Quarta, 22 de Novembro de 2017

Quadrilha é presa por assalto na Capital

24 FEV 2010Por 06h:47
Quatro pessoas foram presas em flagrante, acusadas de participar do assalto a uma caminhonete Hillux na noite do último sábado e de trocar tiros com bombeiros durante o crime. Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) investigaram o caso e prenderam, na última segunda- feira, nos bairros Santo Amaro e Zé Pereira, quatro dos cinco suspeitos de envolvimento. O grupo é acusado de abordar o proprietário de uma caminhonete Hillux, placas HFI-9333, no sábado à noite em frente a sua residência no Bairro Amambaí. O bando rendeu a vítima e a levou como refém, seguindo em direção à região da saída para Sidrolândia. Próximo a rotatória que une as rodovias BR-163 e BR-060, o dono do veículo foi amarrado e abandonado. Os assaltantes levariam a Hillux para um esconderijo. Conforme a polícia, os envolvidos informaram que o veículo foi roubado sob encomenda para posteriormente ser comercializado no Paraguai. Todos os acusados estavam num veículo Corsa Sedan, placas HSF-2104, e passaram a monitorar a vítima quando a mesma trafegava próximo ao Clube União dos Sargentos, na Avenida Afonso Pena, e a abordaram quando ela estacionaria o veículo na garagem de sua casa. Dois dos assaltantes renderam o homem enquanto os demais davam cobertura. Depois de ser abandonado pelo grupo, a homem conseguiu se soltar das amarras e pedir ajuda a uma viatura do Corpo de Bombeiros, que voltava de um resgate. Os socorristas acionaram as polícias Militar e Civil e passaram a perseguir os envolvidos, momento em que ocorreu troca de tiros entre bombeiros e bandidos. Ninguém se feriu na ação, mas na ocasião os acusados conseguiram fugir. Suspeitos O trabalho de investigação do Garras resultou na prisão de Edine Marcos Inácio Moraes, vulgo Mata Grande, 29 anos, Maísa Araújo da Silva, mais conhecida como Mina, de 29 anos, seu irmão José da Silva Neto e Joney Zanabria Souza, conhecido como Japa. O quinto suspeito já foi identificado, mas está foragido. Segundo i n formações, Edine tem várias passagens pela polícia e também era evadido da Colônia Penal Agrícola. Já Maísa foi identificada como dona do veículo Corsa – que está apreendido – utilizado para dar cobertura ao crime.

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