Política

CASSAÇÃO

Rosinha Garotinho entra com recurso

Rosinha Garotinho entra com recurso

g1

29/09/2011 - 15h51
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Rosinha Garotinho entrou com um recurso na Justiça contra a cassação do diploma de prefeita de Campos, no Norte Fluminense. O vice-prefeito, Francisco Arthur de Souza Oliveira, além do deputado federal Anthony Garotinho e três realistas também entraram com recurso. Todos estão inelegíveis, segundo a decisão de quarta-feira (28).

De acordo com o TRE, eles foram condenados por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação.

O ex-governador Anthony Garotinho negou as acusações e disse que a decisão da juíza foi arbitrária.

Durante a madrugada, Rosinha Garotinho afirmou que chamou os partidários para ocupar a prefeitura. “Eu convoquei a população, aqueles que puderem pra estar resistindo junto comigo”, disse a prefeita cassada. “Eu não vou aceitar de braços cruzados, estou indignada e quero demonstrar a minha indignação e vou permanecer aqui dentro da prefeitura”, completou.

Quem assume, pela segunda vez em menos de dois anos, é o presidente da Câmara de Vereadores, Nelson Naim.

No ano passado, Rosinha foi afastada do cargo pelo mesmo motivo, mas sete meses depois a Justiça entendeu que ela poderia responder ao processo no cargo.

Protesto fecha a BR-101
Durante a madrugada, manifestantes fecharam os dois sentidos da BR-101, na altura de Ururaí, em Campos, para protestar contra a saída da prefeita. Eles colocaram fogo em pneus, galhos de árvores e camas. A manifestação durou cerca de três horas e a Polícia Rodoviária Federal foi chamada.

Viaturas policiais que traziam oficiais do Rio ficaram impedidas de passar e um policial chegou a atirar para o alto para conter os manifestantes. No fim da madrugada, os bombeiros apagaram as chamas e o trânsito foi liberado.

LAÇOS

Ministro diz a jornal que Alcolumbre está aberto a recompor relação com Lula

Guimarães disse que Alcolumbre também não deve impor obstáculos para avançar, até outubro, com a PEC que acaba com a escala 6x1

31/05/2026 20h00

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) Divulgação/ Agência Brasil

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Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), está disposto a recompor a relação com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Guimarães disse que Alcolumbre também não deve impor obstáculos para avançar, até outubro, com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição dos salários. O governo pretende usar a pauta como bandeira na campanha à reeleição.

O ministro disse que o presidente do Senado está aberto ao diálogo. "Ele diz, reiteradamente: quer sentar com o presidente e recompor a relação. É isso."

Guimarães reconheceu ao jornal que o presidente do Senado teve papel na derrota do advogado-geral da União, Jorge Messias, na indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mesmo assim, disse que o governo "aprumou o passo" depois do revés.

6x1

Após a aprovação do fim da escala 6x1 na Câmara, na última quarta-feira, Guimarães afirmou que o Senado não deve dificultar a tramitação da proposta.

Segundo ele, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já conversou com Alcolumbre. "Nós vamos conversar. Do jeito que está o texto, o ideal seria levar direto para o plenário. Vai depender do Davi, porque a oposição quer retardar", disse. "Eu e o Hugo estamos trabalhando para buscar um encaminhamento que permita a votação imediata, sem protelamento no Senado", completou.

O ministro afirmou ainda que o tema será importante na eleição deste ano. "Aplicamos uma enorme derrota ao bolsonarismo. É o tema que mais vai pesar daqui para a frente. Mais de 70% da população é favorável."

A respeito de avaliações de que o fim da escala 6x1 poderá elevar custos, Guimarães disse que, na visão dos críticos, "tudo o que o governo faz é eleitoral."

Decisão dos EUA sobre PCC e CV

Na avaliação do ministro, a decisão dos Estados Unidos de classificar CV e PCC como terroristas não gera impacto eleitoral Para ele, a medida é uma ameaça à soberania. "Ninguém pode invadir o Brasil a pretexto de combater o crime organizado. Por que o governo americano não incluiu nessa classificação os milicianos?", questionou.

Segundo Guimarães, ajudar o Brasil no combate às facções é bem-vindo, mas respeitando as regras e os caminhos do governo brasileiro.

Agenda

José Guimarães disse também que, se pudesse definir a agenda do Senado até a eleição, priorizaria a votação de minerais críticos, a PEC da Segurança e o fim da escala 6x1, evitando 'pautas-bomba'.

BC e Galípolo

Sobre o Banco Central, afirma que não se trata de decepção com o presidente da instituição, Gabriel Galípolo. Ele criticou, no entanto, o atual nível de juros no Brasil, dizendo que a inflação está sob controle há três anos e que as taxas altas travam um crescimento mais forte.

eleição

Colômbia vai às urnas neste domingo (31), com possível guinada à direita

Na ampla lista de candidatos, as pesquisas mostraram uma corrida acirrada entre três líderes: o governista Iván Cepeda e os opositores Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia

31/05/2026 09h45

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Em meio a alertas por violência de grupos armados ilegais e uma campanha marcada pela divisão entre continuar ou reverter as políticas do presidente Gustavo Petro, os colombianos vão às urnas neste domingo para eleger um novo governante entre uma lista de 11 candidatos.

Na ampla lista de candidatos, as pesquisas mostraram uma corrida acirrada entre três líderes: o governista Iván Cepeda e os opositores Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia, deixando para trás até agora outros candidatos que representam setores mais moderados.

Cepeda, senador e candidato pelo governista Pacto Histórico, prometeu aprofundar a agenda política de Petro, ampliando programas sociais e continuando com as reformas do sistema previdenciário e trabalhista, enquanto busca que o Congresso aprove a polêmica reforma da saúde.

Enquanto isso, Valencia, afilhada política do ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010), e De la Espriella, simpatizante de Donald Trump e Nayib Bukele, prometeram dar ao país uma guinada para priorizar a austeridade do Estado e a mão dura contra os grupos armados ilegais e os narcotraficantes.

Entre os líderes, Cepeda é o único que continuaria com a política de "paz total" com a qual Petro iniciou diálogos paralelos com os grupos revolucionários ilegais, aos quais ainda não conseguiu desarmar.

O próximo inquilino do palácio presidencial deverá governar em um país com cerca de 27 mil insurgentes, segundo cálculos da Fundação Ideias para a Paz, um centro de pesquisa sobre o conflito interno. Uma década após a assinatura do acordo de paz com as extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o país ainda lida com dissidências dessa guerrilha e outros grupos armados como o cartel Clã do Golfo e a guerrilha Exército de Libertação Nacional, alimentados pelo narcotráfico e a mineração ilegal.

Os locais de votação serão abertos às 10h e fecharão às 18h, ambos os horários são de Brasília. No total, 41,4 milhões de colombianos estão habilitados para votar. A Registraduría Nacional iniciará hoje a contagem dos votos, sem horários fixos para entregar o resultado inicial, que tem uma função informativa e que nos dias posteriores será verificado durante a apuração em que será declarada a eleição.

A jornada eleitoral contará com aproximadamente 1, 5 mil observadores de organizações e missões internacionais que vigiarão sua transparência, incluindo o Centro Carter e a União Europeia.

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