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Site diz ter descoberto fórmula secreta da Coca-Cola

Site diz ter descoberto fórmula secreta da Coca-Cola

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15/02/2011 - 18h00
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O site de um programa de rádio pública, nos Estados Unidos, revelou, nesta terça-feira (15), todos os ingredientes da receita mais bem guardada – há mais de 125 anos – do mundo: a fórmula da Coca-Cola.

Alguns dos ingredientes listados pelos produtores do programa de rádio This American Life (a vida americana, em tradução livre) são familiares para qualquer pessoa que já leu o rótulo do refrigerante: água, açúcar, ácido cítrico e caramelo. Mas ninguém imaginava que o refrigerante teria óleos de noz moscada e laranja, ou óleo de neroli. 

Segundo o site, a receita foi publicada em 1979 em um jornal local de Atlanta, nos Estados Unidos, onde fica a sede da empresa, mas ninguém parece ter prestado muito atenção na época. A reportagem de 32 anos de idade, que estava na página 28 do jornal , mostra a fotografia de uma fórmula que dizia ser a cópia da Coca-Cola. 

Aparentemente, a fórmula foi escrita por um farmacêutico, amigo do criador da Coca-Cola, John Pemberton, e teria sido passada de mão em mão ao longo de várias gerações. Atualmente, uma lata de Coca-Cola diz ter como ingredientes apenas "aromas naturais, incluindo cafeína, açúcar, ácido fosfórico e colorantes". 

O site consultou o historiador Mark Pendergrast, que escreveu sobre a história do refrigerante. Pendergrast, que diz acreditar que a fórmula pode ser verdadeira, disse que “certamente é uma versão da fórmula”. 

Veja abaixo a lista de ingredientes do famoso refrigerante divulgada pelo site:

Extrato líquido de folha de coca: 11,07 mililitros (ml) 

Ácido cítrico: 90 ml 

Cafeína: 30ml 

Açúcar: 30 (medida desconhecida) 

Água: 9,46 l 

Suco de limão: 0,946 l 

Baunilha: 28,35 g  

Caramelo: 42,525 g (a quantidade pode ser maior para dar cor)

O sabor secreto 7X (60ml do sabor 7x a cada 18,927 l de xarope)

Álcool: 240 ml 

Óleo de laranja: 20 gotas 

Óleo de limão: 30 gotas 

Óleo de noz-moscada: 10 gotas 

Coentro: 5 gotas 

Néroli (extrato de flor de fruta parecida com mexerica): 10 gotas 

Canela: 10 gotas

TRÁFICO DE DROGAS

PRF prende traficantes que transportavam mais de 600 kg de drogas na BR-262

Ao todo, os quatro criminosos levavam 85,6 kg de pasta base de cocaína e 532,4 kg de maconha, além de duas antenas de comunicação via satélite do tipo Starlink

05/05/2026 07h50

Flagrante aconteceu durante fiscalização de rotina no km 424 da BR-262

Flagrante aconteceu durante fiscalização de rotina no km 424 da BR-262 Foto: Arquivo / PRF

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Na noite desta segunda-feira (4), por volta das 22h. a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu quatro homens que traficavam pasta base de cocaína e tabletes de maconha, os quais totalizaram 618 kg de entorpecentes. Os criminosos foram presos em flagrante e autuados pelo crime de tráfico de drogas, o caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento da Cepol (Depac-Cepol).

Durante a fiscalização, na altura do km 440 da BR-262, a equipe policial recebeu informações de que dois veículos, um VW/T-Cross e um VW/Gol, transportavam drogas na rodovia.

Diante da informação, a equipe identificou o veículo suspeito no km 424 da BR-262. Ao ser emitida a ordem de parada, os condutores desobedeceram à determinação policial e fugiram em alta velocidade.

Para ampliar o cerco policial, a PRF acionou o Batalhão de Choque da Polícia Militar. Os veículos usados para o transporte das drogas foram abandonados no km 8 da rodovia MS-080, em área de zona rural.

Foram encontradas, no interior de ambos os automóveis, 79 tabletes de pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 85,6 kg e 532,4 kg de maconha, divididos em 231 buchas e 186 tabletes. Também havia duas antenas de comunicação via satélite do tipo Starlink, equipamento comumente utilizado para viabilizar comunicação em locais remotos, o que indica a estrutura logística organizada para o transporte interestadual de drogas.

Após realizarem varreduras e buscas nas imediações do local onde os veículos foram abandonados, os policiais localizaram e prenderam os quatro criminosos, identificados  como Murilo Henrique Sena Barbosa, Welligton da Silva Firmino, Rafael Alexandre de Lira e Andrews de Oliveira Palhano.

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casa nova

Pantanal registra remoção inédita de onça de dentro de cidade para área remota

Animal fez série de ataques a animais domésticos na área urbana de Corumbá e por isso foi capturada e removida para a região da Serra do Amolar

04/05/2026 19h00

Depois de ser caputara e passar por exames, onça foi levada à Serra do Amolar em helicóptero do Exército

Depois de ser caputara e passar por exames, onça foi levada à Serra do Amolar em helicóptero do Exército Rodolfo César

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Uma onça-pintada, que recebeu o nome de Corumbella, acabou sendo retirada de área urbana de Corumbá e levada para um território remoto no Pantanal, na região da Serra do Amolar neste domingo. Esse animal representa um capítulo inédito no Brasil e coloca o Pantanal em evidência com relação ao trabalho de integração entre ciência, uso de tecnologia e engajamento social para mitigar o conflito de grandes felinos com pessoas.

Para garantir a operação, houve planejamento de cerca de 4 meses, envolvimento de 10 instituições diretamente e uso de helicóptero do Exército Brasileiro para deslocamento de mais de 200 km.

Para permitir que o animal seja monitorado em vida livre e em uma área de quase 300 mil hectares, a onça-pintada recebeu um colar GPS/VHF, avaliado em cerca de R$ 70 mil. Esse equipamento pode ficar entre 6 meses a 2 anos em funcionamento ininterrupto e para a Corumbella, os pesquisadores esperam que haja um acompanhamento de pelo menos 12 meses. A tecnologia depende também de funcionamento de um servidor, mantido por empresa que fornece o equipamento.

Com o Sistema de Posicionamento Global (GPS), a localização da onça é capturada via satélite e as coordenadas de latitude e longitude são informadas a um servidor.

Já o sistema de rádio Very High Frequency (VHF) emite sinal que pode ser captado pelos pesquisadores com equipamento específico. Como a região onde ela foi solta fica na fronteira entre Brasil e Bolívia, a determinação de ponto de localização vai ser emitida independente do país.

“Diferentemente de outros resgates realizados, nesse avançamos pela possibilidade de monitoramento pós-soltura do animal por meio de um colar GPS/VHF. Nesse caso, a integração entre tecnologia, pesquisa e envolvimento social está permitindo gerar informações detalhadas sobre a espécie e fortalecer a conservação local, configurando um caso considerado inédito no Brasil”, divulgou o Grupo Técnico Onça Urbana Corumbá-Ladário, que é formado por 26 instituições, entre elas o IBAMA, ICMBio/CENAP, Instituto Homem Pantaneiro (IHP), Polícia Militar Ambiental de MS, Jaguarte, e pesquisadores associados.

O felino capturado no dia 2 de maio tem idade estimada de 4 anos, que é considerado adulto, pesou 72 quilos e teve a saúde em geral avaliada como “boa”. O animal foi submetido a uma série de exames entre os dias 2 e 3 maio para que fosse decidido qual o destino de soltura ou necessidade de algum tratamento, o que poderia ocorrer em Campo Grande. Como não houve identificação de problemas, a onça acabou sendo levada para a região da Serra do Amolar durante as primeiras horas do domingo (3).

Avistamentos e preocupação de moradores

O avistamento da Corumbella vinha sendo registrado em Corumbá, na região do Mirante da Capivara e na Cacimba da Saúde, por onde passa o Canal Tamengo, desde janeiro de 2025.

Com a tragédia que ocorreu na região do Touro Morto, em Aquidauana, quando o caseiro Jorge Ávalo foi atacado e devorado por uma onça-pintada em abril de 2025, os avistamentos em Corumbá ganharam outra repercussão.

A preocupação de moradores dessa região urbana de Corumbá com a proximidade do animal ficou maior. Além disso, a Corumbella chegou a predar dezenas de animais domésticos, aumentando a tensão entre o animal e a população.

“Diante da recorrência do comportamento de expansão de uso da paisagem antropizada (relacionado principalmente à predação de animais domésticos), foi definida a captura e remoção do animal. A medida já havia sido confirmada em março (2026) pelo ICMBio, por meio do CENAP (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros)”, detalhou o GT Onças Urbanas Corumbá-Ladário.

Para os pesquisadores e instituições que vêm acompanhando o caso de aparecimento de onças em áreas urbanas, essa aproximação registrada em Corumbá e também em outras partes do Brasil tem como resultado uma combinação de fatores ambientais e humanos.

“Temos indícios de que as mudanças climáticas e os incêndios florestais podem estar relacionados ao aparecimento da onça-pintada em áreas urbanas como Corumbá, embora não sejam os únicos fatores. Os eventos climáticos extremos — como as secas prolongadas — aumentam a ocorrência de incêndios no Pantanal, o que provoca perda de habitat, redução de abrigo e diminuição da oferta de presas naturais. Com isso, as onças podem ser forçadas a se deslocar para novas áreas em busca de alimento e água, aproximando-se de regiões urbanas ou periurbanas”, informaram os pesquisadores do GT.

O município de Corumbá foi atingido por graves incêndios florestais em 2020 e 2024. Além disso, o Mapbiomas apontou que o município pantaneiro sofreu uma redução de água em 261 mil hectares, o maior registro no Brasil, em 2023. “Após grandes incêndios, a paisagem fica alterada e menos capaz de sustentar a fauna, intensificando esses deslocamentos. Quando somados à expansão urbana e à presença de presas fáceis (como animais domésticos), esses fatores aumentam a chance de encontros com humanos”, informou a nota dos pesquisadores.

Depois de ser caputara e passar por exames, onça foi levada à Serra do Amolar em helicóptero do ExércitoCorumbela, que vinha atacando animais domésticos fazia mais de um ano, foi capturada sábado e exames apontaram que é sadia
Depois de ser caputara e passar por exames, onça foi levada à Serra do Amolar em helicóptero do ExércitoDepois de passar por uma série de exames e receber um colar para monitoramento, onça foi solta em uma área de 300 mil ha

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