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Rio Brilhante representou MS no Seminário da Olimpíada da Língua Portuguesa

Rio Brilhante representou MS no Seminário da Olimpíada da Língua Portuguesa

DA REDAÇÃO

19/09/2011 - 18h30
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A professora Mirian Hammes, da Escola Estadual Fernando Correa da Costa, município de Rio Brilhante, foi a única professora representante do Estado de Mato Grosso do Sul no Seminário da Olimpíada da Língua Portuguesa. Ela foi selecionada a nível Nacional, para apresentar o trabalho enquanto professora em sala de aula a partir de situações concretas. O evento é denominado “Escrita em Foco: uma reflexão em várias vozes”.

O processo de seleção se deu através do relato da prática, na qual 380 professores de todo o Brasil foram convidados, dos quais 130 relatos foram selecionados e 25 práticas foram acompanhadas presencialmente e virtualmente através de tutoria. Dentre estes 25, foi contemplado o trabalho da professora Mirian, sendo a única representando do Estado de MS. A Escola Estadual Fernando Correa da Costa recebeu a visita da Sr. Edí Fonseca, representante deste maravilhoso Evento, a qual esteve com a prof. Mirian durante dois dias consecutivos, conhecendo a Escola e o trabalho da professora, conversando, inclusive, com os alunos, com a Direção, Coordenação e demais professores.

Este seminário foi realizado em Brasília (29/30/01) e contou com a presença da Secretária da Educação Básica do Mec, representantes das Secretarias Estaduais de Educação, entre tantos outros ilustres profissionais da área da Educação, como Carlos Alberto Faraco, que prestigiou o trabalho da professora.

Ao final deste evento foi elaborado um documento que sintetiza as propostas para as políticas públicas de Ensino de Língua Portuguesa no Brasil, uma iniciativa do Ministério da Educação da Fundação Itaú Social, com a coordenação técnica do Cenpec e em parceria com o Consed, a Unidime e o Canal Futura. 

De Boston ao Brasil

Menopausa e lipedema: o alerta de Harvard que muda tudo

Dra. Mariana Vilela defende em sua prática clínica: o cuidado com a saúde da mulher especialmente no contexto da menopausa e das alterações metabólicas exige precisão, individualização e uma base científica sólida

31/03/2026 10h05

Dra. Mariana Vilela, uma referência consolidada na saúde feminina no Brasil, esteve em Boston como uma das únicas representantes do Centro-Oeste na Harvard Medical School

Dra. Mariana Vilela, uma referência consolidada na saúde feminina no Brasil, esteve em Boston como uma das únicas representantes do Centro-Oeste na Harvard Medical School Reprodução

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Na última semana, a Dra. Mariana Vilela, uma referência consolidada na saúde feminina no Brasil, esteve em Boston como uma das únicas representantes do Centro-Oeste na Harvard Medical School. Ela participou do WHAM (Women’s Health and Menopause), um dos encontros mais significativos do mundo sobre saúde feminina, longevidade e medicina baseada em evidências.

Mais do que uma simples viagem, essa experiência foi uma verdadeira imersão. Boston tem uma atmosfera singular: é uma cidade onde a ciência não é apenas discurso é prática. Aqui, ideias não são apenas discutidas, mas testadas, refinadas e, quando validadas, transformadas em diretrizes que impactam o mundo inteiro. 

Esse cenário mudou tudo. O que se observa é uma medicina que não se deixa guiar por tendências, modismos ou opiniões isoladas. Trata-se de uma abordagem construída sobre fisiologia, dados robustos e responsabilidade clínica. É uma medicina que busca profundidade e não atalhos.

Durante essa imersão, ficou ainda mais evidente um ponto que a Dra. Mariana Vilela defende em sua prática clínica: o cuidado com a saúde da mulher especialmente no contexto da menopausa e das alterações metabólicas  exige precisão, individualização e uma base científica sólida. Não há espaço para simplificações.

Os grandes nomes da endocrinologia e da saúde feminina discutem, hoje, não apenas reposição hormonal, mas também:

  • Estratégias Metabólicas Integradas: A importância de considerar todos os aspectos da saúde.
  • Impacto Inflamatório Sistêmico: Como a inflamação afeta a saúde global.
  • Relação entre Composição Corporal e Risco Cardiovascular: A conexão vital entre saúde metabólica e cardiovascular.
  • Novas Abordagens Farmacológicas: Inovações como as terapias incretínicas.
  • Construção de Longevidade com Qualidade: Viver mais e viver melhor.

Há um movimento claro em direção a uma medicina preditiva e personalizada, baseada em dados. Essa mudança já começou.

A Dra. Mariana Vilela retorna ao Brasil com a convicção de que não se trata apenas de seguir o mercado, mas de definir o padrão. Quando se entende profundamente a fisiologia, a conduta deixa de ser tentativa e passa a ser uma estratégia bem fundamentada. Quando a ciência é levada a sério, promessas se transformam em resultados concretos.

Essa é a medicina em que ela acredita. Essa é a medicina que aplica. E é essa abordagem  mais rigorosa, responsável e comprometida com resultados reais  que está trazendo na bagagem.

Nosso lema é que a saúde se constrói, e buscamos a qualidade ouro para nossos pacientes selecionados. Se isso faz sentido para você, siga-nos nas redes sociais e descubra mais sobre nosso dia a dia!

MATO GROSSO DO SUL

Nova ponte no Rio do Peixe vai demorar 1 ano e custar R$ 13,2 milhões

Obra foi contratada em caráter emergencial após queda da estrutura; enquanto isso, travessia segue com passarela provisória e rotas alternativas

31/03/2026 09h45

A obra foi contratada junto à empresa Paulitec Construções Ltda. e inclui tanto a elaboração do projeto quanto a execução da nova estrutura

A obra foi contratada junto à empresa Paulitec Construções Ltda. e inclui tanto a elaboração do projeto quanto a execução da nova estrutura Reprodução/ Redes Sociais

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Mais de um mês após a queda da ponte sobre o Rio do Peixe, na MS-080, em Rio Negro, o Governo de Mato Grosso do Sul oficializou a contratação emergencial para reconstrução da estrutura. Publicação no Diário Oficial desta terça-feira (31) aponta que a nova ponte terá custo estimado de R$ 13,2 milhões e prazo de execução de até 360 dias.

A obra foi contratada junto à empresa Paulitec Construções Ltda. e inclui tanto a elaboração do projeto quanto a execução da nova estrutura. A medida ocorre após o reconhecimento da situação de emergência no município, decretada no fim de fevereiro.

Paralelamente, o Exército avalia a instalação de uma ponte provisória do tipo LSB (Ponte de Acesso Logístico), conhecida como “ponte de guerra”, que permite a retomada do tráfego.

O modelo metálico é utilizado em situações emergenciais e tem capacidade para suportar até 80 toneladas, podendo ser montado rapidamente. Conforme publicado na rede social do 9º Batalhão de Engenharia de Combate, a obra já foi iniciada e ontem (30), o 9º BE Cmb enviou mais uma parte do material para lançamento da ponte. Veja o vídeo abaixo: 

 

 

Relembre

A ponte cedeu na manhã do dia 22 de fevereiro, na altura do km 145 da MS-080, enquanto uma carreta realizava a travessia. Parte do veículo chegou a despencar no rio, ficando pendurado entre o asfalto e a água. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

De acordo com o governo do Estado, o desabamento foi causado pela combinação entre o excesso de peso do caminhão e o desgaste da estrutura, agravado pelo alto volume de chuvas registrado ao longo daquele mês. No início de fevereiro, Rio Negro foi atingido por cerca de 250 milímetros de chuva, o que já havia comprometido trechos da rodovia.

A MS-080 é uma das principais ligações da região, conectando Campo Grande a municípios como Rochedo, Corguinho e Rio Negro, além de ser rota importante para o escoamento da produção rural.

Desde a queda da ponte, o trecho permanece interditado para veículos. Motoristas passaram a utilizar desvios por rodovias como a BR-163, via São Gabriel do Oeste, e a BR-419, sentido Corumbá.

Também foram abertas rotas alternativas por estradas vicinais, permitindo apenas o tráfego de veículos leves. Caminhões seguem impedidos de circular pelo local, o que tem impactado diretamente produtores e o transporte de cargas.

Nos primeiros dias após o acidente, a travessia de pedestres passou a ser feita com o auxílio de barcos.

Já na última semana, o Exército Brasileiro instalou uma passarela provisória sobre o Rio do Peixe, permitindo a passagem a pé entre as margens. A estrutura foi montada por cerca de 20 militares e deve permanecer no local por até oito meses, funcionando das 6h às 18h.

Apesar da medida, a travessia segue limitada e não resolve o principal problema da região: o bloqueio para veículos.

Obra definitiva

Com a contratação emergencial publicada, a reconstrução definitiva da ponte entra agora na fase formal. O contrato prevê vigência de 360 dias a partir da assinatura.

Até lá, a população deve continuar dependendo de outras soluções, enquanto aguarda a liberação completa da rodovia.

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