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Corumbá

Rita Lee agita noite no Festival América do Sul

Rita Lee agita noite no Festival América do Sul

Notícias MS

01/05/2011 - 13h08
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“Hoje é dia do rock e a noite é uma criança!”, assim a cantora Rita Lee deu as boas-vindas para o público de Corumbá em seu show que fez lotar a praça Generoso Ponce. Na noite mais fria da oitava edição do Festival América do Sul, o rock ando roll da “vovó” Rita manteve as altas temperaturas da Cidade Branca com o calor humano dos fãs que se aglomeraram para ver mais de perto a artista que subiu ao Palco das Américas na noite de ontem.

A apresentação agradou ao público que foi para o festival para ouvir os clássicos da cantora. O show começou no ritmo de “Agora só falta você”, a frase que titula a canção deu o mote para Rita agradecer por estar em Corumbá. “Até que enfim vocês me convidaram... eu estava há anos esperando para vir neste festival maravilhoso”, disse a cantora que deu seu boa noite para o público em espanhol, entrando no espírito da América do Sul celebrada no evento.

“Deixa eu me apresentar: sou a irmã gêmea de Ozzy Osbourne”, declamou Rita Lee reforçando. “Vida de roqueiro é um clichê: ou morre de overdose ou entra numa seita ou vira um dinossauro!”, completou dizendo que o último caso é o dela e prometeu, como dinossauro que é, voltar no ano que vem. Assim levou os fãs a cantarem com ela “Ovelha Negra”.

O show teve ainda outros clássicos da cantora, como “Saúde”, “Ti-ti-ti”, “Flagra”, “Doce Vampiro” entre outros. Além disso a artista encantou com sucessos que vão de Beatles a Mutantes e apresentou a performance de Nick Goulart como cover de Michael Jackson.

“Deixa eu me apresentar: sou a irmã gêmea de Ozzy Osbourne”, declamou Rita Lee reforçando. “Vida de roqueiro é um clichê: ou morre de overdose ou entra numa seita ou vira um dinossauro!”, completou dizendo que o último caso é o dela e prometeu, como dinossauro que é, voltar no ano que vem. Assim levou os fãs a cantarem com ela “Ovelha Negra”.

O show teve ainda outros clássicos da cantora, como “Saúde”, “Ti-ti-ti”, “Flagra”, “Doce Vampiro” entre outros. Além disso a artista encantou com sucessos que vão de Beatles a Mutantes e apresentou a performance de Nick Goulart como cover de Michael Jackson.

LUTO

Ex-paquito Robson Barros morre aos 57 anos; Xuxa e colegas lamentam

A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte

21/06/2026 23h00

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos

Robson Barros (do meio) morreu neste sábado, aos 57 anos Foto: Reprodução

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Robson Barros, ex-paquito dos programas de Xuxa Meneghel na década de 1980, morreu no sábado, 20, aos 57 anos de idade. A família informou o fato em seu perfil de Instagram, mas não divulgou a causa da morte.

O velório ocorreu no cemitério Parque Morumby, e o sepultamento no cemitério de Congonhas, em São Paulo, neste domingo, 21.

A morte de Robson Barros foi lamentada por diversos colegas, fãs e amigos, incluindo Xuxa.

A apresentadora publicou um vídeo em que ele canta no Xou da Xuxa como homenagem.

"Meu Robson Paulistinha. Você foi e é um cara incrível. Que Deus te receba com um sorriso lindo e muito carinho. Você merece todos os aplausos, meu eterno paquito. Te amamos", escreveu ela.

"Robson é um dos caras mais legais que eu conheci. Descansa, meu querido", postou Juliana Baroni.

Andréa Sorvetão, outra ex-paquita, relembrou uma foto ao lado do colega: "Querido e amado amigo Robson Barros! Sem palavras! Triste demais."

Quem eram os 'paquitos' de Xuxa, como Robson Barros

Além de assistentes de palco de Xuxa, os paquitos - versão masculina das famosas paquitas, que já a acompanhavam há algum tempo - também tiveram carreira musical, lançando discos entre o fim dos anos 1980 e início dos 1990.

Além de Robson Barros, integraram o grupo Paquitos Marcello Faustini, Egon Júnior, Alexandre Canhoni, Yuri Martins e Cláudio Heinrich (que chegou a protagonizar a novela Uga Uga anos depois)

Confira abaixo uma imagem publicada no Instagram de Robson Barros referente à época em que ele ainda era um 'paquito' de Xuxa.

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Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado.

21/06/2026 18h30

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Foto: Divulgação

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Poucas gerações se preocuparam tanto com a felicidade dos filhos quanto a atual. Queremos protegê-los das frustrações, evitar sofrimentos e oferecer oportunidades que talvez não tenhamos tido. A intenção é legítima. O problema começa quando transformamos a felicidade em uma obrigação permanente.

Na tentativa de ver os filhos felizes, muitos pais passam a interpretar tristeza, raiva, medo ou decepção como sinais de que algo está errado. Correm para resolver conflitos, antecipam soluções e tentam eliminar qualquer desconforto. Mas crescer envolve justamente aprender a lidar com emoções difíceis.

A vida não é composta apenas por momentos agradáveis. Perder um jogo, receber um “não”, enfrentar uma decepção amorosa ou não conseguir alcançar um objetivo fazem parte da experiência humana. Quando impedimos nossos filhos de viver essas situações, também limitamos a oportunidade de desenvolver recursos emocionais para enfrentá-las.

Resiliência não nasce da ausência de dificuldades. Ela se constrói quando a criança atravessa desafios e descobre que é capaz de suportá-los. Isso não significa abandonar ou minimizar o sofrimento. Significa acolher emoções sem precisar eliminá-las imediatamente.

Existe uma diferença importante entre proteger e superproteger. Proteger é oferecer segurança e apoio. Superproteger é impedir que a criança experimente situações compatíveis com sua idade e desenvolva autonomia emocional.

Como pais, nosso papel não é garantir felicidade constante. É ajudar nossos filhos a construir ferramentas para lidar com os altos e baixos da vida. Afinal, saúde emocional não significa estar feliz o tempo todo. Significa reconhecer sentimentos, expressá-los de forma saudável e seguir em frente apesar deles.

Talvez uma das maiores demonstrações de amor seja permanecer ao lado dos filhos quando eles sofrem, sem a necessidade de apagar imediatamente a dor. Porque crescer emocionalmente não depende da ausência de frustração, mas da capacidade de atravessar.

@vanessaabdo7

Coluna Desatando Nós: O filho não precisa ser feliz o tempo todo Dra. Vanessa Abdo - Divulgação

 

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