agência Câmara

16/05/2011 - 17h52
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A Câmara dos Deputados vive um impasse por conta do Código Florestal. Inicialmente prevista para esta terça-feira, 17, e depois adiada para a última semana de maio, a previsão para a votação permanece uma incógnita. A semana começou com a pauta do plenário da Câmara trancada por 11 medidas provisórias. Oito delas vão perder a validade até 1º de junho.

O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a base aliada vai tentar votar todas as MPs, mas a prioridade sãos as de número 517/10, 520/10 e 521/10.

A votação do Código Florestal foi adiada na quinta-feira passada, após os deputados passarem cerca de 13 horas discutindo em sessão extraordinária. Somente por volta das 22 horas o relator Aldo Rebelo (PCdoB) apresentou o texto ao plenário, após ter negociado itens com lideranças dos partidos e com o governo.

Porém, líderes do governo, como o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e o próprio Vaccarezza, consideraram melhor adiar a votação pois houve mudanças de última hora no texto apresentado pelo relator, Aldo Rebelo (PCdoB) no plenário.

Agora, o governo busca um acordo efetivo para evitar a inclusão de alterações não negociadas no plenário. Ocorre que as votações das medidas provisórias podem enfrentar obstrução, porque até os partidos da base aliada do governo cobram o cumprimento do acordo para votação do novo Código Florestal antes das MPs.

velório

Políticos de MS lamentam a morte e se despedem de Nelly Bacha: "perda irreparável"

Primeira prefeita mulher de Campo Grande morreu na noite desta quarta-feira (8), aos 84 anos

09/04/2026 11h45

Ex-governador de MS, André Puccinelli, compareceu ao velório às 9h45min desta quinta-feira (9)

Ex-governador de MS, André Puccinelli, compareceu ao velório às 9h45min desta quinta-feira (9) MARCELO VICTOR

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Primeira prefeita mulher de Campo Grande, Nelly Bacha, morreu na noite desta quarta-feira (8), aos 84 anos, em Campo Grande.

Nelly tinha Parkison há cerca de oito anos e, mais recentemente, estava acamada, sempre acompanhada por cuidadoras.

Políticos de Mato Grosso do Sul compareceram ao velório para dar o último adeus a Nelly, na manhã desta quinta-feira (9), no Câmara Municipal de Campo Grande.

Ex-governador, André Puccinelli, lamentou a morte da colega de partido (MDB) e prestou solidariedade à família durante o velório.

Ex-governador de MS, André Puccinelli, compareceu ao velório às 9h45min desta quinta-feira (9)Velório é realizado na Casa de Leis em Campo Grande. Foto: Marcelo Victor

“Convivi bem com a Nelly, uma grande figura, uma pessoa de respeito, cumpridora da palavra e uma grande correligionária. Espero que o exemplo da Nelly se perpetua na política, como uma boa política, com ideologia, com fidelidade partidária e como uma boa profissional que foi, uma excelente professora”, afirmou Puccinelli.

Vereador, Junior Coringa, afirmou que pretende criar um projeto de lei para nomear alguma avenida ou escola com o nome de Nelly Bacha.

“Era uma mulher que sempre lutou pelo desenvolvimento da nossa capital. Inclusive aqui na Casa de Leis, aqui em Campo Grande, nós temos a foto dela ali no plenário pequeno. Agora vamos pensar em algum espaço público para deixar o nome dela marcado na história. Vamos pensar numa escola, Emei, praça pública para poder marcar uma grande avenida. Eu já tô pensando para que a gente possa fazer esse projeto de lei e deixar o nome dela marcado para o resto das gerações que vierem”, disse Coringa.

Vereador, professor Riverton, relembrou a trajetória de Nelly na educação.

“A professora Nelly sempre foi referência na luta, na educação, uma pioneira enquanto mulher, não só no executivo, mas no legislativo. É uma perda irreparável pelo tamanho que ela foi, o bem que ela fez para Campo Grande, principalmente para a educação. Eu quero deixar um abraço e meus sentimentos para toda a família”, pontuou o vereador.

O sepultamento será às 16h, no Cemitério Santo Antônio, localizado na avenida Consolação, na vila Santa Dorotheia, na Capital.

LUTO

Primeira prefeita mulher de Campo Grande, Nelly Bacha, morreu na noite desta quarta-feira (8), aos 84 anos, em Campo Grande.

Nelly tinha Parkison há cerca de oito anos e, mais recentemente, estava acamada, sempre acompanhada por cuidadoras.

Ela tinha dificuldades motoras. Apesar do avanço da doença, ela continuava lúcida.

BIOGRAFIA

Nelly Bacha nasceu em Corumbá em 2 de agosto de 1941. É filha descendente de libaneses. Foi formada em Filosofia e Direito.

Atuou como professora em escola pública. Foi presidente do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública.

Nelly ingressou na política como vereadora pelo MDB.

oi vereadora de Campo Grande por 15 anos, de 1973 a 1988. Foi presidente da Casa de Leis no biênio 1983 e 1984. Por dois meses, assumiu a prefeitura da Capital, tornando-se a primeira mulher prefeita de Campo Grande.

Em seu mandato, construiu galerias pluviais na avenida Euler de Azevedo.

Carga Oculta

Operação desarticula grupo que usava sistema estruturado para cometer fraudes no agro

Em Mato Grosso do Sul foram efetuadas duas prisões, uma no município de Costa Rica e outra em Paraíso das Águas

09/04/2026 11h30

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A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio das delegacias de Costa Rica e Paraíso das Águas, prestou apoio operacional à Polícia Civil do Estado de Goiás (Delegacia de Mineiros) para o cumprimento de mandados judiciais no âmbito da Operação “Carga Oculta”.

A investigação teve como objetivo desmantelar uma estrutura criminosa profissional e habitual voltada ao roubo de cargas agrícolas. O grupo utilizava um modus operandi sofisticado, que incluía uso de documentação fiscal falsa para a obtenção de grãos em fazendas; adulteração de sinais identificadores (placas frias) em veículos de carga para burlar a fiscalização; coordenação logística estruturada para a comercialização ilícita dos produtos e ocultação de provas.

Estima-se que as atividades do grupo tenham causado vultoso prejuízo econômico ao setor agropecuário regional.

Em Mato Grosso do Sul foram efetuadas duas prisões, sendo uma no município de Costa Rica e outra em Paraíso das Águas. Os demais alvos foram localizados e presos em território goiano.

Além das prisões, as equipes policiais executaram mandados de busca e apreensão, que resultaram no apreensão de armas de fogo e munições;  veículos utilizados nos crimes; celulares e computadores para extração de dados telemáticos; documentos, registros contábeis e outros objetos para a continuidade das investigações.

A decisão judicial também determinou o sequestro e bloqueio de valores nas contas bancárias dos investigados, até o limite individual de R$ 1 milhão, com o objetivo de assegurar a reparação dos danos causados às vítimas e ao Estado.

As investigações prosseguem para identificar possíveis receptadores e outros integrantes do grupo criminoso.

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