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Redes sociais estão acabando com a vida sexual das pessoas, diz pesquisa

Redes sociais estão acabando com a vida sexual das pessoas, diz pesquisa

TECHTUDO

23/12/2012 - 23h00
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Pesquisa realizada pelo site "Broadbandchoices" afirma que grande percentual dos adultos britânicos acessa redes sociais por meio de notebooks, smartphones e tablets quando vão para a cama, resultando em diminuição de horas de sono diárias e também de suas frequências sexuais.

Quando dormir?
Os dados colhidos neste estudo informam que, em média, dorme-se hoje uma hora e meia a menos do que há uma década. E os culpados? Majoritariamente, Twitter e Facebook, existindo ainda outros dispersores por toda a Internet. Enquanto em 2002 a população adulta da Grã-Bretanha costumava dormir por volta das 22h30, hoje 46% dela adormece à meia-noite.

Efeitos
Essa diminuição do volume de horas dormidas gera um débito de descanso assombroso quando reunido: sete horas e meia de perda de sono em uma semana, resultando em 360 horas em um ano; equivalente a 15 dias de sono em um ano trocados por atividades online. Esse novo hábito também afeta a vida sexual de muitos casais, que acabam não se relacionando porque um dos parceiros (ou ambos) está atarefado (ou entretido) em algum site, serviço ou rede social.

Claramente, hábitos antigos permanecem atrasando o sono de muitos por todo o planeta e há algumas décadas. Dentre eles, 15% dos entrevistados afirmaram gastar um bom tempo assistindo TV antes de dormir. No entanto, com a popularização do serviço de banda larga nos últimos dez anos, surgimento de dispositivos para acesso remoto, redes sociais e todo tipo de diversão online - como filmes, jogos, músicas e mais -, parece que este mau hábito já está cristalizado em certa parte da população.

Terra Forjada

Operação que investigou grilagem apura fraude em posse de terras

Polícia Federal foi novamente a empresa especializada em topografia que estaria envolvida no esquema

08/04/2026 08h00

Empresa Toposat, especializada em georreferenciamento, recebeu a visita de agentes da PF ontem

Empresa Toposat, especializada em georreferenciamento, recebeu a visita de agentes da PF ontem Marcelo Victor/Correio do Estado

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Após ser investigada por suspeita de grilagem de terras no Pantanal, a empresa Toposat, que é especialista em topografia, loteamento e georreferenciamento, foi novamente alvo de investigação da Polícia Federal (PF), desta vez, por possível esquema de fraude mediante a inserção de informações falsas sobre propriedade de terras rurais.

De acordo com a PF, a investigação, que resultou na Operação Terra Forjada, apurou que havia suposta “manipulação de dados em sistemas públicos federais, com a finalidade de simular domínio ou posse sobre áreas rurais, incluindo terras públicas e propriedades privadas regularmente constituídas”. 

Ainda segundo a investigação, também foram encontrados indícios de fraudes relacionadas à reserva legal, ou seja, o investigado inseria “informações inconsistentes para conferir aparência de regularidade ambiental”.

“Apurou-se que um dos responsáveis teria inserido dados ideologicamente falsos nos sistemas oficiais, inclusive com uso indevido de informações vinculadas a imóvel diverso, viabilizando a tentativa de apropriação de terra pública e a sobreposição indevida de área particular”, diz trecho da nota da PF.

Dentro dessa investigação, uma das empresas alvo de mandados de busca e apreensão foi a Toposat, em Campo Grande. A mesma empresa já foi envolvida em outro esquema, em 2023, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Terra Nullius, que investigou fraudes fundiárias envolvendo a inserção de dados falsos em sistemas públicos com o objetivo de simular posse e viabilizar a regularização indevida de áreas rurais, inclusive com indícios de grilagem de terras.

Dois anos depois, no ano passado, outra operação, a Pantanal Terra Nullius, apontou novamente a empresa como envolvida em um esquema de suposta grilagem de terras no Pantanal de Mato Grosso do Sul, em que foi detectada a tentativa de regularização fundiária em áreas da União desde, pelo menos, 2020.

ESQUEMA

Conforme investigação do ano passado, o esquema envolvia empresários, servidores da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), um engenheiro cartógrafo e a empresa Toposat.

Matéria do Correio do Estado de maio de 2025 mostrou que os investigados inseriram, em agosto de 2020, por meio do engenheiro cartógrafo Mário Maurício Vasquez Beltrão, pedido de regularização fundiária da Fazenda Carandá Preto, de 2.225 hectares, imóvel que, segundo a PF, iniciou a suspeita de fraude das autoridades.

As apurações indicam que empresários e fazendeiros da região pantaneira falsificavam documentos e os inseriam em processos administrativos de titulação para obterem áreas do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, localizado em faixa de fronteira.

A Operação Pantanal Terra Nullius visou desarticular esse esquema de grilagem de terras da União no Pantanal, que fraudava Cotas de Reserva Ambiental (CRAs) ou Títulos de Cota de Reserva Ambiental estadual (TCRAEs) na emissão e na comercialização desses documentos.

O esquema envolvia agentes internos da Agraer, que “escondiam” terras da União no processo de regularização fundiária.

Conforme a corporação policial, “de forma dolosa, os responsáveis omitiriam que as áreas em questão pertenciam à União”, o que, em tese, tornaria a agência em questão incompetente para decidir sobre tais terrenos.

De acordo com a PF, o esquema funcionava da seguinte forma: se ninguém identificasse a origem pública da terra, a titularização era concluída de forma ilegal.

Porém, caso a fraude fosse percebida durante o trâmite, o processo era cancelado sob a justificativa de irregularidade, alegando-se erro no reconhecimento da titularidade da área.

Na operação do ano passado, os alvos foram, além de Mário Beltrão: Bruna Feitosa Beltrão Novaes, engenheira sanitarista e ambiental; Nelson Luis Moia, funcionário da empresa Toposat Engenharia e Ambiental Ltda.; Elizabeth Peron Coelho, empresária e pecuarista; André Nogueira Borges, ex-diretor-presidente da Agraer; Evandro Efigênio Rodrigues, funcionário da Agraer; Jadir Bocato, gerente de Regularização Fundiária da Agraer; e Josué Ferreira Caetano, funcionário da Agraer.

No ano passado, foram cumpridos mandados na Agraer, porém, desta vez, a autarquia estadual não esteve entre os alvos.

André Nogueira Borges foi diretor-presidente da Agraer na gestão de Reinaldo Azambuja e seria uma das peças principais do esquema.

* Saiba

Na operação do ano passado, a Pantanal Terra Nullius, além da apreensão de bens, foi feito o bloqueio de valores dos suspeitos que superariam os R$ 3 milhões.

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Fenabrave revela que Programa Carro Sustentável elevou vendas em 31% no 1º trimestre

A instituição reiterou que, mesmo com o bom desempenho, não deve alterar suas projeções para o primeiro semestre do ano

07/04/2026 22h00

Crédito: José Cruz / Agência Brasil / Arquivo

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O Programa do governo federal "Carro Sustentável" promoveu uma evolução nas vendas de veículos de 31% no primeiro trimestre do ano, em comparação com 2025, segundo dados divulgados durante coletiva de imprensa, na manhã desta terça-feira, 7, pela Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias. O número de automóveis que se enquadravam no programa subiu de 69 417 para quase 110.000 após o benefício, no primeiro trimestre de 2026.

O presidente Arcelio Junior, da Fenabrave, explicou que o melhor resultado para o mês de março em 13 anos foi puxado pelos descontos no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) do programa e por promoções do setor. "O mercado brasileiro é muito competitivo, e as promoções de automóveis estão incentivando bastante as compras dos consumidores", observa.

Além disso, Junior também elencou um terceiro motivo: o calendário de março teve mais dias úteis, o que contribuiu para o desempenho robusto do mês.

A instituição reiterou que, mesmo com o bom desempenho, não deve alterar suas projeções para o primeiro semestre do ano.

Segundo a Fenabrave, "a palavra do momento é incerteza", em referência ao impacto dos conflitos geopolíticos, de forma que é muito cedo para novas estimativas. A associação deve fazer um novo anúncio somente em julho de 2026.
 

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