Política

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Sindicatos e governo não chegam a acordo

Sindicatos e governo não chegam a acordo

folha online

04/02/2011 - 14h03
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Após três horas de reunião, o governo federal e as centrais sindicais não chegaram a um acordo sobre o reajuste do salário mínimo.

Ao final da conversa, representantes de entidades acusaram a presidente Dilma Rousseff de romper a política iniciada por Lula. O Executivo, por sua vez, não descartou apresentar uma proposta ao Congresso mesmo sem um acordo.

Os ministros Guido Mantega (Fazenda), Carlos Lupi (Trabalho) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) não abriram mão do valor fixado pela presidente, de R$ 545.

Diante disso, as centrais sindicais, que, antes da reunião admitiam negociar um valor abaixo dos R$ 580, recuaram.

"Se eles não sobem [o valor] de lá, nós não descemos daqui", disse o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique.

Os sindicalistas deixaram a reunião fazendo críticas a Dilma. O deputado Paulinho da Força (PDT-SP), presidente da Força Sindical, disse que a presidente está repetindo a política econômica de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e indo contra o legado de Lula.

"Quem manda é o mercado e isso é política do Fernando Henrique Cardoso. Eu saio dessa reunião frustrado. A impressão que tenho é de que o governo quer trocar a correção na tabela do imposto de renda pelo valor do salário mínimo, e isso não vamos aceitar", disse.

Mantega rechaçou o discurso do deputado. "Não tem rompimento nenhum. O governo está oferecendo o valor correto, nos critérios definidos por acordo 2007, assinado pelo governo e esses sindicalistas que estavam aqui", afirmou.

Segundo o ministro da Fazenda, o governo quer manter o acordo firmado há quatro anos. Ele estabeleceu uma política de valorização do salário mínimo, com correção baseada na inflação mais a variação do PIB de dois anos anteriores. 'E isso equivale rigorosamente a R$ 545', disse Mantega.

Gilberto Carvalho afirmou que, esmo sem acordo com as centrais, o governo levará a discussão para o Congresso Nacional. 'Aí vamos trabalhar junto à base aliada e à oposição para mostrar a correição dessa proposta'

Política

Silvio Costa Filho deixa Ministério de Portos e Aeroportos; Tomé Barros é novo ministro

A saída do cargo é obrigatória pela chamada desincompatibilização - prazo dado pela Justiça Eleitoral

31/03/2026 21h00

Crédito: Ministério de Portos e Aeroportos

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), deixou o cargo nesta terça-feira, 31, após ser exonerado em publicação em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O novo ministro de Portos e Aeroportos é o secretário-executivo da pasta, Tomé Barros Monteiro da Franca, que também foi nomeado em DOU Extra nesta terça.

A saída do cargo é obrigatória pela chamada desincompatibilização - prazo dado pela Justiça Eleitoral para os políticos deixarem seus cargos e serem candidatos nas eleições. O limite neste ano é 4 de abril.

Silvio deixou o cargo para se colocar no páreo para a disputa pela Câmara dos Deputados por Pernambuco, conforme anunciado em 19 de março por meio de publicação nas redes sociais.

O ministro tem 44 anos e, antes de anunciar que disputaria uma vaga na Câmara, planejava disputar pelo Senado, também por Pernambuco.

O ex-ministro fez a mudança a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As pesquisas mostravam baixo desempenho de Silvio para a Casa Alta.

Ele assumiu o ministério em setembro de 2023, durante reforma ministerial promovida por Lula para ampliar a participação de partidos do Centrão no governo. Substituiu Márcio França.

Silvio ocupava a cadeira de deputado federal desde 2018 e vinha manifestando gratidão ao presidente Lula por apoiar sua candidatura.
 

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SEM CANDIDATOS

Tereza Cristina e PP mantêm postura sobre não ter candidatos ao Senado em MS

A presidente do partido no Estado confirmou que a estratégia é seguir a escolha da direita e apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja (PL)

31/03/2026 20h50

Senadora Tereza Cristina

Senadora Tereza Cristina Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Na noite desta terça-feira (31), durante o ato de filiação do deputado federal Dagoberto Nogueira ao Partido Progressistra (PP), a senadora e presidente da sigla em Mato Grosso do Sul Tereza Cristina confirmou que não haverá candidato ao cargo de senador federal no Estado. 

Ao lado do governador Eduardo Riedel, a líder do partido no Estado confirmou que a estratégia do PP é seguir a escolha da direita e apoiar a candidatura de Reinaldo Azambuja, além de outro nome que ainda não foi decidido.

"O nosso candidato para senador é o Reinaldo Azambuja e ainda tem uma discussão sobre quem será o segundo candidato do nosso campo, da nossa aliança".

Sobre a formação da federação junto com o União Brasil, Tereza Cristina falou sobre o desafio de montar uma única chapa para estas eleições, dado que ambos os partidos possuem muitos postulantes. 

Para maximizar o número de eleitos, a federação busca alianças com outros partidos da direita, como o PL, Republicanos e possivelmente o PSDB.

"O nosso maior desafio é montar uma chapa competitiva para que possamos eleger o nosso governador, ter aí os nossos candidatos a deputados federais eleitos e os nossos candidatos estaduais. E como nós não temos senadores, temos uma ampla aliança com outros partidos, com o PL, com os Republicanos, talvez com o PSDB. Com essa aliança também, elegemos o maior número possível de candidatos a deputados estaduais, federais, governador, senador".

Questionada sobre as expectativas para as eleições, a senadora afirmou que a ideia do partido é eleger no mínimo dois deputados federais e com a possibilidade de um terceiro, dependendo da composição final da chapa. Já para os deputados estaduais, o PP tentará eleger seis membros.

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