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Veja como ser mais sustentável no trabalho

Veja como ser mais sustentável no trabalho

Super

24/07/2011 - 12h58
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Para muita gente, o ambiente de trabalho é como uma extensão de casa, um lugar onde você passa a maior parte do dia (ou uma boa parte dele). Muitas empresas adotam atitudes que estimulam os funcionários a fazer descarte correto de lixo, economizar água, energia, copos de plástico e a manter um clima corporativo agradável, com uma convivência leve e amistosa.

A principal mudança, porém, deve partir de cada um. O melhor mesmo é trabalhar com uma nova postura diante dos seus gastos e atitudes – e não apenas cumprir a tabela das “regras” de sustentabilidade da companhia. Mas, se o seu local de trabalho ainda não coloca em prática algumas coisas básicas, como separar o lixo, o seu papel como colaborador é mais importante ainda. Veja algumas dicas de como você pode agir.

Deslocamento econômico

Carona solidária também pode ser praticada entre colegas de trabalho. O projeto Caronetas integra funcionários que trabalham em empresas próximas. Você pode incentivar a sua organização a se cadastrar – o serviço é gratuito.

Materiais de escritório

Separe o lixo: papel pode ir para a reciclagem ou ser reaproveitado em formas de bloquinhos. Objetos como papel-carbono, papel plastificado e fitas adesivas não são recicláveis, por isso, use com consciência. Segundo o Earth Works Group, os funcionários de escritórios jogam fora, em média, 500 quilos de material reciclável de boa qualidade por ano.

Pausa para o café

Não use copos descartáveis. Leve a sua caneca (ou garrafa para água) e deixe-a na sua mesa de trabalho.

Acúmulo de papel

Pense antes de imprimir. E, quando possível, use os dois lados da folha. Incentive seus colegas a fazerem o mesmo.

Tecnologia a favor

Algumas reuniões podem ser feitas à distância. Quando for o caso, incentive a ideia. Você economiza tempo, gastos com deslocamento e polui menos.

Um botão
Desligue o monitor quando for se afastar do computador para uma reunião ou na hora do almoço. Isso é bem fácil!

Disposição

Opine, dê suas sugestões sobre formas de economizar. Um postura do tipo “não é comigo” vai na contramão da sustentabilidade. Quando você se mostra disposto, serve de exemplo para outras pessoas.

Epidemia

Idoso é a 6ª vítima de Chikungunya de 2026 em MS

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025

26/03/2026 17h30

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025 Divulgação

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Um idoso de 72 anos é a 6ª vítima confirmada decorrente da Chikungunya. A morte do homem aconteceu no dia 19 de março, mas estava em investigação, sendo confirmada no boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES) desta quinta-feira (26). A vítima era do município de Bonito e foi a primeira morte fora de Dourados. 

O idoso possuía outras comorbidades, como hipertensão arterial e diabetes e apresentou os sintomas iniciais no dia 13 de março, apenas seis dias antes do óbito. 

De acordo com o boletim epidemiológico da SES, o município de Bonito tem 56 casos da doença confirmados e 74 em investigação, colocando a cidade com risco vermelho para incidência de Chikungunya, quando há mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes. 

Em apenas três meses, 2026 já registrou pouco mais de um terço das mortes registradas em todo o ano de 2025, considerado o ano mais letal da doença no Estado, com 17 óbitos. 

Além do idoso, as outras cinco vítimas eram moradores de aldeia indígenas em Dourados:

  • mulher de 69 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 26/02);
  • homem de 73 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 09/03);
  • bebê de 3 meses (Aldeia Bororó, no dia 10/03);
  • mulher de 60 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 12/03);
  • bebê de 1 mês (Aldeia Jaguapiru, no dia 24/03).

Em todo o Estado, são 3.058 casos prováveis de Chikungunya e 1.452 casos confirmados. Dentre os casos confirmados, 21 são gestantes. 

Chikungunya em MS

Em Dourados, a atual situação causada pelo surto de chikungunya motivou o decreto de estado de emergência em saúde pública por parte do Executivo Municipal. 

Inicialmente concentrada na área da Reserva Indígena, a disseminação da doença já atinge bairros como Jardim dos Estados, Novo Horizonte e a região do Jóquei Clube, apontados como áreas com maior incidência de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor também da Dengue e Zika.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um óbito registrado naquele ano.

Até 2024 essa arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses, já que com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a matar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram.

Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense. Na sequência, antes de explodir no ano passado, 2023 e 2024 só registraram, respectivamente, três e uma morte por chikungunya em Mato Grosso do Sul, com o ano passado somando o dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado

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IA

Encontro em Campo Grande reúne parlamentares dos 79 municípios para debater inteligência artificial

O cronograma inclui debates sobre o desenvolvimento econômico local, viabilidade financeira dos municípios e aplicação da tecnologia na gestão pública

26/03/2026 17h00

vereador Daniel Junior (PP), de Dourados, é o presidente da UCVMS

vereador Daniel Junior (PP), de Dourados, é o presidente da UCVMS Divulgação

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A União das Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul (UCVMS) realiza, entre os dias 8 e 10 de abril, o "UCVMS Summit – Edição Conecta", em Campo Grande. O evento, sediado no Grand’ Mere Buffet, reúne vereadores e presidentes de legislativos municipais para discutir o impacto da reforma tributária e a modernização da gestão pública.

A abertura oficial da programação será na tarde de quarta-feira (8), com a participação do governador Eduardo Riedel. O cronograma do primeiro dia inclui debates sobre o desenvolvimento econômico local, coordenados pelo Sebrae, e uma análise sobre a relação institucional entre o Poder Judiciário e as câmaras municipais, conduzida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

De acordo com o presidente da UCVMS, vereador Daniel Junior (PP), de Dourados, o encontro é o ponto de partida para um novo modelo de atuação da entidade. “Este primeiro evento da nossa gestão tem o objetivo claro de profissionalizar o trabalho parlamentar nos municípios. Queremos que a UCVMS seja uma ferramenta técnica de apoio, encurtando a distância entre as câmaras do interior e as decisões tomadas na Capital”, afirmou.

Pautas técnicas e captação de recursos

No segundo dia de atividades, o foco recai sobre a viabilidade financeira dos municípios. O senador Nelsinho Trad abordará a gestão de projetos e as estratégias para a captação de recursos federais. A programação também conta com orientações jurídicas sobre a iniciativa de projetos de lei no âmbito municipal, com o objetivo de reduzir conflitos de competência entre o Legislativo e o Executivo.

O encerramento do congresso, na sexta-feira (10), terá mesas com debates sobre tecnologia e economia. Entre os temas de destaque estão a aplicação de Inteligência Artificial na gestão pública e os reflexos da reforma tributária para as prefeituras sul-mato-grossenses. O ex-governador Reinaldo Azambuja encerra o ciclo de palestras com uma apresentação sobre o fortalecimento do municipalismo no Estado.
Além do conteúdo técnico, o encontro mantém espaços para a integração regional, como a "Cabine UCV", onde os parlamentares podem registrar demandas específicas de suas cidades. O objetivo central da edição é padronizar conhecimentos técnicos para as legislaturas vigentes e ampliar o diálogo direto entre os representantes municipais e as esferas estadual e federal.

Para Daniel Junior, a pauta técnica é a prioridade deste ciclo. “O vereador é quem está na ponta, atendendo o cidadão. Por isso, estamos trazendo temas como a reforma tributária e inteligência artificial para que o legislativo municipal saiba como captar recursos e fiscalizar com mais eficiência”, destacou o presidente.

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