Cidades

FÁTIMA DO SUL

Vaca atola em várzea e bombeiros fazem resgate

Vaca atola em várzea e bombeiros fazem resgate

VICENTINA ONLINE

24/02/2012 - 11h10
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O Corpo de Bombeiros de Fátima do Sul foi chamado para resgatar uma vaca atolada em uma área de várzea no início da tarde de ontem (23), em Fátima do Sul. A ocorrência inusitada foi registrada em uma chácara.

De acordo com os bombeiros, a equipe teve dificuldade para levantar a vaca que estava atolada há pelo menos 4 horas. O animal pesa, aproximadamente, 600 quilos.

Depois de duas horas de algumas tentativas de resgate do animal, a vaca foi retirada sem maiores danos.

Copa do mundo

Ancelotti garante que empate na estreia da Copa não abala confiança

Técnico do Brasil crê que resultado não foi ruim e confia em melhora

14/06/2026 07h30

Ancelotti confia na melhora da seleção

Ancelotti confia na melhora da seleção Divulgação

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O técnico Carlo Ancelotti foi sucinto na entrevista coletiva que concedeu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, após o empate da seleção brasileira com Marrocos, por 1 a 1, na estreia da Copa do Mundo. Apesar da cara fechada e de respostas mais curtas que o usual, o italiano garantiu que a confiança do elenco segue inabalada.Ancelotti confia na melhora da seleçãoAncelotti confia na melhora da seleção

"O primeiro tempo foi difícil. A equipe estava ansiosa, com muitas bolas perdidas. Fizemos um segundo tempo muito melhor. O resultado não é mau. A Copa não se ganha no primeiro jogo", comentou o treinador.

"A confiança é total. No futebol, nem tudo sai perfeitamente. A estreia, por muitas razões, pode não sair como se quer. O objetivo é classificarmos, passarmos da fase de grupos e melhorarmos com o tempo", acrescentou.

Durante a entrevista, Ancelotti foi questionado sobre as escolhas de Ibañez (que é zagueiro de ofício) para a lateral direita e Igor Thiago para o comando do ataque no time titular. Ele também teve de responder sobre a opção por manter o atacante Endrick no banco. O treinador optou por não entrar em detalhes.

"Não estou aqui para falar individualmente de jogadores. Falei que a escalação inicial não é a que termina o jogo. E quem entrou fez um bom jogo", avaliou o italiano.

O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C, que tem jogos nos Estados Unidos e ainda conta com a Escócia. Segundo Ancelotti, há possibilidade de a formação titular ser diferente da que encarou Marrocos.

"[A escalação] Pode mudar, dependendo das características do rival", resumiu.

O técnico aguarda, ao longo da semana, a presença de Neymar aos treinos. O atacante se recupera de uma lesão na panturrilha direita e ainda não foi a campo desde a convocação para a Copa.

Empate sofrido

A caminhada em busca do hexa da Copa do Mundo iniciou dramática para o Brasil. Neste sábado (13), a seleção verde e amarela empatou por 1 a 1 com Marrocos no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Essa foi a partida de abertura do Grupo C, que ainda tem Haiti e Escócia. As duas seleções ainda se enfrentam na rodada.Ancelotti confia na melhora da seleçãoAncelotti confia na melhora da seleção

A expectativa era de um confronto difícil. Se a equipe brasileira ocupa o sexto lugar do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), a marroquina aparece logo atrás e vem de uma semifinal no último Mundial, no Catar.

A seleção de Carlo Ancelotti foi dominada na maior parte da etapa inicial e sofreu o gol, em contra-ataque veloz dos africanos. O time brasileiro não se encontrava em campo e errava muito. Vinícius Júnior, porém se destacava. Parecia mais à vontade no jogo e em jogada individual empatou com um belo gol.

O Brasil até teve maior presença ofensiva nos 45 minutos finais, mas sem eficiência suficiente. Mudanças no time no segundo tempo melhoraram a saída de bola e deram mais volume de jogo para a Seleção, mas não o suficiente para virar o jogo. Em um confronto que prometia ser muito equilibrado, a lógica prevaleceu.

Fim do mistério

Ancelotti fez mistério ao longo da semana e evitou dar pistas da escalação nos 15 minutos diários aos quais a imprensa tinha acesso nos treinos. As maiores dúvidas foram sanadas cerca de uma hora e meia antes de a bola rolar, com a divulgação dos titulares. A opção foi por Ibañez no lugar de Wesley, cortado por lesão, e de Igor Thiago no comando do ataque.

Primeiro tempo no lucro

A partida iniciou com Marrocos no controle das ações. A seleção africana ocupou o campo de ataque e pressionou a saída de bola, aproveitando o nervosismo do Brasil, que encontrava dificuldades para trocar passes e cometia erros em sequência. Em 15 minutos, os Leões do Atlas (como é conhecido o time marroquino) já tinham seis chutes, ainda que nenhum de grande perigo, e mais de 55% de posse.

Quando os brasileiros pareciam se encontrar no jogo, veio o gol marroquino. Aos 20 minutos, Bilal El Khannous desarmou Lucas Paquetá, que não conseguiu dominar o passe forte de Ibañez, e deu início ao contra-ataque. O também meia Brahim Diaz recebeu pelo meio e lançou Ismael Saibari. O atacante superou a dupla de zaga na velocidade e tocou por cobertura, na saída de Alisson.

O gol deixou o Brasil ainda mais tenso em campo, sem conseguir ajustar a marcação, frágil e lenta. Marrocos aproveitou e sufocou o time de Ancelotti na defesa. Para complicar, Ibañez e Casemiro receberam cartões amarelos e ficaram pendurados, sob risco de expulsão.

Parecia que somente a qualidade individual recolocaria a seleção brasileira no jogo. E ela veio com Vinícius Júnior. Aos 31, o camisa 7 recebeu do volante Bruno Guimarães na área pela esquerda, driblou o meia Neil El Aynaoui e bateu forte e cruzado para deixar tudo igual. Um belo gol em Nova Jersey.

Mais calmos, os brasileiros conseguiram equilibrar o jogo e trocar mais passes. Marrocos não abdicou do ataque, mas a partida perdeu intensidade. A melhor chance antes do intervalo foi um voleio de Lucas Paquetá, dentro da área pela direita, após cruzamento de Douglas Santos pela esquerda, que o goleiro Yassine Bono defendeu.

Brasil melhora

Para o segundo tempo, Ancelotti trocou os amarelados Ibañez e Casemiro para entradas de Danilo e Fabinho. Mais ligado, o Brasil voltou do intervalo se lançando a frente, conseguindo diminuir o espaço de Marrocos. Aos seis minutos, na sequência de uma cobrança de lateral rápida pela esquerda, Igor Thiago recebeu na área e chutou forte, em cima de Bono, que espalmou no susto. Foi o único lance de perigo do camisa 25 na partida.

Atrás de mais mobilidade no setor ofensivo, o técnico italiano fez outras duas mudanças, tirando Igor Thiago, que errou praticamente tudo no jogo, e Lucas Paquetá. No lugar deles, entraram Matheus Cunha e Luiz Henrique. Por fim, Bruno Guimarães deu lugar a Danilo Santos.

Com as alterações, o Brasil tomou conta do campo marroquino, mas sem conseguir acertar o último passe, ou seja, concluir com efetividade. Rafinha, outro que acertou pouco na partida, ainda teve a chance da redenção na reta final do jogo. Recebeu de Vinícius Júnior na grande área, com espaço, mas não acertou em cheio o chute, que parou nas mãos de Bono.

Nos instantes finais, os Leões do Atlas ainda obrigaram Alisson a duas grandes defesas. Primeiro, em chute de El Aynaoui de fora da área. Depois, antecipando-se ao atacante Ayoube Amaimouni no rebote na pequena área, salvando a seleção canarinho da derrota.

O próximo compromisso será na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No mesmo dia, mas às 19h, Marrocos pega a Escócia no Gillette Stadium, em Boston.

CAMPO GRANDE

Federação de MS homenageia até Neymar e ignora 'prata da casa'

Seleção brasileira masculina de futebol fez sua estreia na Copa do Mundo de 2026 sem a cara de Ederson, chamado por Ancelotti aos "45 do 2° tempo" e "esquecido" entre craques em casa

13/06/2026 21h00

Imagem da mascote onça-pintada

Imagem da mascote onça-pintada "Vitória" e dizeres como "isso aqui é Brasil", ilustram banner que têm até Neymar e ignora Éderson Marcelo Victor/Correio do Estado

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Volante campo-grandense que integrou-se à delegação da seleção brasileira nos Estados Unidos graças à convocação aos "45 do segundo tempo" por Carlo Ancelotti, Éderson dos Santos, de 26 anos, ainda não aparece entre os craques que ornamentam a sede da Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul (FFMS), "prata da casa" esse ignorado localmente pelo menos até a estreia do Brasil na Copa de 2026. 

Quem passa pela rua 14 de Julho, na região central de Campo Grande, antes mesmo da Copa começar e do volante "prata da casa" Ederson ser convocado pela selação no lugar do lateral Wesley, nota que a sede da Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul está na torcida pelo hexa. 

No local, além da mascote da FFMS, a onça-pintada "Vitória", a Federação do Mato Grosso do Sul colocou um banner que cobre todo o portão de elevação com os dizeres: "bate no peito", "isso aqui é Brasil" e dizendo ao campo-grandense que "tá liberado acreditar". 

Ederson não pisou em campo na estreia, entretanto, a fachada que já possui o busto centralizado do atacante lesionado sem condições de entrar para o jogo de estreia, Neymar Jr., e de figuras como a do também volante Casemiro e do dono do primeiro gol do Brasil na Copa de 2026, Vinicius Jr., ainda não providenciou uma imagem do campo-grandense. 

Imagem da mascote onça-pintada "Vitória" e dizeres como "isso aqui é Brasil", ilustram banner que têm até Neymar e ignora Éderson Fachada da FFMS até estreia do Brasil ainda não tinha rosto do "prata da casa" na decoração. Foto: Marcelo Victor

Recentemente, inclusive, a FFMS anunciou "reforço" no setor de comunicação com o objetivo de ampliar a conexão com o futebol sul-mato-grossense, porém, procurada através de emails disponíveis na página de seu site oficial, a Federação não deu retorno se planeja celebrar a convocação do campo-grandense também com um banner e, se sim, levando em consideração o tempo de confecção, se há a possibilidade de ser fixada antes do fim da fase de grupos. Até o fechamento da matéria não foi obtido retorno. 

Torcida local

Em Campo Grande, a chuva que atingiu a Capital neste sábado (13) deixou muitos torcedores brasileiros desconfiados de que ela pudesse voltar na hora do jogo do Brasil contra Marrocos, o que fez com que a estrutura da "Cidade da Copa" instalada na Esplanada Ferroviária contasse com menos de 100 pessoas até por volta das 17h.

A Prefeitura da Capital, por meio da Fundação Municipal de Esportes, esperava que milhares de pessoas pudessem comparecer ao evento, porém a chuva quebrou essa expectativa do local que conta com praça de alimentação, feira criativa, espaço para crianças, telão de alta definição para transmissão da partida, banheiros, equipe de segurança, etc. 

A ideia neste espaço é que, durante os jogos, também sejam disponibilizadas cadeiras para idosos e gestantes, além de espaço reservado para pessoas com deficiência (PCDs).

Apesar do medo da chuva estragar a festa, alguns torcedores optaram por assistir o jogo da Seleção Brasileira em bares, como verificado in loco pelo Correio do Estado, onde a torcida se dividia entre descrentes e aqueles esperançosos que ainda acreditam na conquista do hexa. 

 

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