Segunda, 20 de Novembro de 2017

Recapturados três detentos fugitivos da cadeia de Costa Rica

1 FEV 2010Por 07h:21
Três detentos, dos seis que fugiram da Delegacia de Polícia Civil de Costa Rica, foram capturados na madrugada de ontem. O trabalho foi executado pelos policiais da localidade, que contaram com o apoio do Comando de Operações do Bolsão (COB), após denúncia anônima. Os fugitivos estavam escondidos em uma fazenda, distante cerca de 35 quilômetros da cidade. Também ontem, pela manhã, ao saber da prisão dos colegas de cadeia, Fernando dos Santos Filho, um quarto foragido, resolveu se entregar. Flávio Ferreira dos Santos — vulgo Buiu; Celso Rosário Estevão — conhecido como Gaúcho; e José Carlos Pacheco Serrão — o Maranhão, estavam escondidos em uma propriedade rural situada na estrada para Figueirão. No momento da prisão, eles estavam em uma casa abandonada na área da fazenda. Algumas horas mais tarde, Fernando dos Santos, vulgo Fernandinho, ao saber da prisão dos comparsas, resolveu se apresentar. Ele compareceu espontaneamente à Delegacia de Polícia Civil de Costa Rica. Em depoimento, Fernandinho contou que estava escondido na casa dos pais, localizada na Rua Tércio Teixeira Machado, em Costa Rica. A Polícia Civil do município e o Comando de Operações do Bolsão continuam as buscas na região, a fim de recapturar Marcelo Garcia de Souza e Vanderlei Ferreira da Silva, que continuam foragidos. Outra fuga Enquanto isso, a falta de segurança do Distrito Policial de Rio Verde teria facilitado a fuga de três detentos no sábado. Cleber Cleomar de Andrade, 29 anos, João Batista de Freitas, 23 anos, e Ernandes Batista de Barbosa Moura, 29 anos, conseguiram escapar após destruir os cadeados das celas três e seis, quebrar a porta de acesso ao pátio e pular o muro dos fundos da delegacia. No local não tem alarme nem cadeado de qualidade, conforme informação registrada no boletim de ocorrência. A Polícia Civil de Rio Verde prossegue com as buscas para a captura dos foragidos. Relatório feito pelo Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), entregue à defensoria pública, promotoria de Justiça e ao juiz da cidade, cita que os muros baixos da carceragem são apenas uma parcela do problema da unidade.

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