Sábado, 18 de Novembro de 2017

Vida de escoteiro

19 ABR 2010Por 07h:22
Vítima de um grave câncer, o vice-presidente José de Alencar afirmou, em entrevista para o jornal “O Globo”, que “o escoteiro sorri na desventura” e que “ser escoteiro é algo para a vida inteira”. Assim como ele, Rogério Vieira de Lima, chefe do Grupo Escoteiro Padre Heitor Castoldi, acredita que o escotismo é algo que acompanha os participantes para sempre.
Ele entrou para a instituição aos 7 anos, como lobinho, e hoje, aos 34, afirma que o escotismo sempre teve grande peso em suas decisões pessoais. “Trabalho com Gestão Ambiental e fiz minha faculdade graças à atuação como escoteiro. Não havia vestibular, era necessário apenas ter alguma vivência relacionada ao cuidado com a natureza”, lembra.
Tendo participado de todos os ramos, Rogério explica que se mantém até hoje no escotismo por considerá-lo um hobby saudável e muito prazeroso. “É incrível ver os jovens crescendo e tornando-se pessoas conscientes e preocupadas com o próximo, com a sociedade e com o meio ambiente”, aponta.
Com uma trajetória um pouco diferente, Gianpaulo Estrazulas, chefe do Grupo Escoteiro Olavo Bilac, vê no escotismo uma grande possibilidade de transformar a juventude. “Estou aqui há cinco anos e vim por causa da minha filha. Queria que ela tivesse esse contato e acabei descobrindo como é importante esse trabalho”, finaliza o militar de 39 anos. (TA)

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