Sexta, 24 de Novembro de 2017

Programa prevê revitalização de 114 imóveis

18 AGO 2010Por 06h:38
Dentro do plano de revitalização do centro, está programada ainda a adequação de 114 bens, entre imóveis, edifícios isolados e conjuntos de imóveis, sendo 23 deles classificados como passíveis de tombamento e 86 como bens de interesse para preservação histórico-cultural. Estes bens, incluídos sob “regime de especial proteção histórico-cultural” na lei que estabelece o programa de revitalização do centro. O Executivo municipal já iniciou conversação com os proprietários desses imóveis, com o objetivo de informá-lo sobre as exigências da nova legislação.
“A lei existe e ela tem que ser seguida. Os imóveis já foram publicados no Diogrande. Aqueles que têm uma característica de patrimônio histórico-cultural serão preservados”, destacou o prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho.
Entre os bens incluídos na lista, o prefeito mencionou o prédio situado na Rua Barão do Rio Branco, entre as ruas 13 de Maio e Rui Barbosa, onde funcionava o Arquivo Histórico Municipal (Arca). “Lá, já entramos em acordo com a proprietária e ela não poderá mais derrubar a fachada para fazer o que ela quer”, mencionou.

Adequação
De acordo com a diretora-presidente do Instituto Muncipal de Planejamento Urbano (Planurb), Marta Martinez, o objetivo é que os proprietários dos imóveis incluídos nas categorias de bem passível de tombamento e de interesse histórico-cultural recebam benefícios de ordem fiscal, para a restauração e manutenção das fachadas.
“Nós estamos discutindo justamente como isso será feito, porque há casos em que, para adequar o prédio à legislação atual, demandaria na necessidade de demolição do prédio. A prefeitura entra com a orientação e com a disponibilidade de flexionar a legislação, pensando na preservação do bem”, explicou. (DA)

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