Quarta, 22 de Novembro de 2017

Traçado da pista garante espetáculo no motocross

20 AGO 2010Por 05h:31
Eduardo Miranda

A pista desenhada pelo especialista norte-americano Justin Barclay para o Grande Prêmio Brasil do Mundial de Motocross, que acontece neste fim de semana em Campo Grande, é garantia de espetáculo para o público de 30 mil pessoas, quantidade esperada pelos organizadores da prova. “São muitas rampas e obstáculos, e a corrida será muito parecida com uma prova de supercross”, explicou o técnico da equipe italiana Garibaldi/Yamaha, Massimo Tomboni.
Enquanto montava a motocicleta do piloto finlandês Harri Kullas, décimo colocado no Mundial na categoria MX2, Tomboni deu detalhes do que espera para as baterias das categorias MX1 (450 cilindradas) e MX2 (250 cilindradas) marcadas para o próximo domingo. “Os pilotos só poderão treinar a partir de sábado, mas posso adiantar que é uma pista que exige muita potência, aceleração e habilidade”, explicou, antes de arriscar sua previsão de como os fãs do motocross reagirão. “As motocicletas vão ficar muito tempo paradas no ar. O público vai adorar”, acrescentou. No supercross, corrida semelhate ao motocross, em lugares fechados, as pistas são repletas de rampas, como a de Campo Grande.
Ontem, todos os pilotos que disputam o Mundial desembarcaram na Capital. Eles participaram de um evento promovido por patrocinadores.
O trabalho no local da prova ficou por conta dos mecânicos, que passaram o dia montando as motos mais modernas do planeta em seu segmento. “Toda a estrutura das principais motos do Mundial é feita de titânio e fibra de carbono, material que deixa as bikes (apelido para motocicletas, em inglês) 40 kg mais leves que uma moto de rua”, explicou Massimo Tomboni.

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