Cidades

ELDORADO

Quatro caçadores são presos com seis armas e sete animais abatidos

Quatro caçadores são presos com seis armas e sete animais abatidos

Taryne Zottino

22/06/2012 - 18h30
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Policiais Militares Ambientais de Mundo Novo (MS) prenderam entre a tarde de ontem e madrugada de hoje (22) quatro caçadores com sete animais silvestres abatidos e um arsenal de caça. Os policiais fiscalizavam a Fazenda Junqueira, em Eldorado (MS) e prenderam dois homens armados praticando caça. Com os caçadores, de 45 anos e 21 anos, a PMA apreendeu uma espingarda Boito, calibre 36, três cartuchos intactos e uma espingarda calibre 12 marca CBC com três cartuchos intactos, além um animal abatido da espécie quati. A dupla foi presa e o material, apreendido.

Na residência da sede da fazenda, os policiais apreenderam um revólver calibre 22, uma espingarda de pressão com adaptação para calibre 22, uma espingarda calibre 36, duas lunetas, 55 munições calibre 22 intactas, três munições calibre 38, sendo uma intacta e duas deflagradas, oito cartuchos calibre 12, cinco intactos e três deflagrados. Além de cinco cartuchos calibre 28 deflagrados e seis calibre 36, sendo somente um intacto. No freezer, foram encontrados uma paca, um cateto, uma cotia e duas pombas. Em um alojamento, os policiais encontraram um rifle calibre 22 com carregador municiado com seis cápsulas intactas um cartucho calibre 24. Nenhuma das armas possuía documentação e todo o material foi apreendido, inclusive o freezer . A dupla de caçadores flagrada primeiramente foi autuada por caça e porte ilegal de arma. Eles poderão pegar pena de um a dois anos de reclusão. Pelo crime de caça, cada um poderá pegar de seis meses a um ano de detenção. Cada um também foi autuado administrativamente e multado em R$ 500.

Pela madrugada, arrendatário e funcionário foram presos e conduzidos à delegacia, onde foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma. O funcionário, de 21 anos, assumiu que caçara sozinho os animais encontrados e foi autuado por crime ambiental de caça. Ele poderá pegar pena de seis meses a um ano e meio de detenção, visto que a cotia consta da lista de espécie em extinção. Pela ilegal de arma, poderá pegar pena de um a três anos de detenção. Além disso, o funcionário caçador recebeu multa administrativa de R$ 16, 5 mil por causa dos animais abatidos. O arrendatário responderá por crime posse ilegal de arma, embora a PMA suspeite de que eles caçavam juntos. A pena é de um a três anos de detenção. 

CAMPO GRANDE

Operação fecha lojas com produtos falsificados de grandes marcas

A ação tem como foco fiscalizar os estabelecimentos que comercializam eletrônicos de marcas como Apple e Samsung. As lojas ficam na rua 14 de julho, entre a 15 de novembro e a Avenida Afonso Pena

09/06/2026 12h00

Este é o segundo dia consecutivo que o Procon e a Decon fiscalizam as lojas no centro de Campo Grande

Este é o segundo dia consecutivo que o Procon e a Decon fiscalizam as lojas no centro de Campo Grande Foto: Marcelo Vitor / Correio do Estado

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Uma operação interditou duas lojas, na rua 14 de julho, entre a 15 de novembro e Avenida Afonso Pena, na região central de Campo Grande. O foco da ação é a fiscalização de eletrônicos, jogos, ferramentas das marcas Apple, JBL, Samsung, Motorola, Playstation, Makita, Nintendo, Pop Mart, Stanley e SanDisk. 

Durante a manhã desta terça-feira (9), os peritos criminais documentaram a exposição à venda desses produtos, por causa do indício de falsificação. Os itens foram apreendidos por representação das marcas. Uma das lojas se chama Mega Variedades Atacado e Varejo e a outra, que fica quase ao lado, nem nome possui na fachada.

A operação foi realizada pelo Procon, Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon), Polícia Científica e representantes das marcas que denunciaram as vendas de produtos falsos.

O Procon notificou uma das lojas por descumprir regras do código de defesa do consumidor, indícios de contrafação dos materiais apreendidos e ausência de preços em alguns produtos. Após a apreensão, todos os itens serão encaminhados para Receita Federal. 

No caso dos autos de infração do Procon, as empresas têm 20 dias para apresentarem defesa.

De acordo com o delegado da Decon, Wilton Vilas Boas, foram as próprias empresas que se sentiram prejudicadas com a venda dos produtos falsificados, então denunciaram os estabelecimentos ao Procon.

"As operações são feitas de forma pontual. Vários equipamentos de celular, capas e outros produtos falsificados foram apreendidos. São vários locais, isso é muito cultural, então a gente faz na medida do possível e todos os locais vão ser fiscalizados", disse o delegado.

Este é o segundo dia consecutivo que o Procon e a Decon fiscalizam as lojas no centro de Campo Grande
Delegado titular da Decon, Wilton Vilas Boas / Foto: Marcelo Vitor / Correio do Estado

Vilas Boas afirma que, com a venda de produtos falsificados, ocorre a sonegação de imposto, causando concorrência desleal.  "As marcas é que investem em uma tecnologia para fazer um produto de qualidade e a maioria desses produtos apreendidos não tem qualidade nenhuma e é um risco para a população também". 

As investigações continuam para apurar a origem desses produtos e quem são os fornecedores. Além das mercadorias ilegais, a fiscalização também verificou que há risco de incêndio, então o Corpo de Bombeiros será acionado para verificar esta situação.

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POLÍTICA

Carlão propõe o fim da reeleição para presidência da Câmara de Campo Grande

Vereador afirma que pretende discutir mudança no regimento interno para impedir reconduções consecutivas ao comando do Legislativo a partir da próxima legislatura

09/06/2026 11h15

Vereador Carlão defende retomada de regra que impede reeleições consecutivas para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande.

Vereador Carlão defende retomada de regra que impede reeleições consecutivas para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande. Marcelo Victor

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O vereador Carlão afirmou que pretende defender o fim da reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Campo Grande a partir da próxima legislatura. A declaração foi dada na manhã desta terça-feira (9), durante coletiva de imprensa. 

Segundo o parlamentar, a proposta ainda será discutida com os demais vereadores e partidos.

"Estou com a ideia de colocar em mesa a apreciação dos novos partidos para não ter mais a reeleição. Vou tentar convencer o Papy também, porque daí vai alternar”, afirmou.

Carlão destacou que a eventual mudança nã afetaria o atual presidente da Câmara, vereador Papy, que continua apto a disputar a recondução ao cargo. 

“Na próxima legislatura, o presidente pode ser uma vez, aí outra vez já tem que ser outra pessoa”, declarou.

O vereador lembrou ainda que já presidiu a Câmara por dois mandatos consecutivos e defendeu a alternância de poder como forma de ampliar a participação na condução do Legislativo Municipal 

Durante a coletiva de imprensa, Carlão afirmou que a proposta busca resgatar uma regra existente quando ingressou na Câmara, em 2009. "Eram 21 vereadores e o presidente não poderia ser reeleito", recordou. 

Apesar da defesa da mudança, o parlamentar avaliou que a antecipação da eleição da Mesa Diretora para outubro não deve alterar o cenário atual. Segundo ele, a gestão de Papy tem aprovação entre os vereadores e a tendência é de manutenção da composição que hoje comanda a Casa.

A eleição para definir a Mesa Diretora da Câmara Municipal para o próximo biênio deve ocorrer entre outubro e dezembro deste ano, conforme determinação judicial que anulou a escolha realizada antecipadamente em julho do ano passado.

 

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