Sexta, 24 de Novembro de 2017

Vice-governador do DF descarta a hipótese de se afastar do cargo

13 FEV 2010Por 07h:46
exercício do Distrito Federal, Paulo Octávio, não pretende se licenciar do cargo por conta do pedido de impeachment que a Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF) apresentou ontem e devido ao suposto envolvimento na operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. O inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ) relata gravações feitas com autorização da Justiça, sobre a suposta divisão de dinheiro entre membros do primeiro escalão do GDF, inclusive Paulo Octávio. “Não existe essa possibilidade”, garantiu o assessor de imprensa André Duda. Ontem o governador em exercício teve uma reunião de cerca de 40 minutos com o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, desembargador Nívio Gonçalves. “Foi uma visita de apresentação”, disse o assessor de imprensa. Inicialmente, o desembargador tinha convidado os jornalistas a presenciar o encontro mas, a pedido de Paulo Octávio, o encontro ocorreu sem a presença da imprensa. Antes do encontro, Nívio Gonçalves admitiu que acompanha “com preocupação” os últimos acontecimentos em Brasília classificados por ele como “notícias horríveis”. E completou: “O Poder Judiciário tem obrigação de manter a harmonia entre os poderes e ver os poderes andar com dignidade. Claro que todos nós estamos indignados”. Também participou do o presidente da Câmara Legislativa do DF, Wilson Lima (PR). Pela manhã, Paulo Octávio teve uma longa reunião – de cerca de três horas – com os principais secretários do governo – da Educação, Eunice Santos, da Fazenda, André Clemente, do Planejamento, Ricardo Pena, e de governo, Flávio Adalberto Gilsane. Também participou da reunião o procurador-geral do DF, Marcelo Galvão.

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