Quinta, 23 de Novembro de 2017

Traficantes de MS presos com 550 kg de cocaína e armas

3 FEV 2010Por DA REDAÇÃO07h:34
Agentes da Polícia Federal apreenderam em São Paulo cerca de 550 quilos de cocaína, carregamento esse encontrado em poder de traficantes de Mato Grosso do Sul. Além do entorpecente, os policiais apreenderam granadas explosivas, armas, munições, dinheiro e vários veículos. Três pessoas, que tiveram seus nomes mantidos em sigilo pela PF, foram presas durante a operação. Segundo a Polícia Federal, investigações preliminares indicavam a possível chegada, em São Paulo, de um veículo transportando cocaína a partir de Mato Grosso de Sul. O local de entrega da droga seria na cidade de Arujá. Com a realização de novas diligências, na segunda-feira à noite, os federais identificaram um caminhão com placas de Dourados (MS) estacionado em frente do imóvel de número 167, da Rua Topázio. Um homem retirava sacolas do veículo e as transferia para dentro da casa. Os policiais entraram em ação e constataram que a carga desembarcada era cocaína, que pesada atingiu 550 quilos. Também foram encontrados no imóvel, em poder dos traficantes, dez granadas explosivas antitanque 62 milímetros, uma pistola calibre 380, uma pistola calibre 762, uma pistola calibre 22, um revólver calibre 22, dezenas de munição calibre 38, 11 veículos e aproximadamente R$ 95 mil em dinheiro. Ainda conforme a Federal, na residência, entre os veículos encontrados, havia uma Kombi, que guardava em um compartimento falso as sacolas contendo cocaína, retiradas de dentro do caminhão. Durante buscas realizadas no interior da casa, verificou-se que parte da droga estava escondida num fundo falso construído entre as paredes do imóvel, onde também foram achadas as dez granadas. A suspeita é de que a quadrilha fazia uso do local para esconder porções de drogas em fundos falsos dos veículos que depois transportariam a cocaína para outros locais. Foram presos em flagrante três homens, que responderão por crime de tráfico de drogas, cuja pena varia de cinco a 15 anos de reclusão. As investigações vão continuar.

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