Cidades

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Vacinação contra esquistossomose em larga escala pode começar em 2016

Vacinação contra esquistossomose em larga escala pode começar em 2016

AGÊNCIA BRASIL

09/02/2014 - 14h48
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A partir do apoio que será dado pela Organização Mundial da Saúde ao projeto de desenvolvimento da produção da vacina contra a esquistossomose, que em um primeiro momento propiciará investimentos de R$ 10 milhões, a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) pretende iniciar no começo do segundo semestre deste ano o desenvolvimento da Fase 2 do programa – que prevê a vacinação de crianças de 9 e 10 anos, em áreas endêmicas pré-selecionadas do Brasil e da África. A expectatica da Fiocruz é que a vacinação em larga escala possa começar em três anos.

Na primeira fase do projeto, foram vacinados apenas homens, todos moradores em áreas não endêmicas do Rio de Janeiro. “Nós fizemos inicialmente testes no Rio de Janeiro, na Fase 1 do projeto, em áreas não endêmica e em adultos normais, sadios, obedecendo o protocolo internacional que determina que os testes de um novo produto sejam feitos primeiro em voluntários sadios”, disse a pesquisadora da Fiocruz, Miriam Tendler, do Laboratório de Equistossomose Experimental do instituto e líder da pesquisa.

Segundo Miriam, agora, em um primeiro momento, estão previstos na Fase 2 testes no Brasil e na África e os custo dependem do número de locais onde serão feitos. “Estão orçados preliminarmente R$ 10 milhões para as experiências nos dois países - um local em cada. Mas não gosto de falar em número e é um orçamento ainda muito preliminar”.

A pesquisadora informou à Agência Brasil que, uma vez completados os testes da Fase 2, cujos resultados devem sair em cerca de dois anos e meio, a Fiocruz estará em condições de iniciar a vacinação da população-alvo - o que deverá ocorrer em larga escala.

“Tecnicamente falando, a gente deve estar pronto para começar a vacinar em larga escala dentro de três anos. E só depois de vacinar em larga escala é que poderemos fazer o fechamento dos protocolos, definir números exatos de doses. O que tem que se fazer é garantir a segurança, pois agora começarão a ser vacinadas crianças em áreas endêmicas – o que é uma situação muito diferente de vacinar adultos fora de áreas endêmicas”, esclareceu.

Para Miriam, a Fiocruz já está em condições de produzir em grande escala. “A gente tem capacidade de produzir muito mais do que a necessidade, do que a demanda. São 800 milhões de pessoas vivendo em áreas de risco em todo o mundo, com cerca de 240 milhões infectados, dos quais 20 milhões no Brasil, onde os números precisam ainda ser atualizados”.

No país, as áreas endêmicas estão centralizadas nos estados do Nordeste - Alagoas é hiperendêmico, Pernambuco e Minas Gerais também. “Mas a doença está se expandindo e a real demanda do país provavelmente entrará no calendário geral para que toda a população seja vacinada. O programa está sendo desenhado neste sentido”, disse.

RECORRENTE

Vìdeo: onça-pintada ataca e arrasta cachorro para mata em Corumbá

O ataque ocorreu na rodovia que dá acesso à Bolívia, nas proximidades do colégio CAIC

10/08/2026 12h00

Onça-pintada

Onça-pintada Matias Rebak

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Uma onça-pintada atacou um cachorro na noite de sábado (8), em Corumbá. Uma câmera de segurança registrou o momento que o animal dá o bote e, em seguida, arrasta o cão para uma área de mata, em uma chácara localizada na rodovia Ramão Gomes.

O ataque aconteceu às 22h40, poucos minutos depois de uma família que mora na propriedade retornar de uma festa da igreja. Cerca de cinco minutos após a chegada dos moradores, o felino se aproximou da área do quintal da chácara.

Câmeras de segurança registraram a onça-pintada passando por baixo de uma cerca e se aproximando do cachorro.

Mais dois cachorros que estavam no local conseguiram fugir do ataque do felino. Desde junho, este é o terceiro registro de onça-pintada perto das residências desta região em Corumbá, próximo das margens do rio Paraguai.

A rodovia Ramão Gomes dá acesso à fronteira com a Bolívia. Um posto da Polícia Rodoviária Federal e o quartel da Polícia Militar Ambiental e a escola municipal CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente), também estão localizados naquela região. 

Voluntário

UEMS seleciona voluntários para ensinar português a migrantes em oito municípios

Programa da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (PROEC) atua em diversas cidades do Estado

10/08/2026 11h45

Curso de Português para Migrantes Internacionais será realizado em oito municípios de Mato Grosso do Sul

Curso de Português para Migrantes Internacionais será realizado em oito municípios de Mato Grosso do Sul Divulgação / UEMS

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A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), abriu as inscrições para selecionar voluntários para o Curso de Português para Migrantes Internacionais. A iniciativa faz parte do programa UEMS Acolher e é idealizada por meio da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (PROEC). 

A atuação é feita de forma 100 % voluntária e o voluntariado irá receber um certificado de participação, além disso os selecionados passaram por uma capacitação on-line obrigatória, para receber os conteúdos teóricos e práticos que serão aplicados nas aulas. 

O Curso de Português está estruturado para acontecer em cerca de oito municípios sul-mato-grossenses, Campo Grande, Cassilândia,Naviraí,  Sidrolândia, Ponta Porã, Nova Andradina, Dourados e Corumbá. Sendo que as quatro últimas cidades estão com uma urgência maior, devido a alta na demanda. 

A carga horária total é de 60 horas-aula, no programa é elaborado ações de ensino do idioma, mediação cultural e suporte comunitário voltados para os refugiados, apátridas e migrantes em situação de vulnerabilidade. 

Além das aulas de Português o projeto conta com colaboradores para ministrar outras disciplinas como Letras, Pedagogia, Enfermagem, Direito, Administração, Economia, Medicina Veterinária, Turismo, Geografia e História.

O programa foi criado em 2017 e desde então já foram atendidos mais mais de cinco mil migrantes atendidos em cursos de português, oficinas de integração, apoio humanitário, formação de agentes de acolhimento e ações binacionais, que incluem atividades realizadas na Bolívia.
 

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