Domingo, 19 de Novembro de 2017

Tombamento de prédios também gera polêmica

16 JUL 2010Por 08h:49
Polêmica levantada na sessão de ontem, que teve a presença de comerciantes e de técnicos do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb), foi com relação aos prédios que podem ser tombados. Um dos anexos do projeto lista 22 bens passíveis de tombamento e 86 bens de interesse para a preservação histórico-cultural.
A diretora-presidente da Planurb, Marta Lúcia da Silva Martinez, explicou que não se trata do tombamento desses prédios, mas apenas a manifestação de que têm arquitetura relevante e importância histórica. “Se houver interesse no tombamento, será iniciado um processo, o proprietário será notificado, tudo será feito conforme a lei que já existe, a 3.525/98”.
Sobre a reivindicação dos comerciantes para que as regras de novos painéis na frente dos estabelecimentos sejam adotadas conforme as obras de revitalização avançarem, Marta ressaltou que, por enquanto, as obras abrangerão apenas a Rua 14 de Julho, enquanto as regras do Cidade Limpa valerão para toda a ZEIC.
A lei aprovada ontem prevê, além desses itens, um total de 94 ações, que custarão em torno de R$ 340 milhões, em dez anos de execução. As ações são para a valorização do espaço público, animação cultural, melhoria da gestão administrativa e ambiental e valorização do patrimônio histórico. (ST)

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