Sistema de formação dos jovens aprendizes não atende demanda das empresas, afirma procurador do Trabalho
De modo geral, o sistema nacional não tem atendido à demanda de vagas das empresas por jovens aprendizes, segundo alertou na sexta-feira (20) o procurador do Ministério Público do Trabalho e coordenador de Erradicação do Núcleo do Trabalho Infantil e Regularização do Trabalho Adolescente no Ceará, Antonio de Oliveira Lima.
De acordo com o procurador do Trabalho, os programas de aprendizagem são de grande importância para o desenvolvimento dos jovens, mas precisam oferecer mais vagas.
A legislação estipula as condições e estabelece cotas de contratação obrigatória de adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, com possibilidade de trabalho com carteira assinada a partir dos 16 anos.Também são beneficiados portadores de necessidades especiais, sem limite máximo de idade.







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