Quarta, 22 de Novembro de 2017

Verba do PAC é cortada, mas projetos mantidos

15 SET 2010Por 13h:55

Clodoaldo Silva,  Brasília

Os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) em Campo Grande tiveram corte de 22,76% ontem, durante reuniões do prefeito Nelsinho Trad (PMDB) no Ministério das Cidades, em Brasília (DF). O valor definido na semana passada, no Palácio do Planalto, foi reduzido de R$ 369 milhões para R$ 285 milhões, mas o administrador municipal garantiu a execução de todos os projetos pleiteados.
Também foi dada a certeza de que no próximo ano as obras serão realizadas, mesmo com a eleição do próximo presidente da República, que toma posse em janeiro, quando pode haver mudanças nos ministérios em virtude do reordenamento político. “O Governo federal vai deixar tudo amarrado para execução a partir de janeiro de 2011”, afirmou Nelsinho, após reunião com os secretários do Ministério das Cidades, na tarde de ontem.
“Nesta etapa não teve envolvimento político. Foi tudo analisado por critérios técnicos, tanto que vieram comigo a Brasília oito secretários e assessores da prefeitura”, enfatizou o prefeito.

Detalhes
Foi este critério técnico que assegurou os investimentos nos projetos, que foram divididos em dois: um projeto integrado, que totaliza R$ 220 milhões, distribuídos em outros quatro projetos menores. São R$ 61 milhões para obras de mobilidade urbana da região do Córrego Bálsamo; R$ 70 milhões para a região do Lageado; R$ 40 milhões para obras Segredo-Taquaral, e R$ 49 milhões para o Imbirussu.
O segundo grande projeto é o de Manejo de Águas Pluviais e de Fundo de Vale, composto por planejamentos gerais que atendem região do Rio Anhanduí com R$ 40 milhões; Cabaça-Areia, com R$ 15 milhões e a continuação das obras do Parque Cabaça, com R$ 10 milhões.

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