Cidades

Acidente

Professora morre após passar em quebra-molas em Vicentina

Professora morre após passar em quebra-molas em Vicentina

ROBERTA CÁCERES

21/10/2011 - 06h55
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A professora Iraci Vieira Vasconcelos, 43 anos, morreu na noite de ontem (20) após sofrer um acidente de trânsito na MS-376 em Vicentina (MS).

De acordo com a Polícia Militar, ela seguia sentido Fátima do Sul a Vicentina, quando perdeu o controle da motocicleta Honda/Titan, de cor preta, ao passar por um quebra-molas na entrada da cidade.

Devido ao forte impacto, Iraci sofreu vários ferimentos e traumatismo craniano.

O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros atendimentos ainda no local, mas devido a gravidade dos ferimentos ela foi encaminhada ao Hospital da Sias, em Fátima do Sul, onde morreu 40 minutos após dar entrada no Pronto Socorro. 

Com informações de Vicentina Oline.

Transporte Público

Ônibus têm tarifa de R$ 1,98 e horários especiais em Campo Grande nesta segunda

Linhas para os cemitérios Jardim da Paz e Santo Amaro foram criadas para o Dia de Finados

02/11/2026 14h41

Ônibus do transporte coletivo de Campo Grande terão passagem mais barata.

Ônibus do transporte coletivo de Campo Grande terão passagem mais barata. Divulgação/Prefeitura Municipal de Campo Grande

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O transporte coletivo de Campo Grande opera com horários especiais nesta segunda-feira (2), feriado de Finados. A tarifa é de R$ 1,98 para quem utiliza o cartão eletrônico Smart Card, e duas linhas extras atendem passageiros que vão aos cemitérios Jardim da Paz e Santo Amaro.

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) também criou duas linhas especiais para atender quem vai aos cemitérios. A linha 300 atende o Jardim da Paz, na saída para Sidrolândia, enquanto a linha 400 leva passageiros ao Cemitério Santo Amaro.

A operação especial também conta com três veículos de reserva, com motoristas e demais integrantes da tripulação, posicionados nos terminais de transbordo e na Praça Ary Coelho, das 5h às 19h.

Linhas com mudanças

As linhas 051, 061, 070, 071, 072, 073, 080, 081, 085, 101, 110, 115, 302, 313, 316, 319, 403, 408, 416, 503, 507, 515, 517, 520 e 522 operam com a tabela de sábado.

Já as linhas 126 (Terminal Moreninhas/Moreninhas 3 e 4), 222 (Terminal General Osório/UCDB) e 229 (Cabreúva Centro) seguem os horários de dias úteis. Na linha 074 (UCDB–Júlio de Castilho), a Tabela 01 fica suspensa a partir das 18h55.

As demais linhas seguem a programação de domingos e feriados. O Consórcio Guaicurus deverá monitorar a demanda e ajustar a frota, se necessário, sob fiscalização municipal.

Dia de Finados

Três anos após chamamento, cemitérios da Capital ainda têm pendências a esclarecer

Prefeitura iniciou em 2023 processo de regularização estrutural e ambiental dos jazigos; em 2026, famílias voltaram a reclamar de abandono

02/11/2026 14h00

Gerson Oliveira

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O Dia de Finados, celebrado nesta segunda-feira (2), leva famílias aos cemitérios públicos de Campo Grande para homenagear parentes e amigos. Mas, além das flores e orações, a data também expõe problemas antigos de conservaçã. Em 2023, a Prefeitura iniciou um chamamento para que responsáveis por jazigos fizessem adequações estruturais e ambientais. Três anos depois, ainda há questões a esclarecer sobre o andamento dessas medidas e as condições dos cemitérios.

O processo foi formalizado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), que publicou, em junho de 2023, o Edital de Notificação e Chamamento Público nº 04/2023. O prazo foi prorrogado por mais 90 dias no mês seguinte. A convocação abrangia os cemitérios Santo Antônio, Santo Amaro e São Sebastião, conhecido como Cruzeiro, e previa recadastramento, reparos e impermeabilização de jazigos, conforme a legislação municipal e as normas ambientais aplicáveis. 

A medida buscava adequar as sepulturas às exigências de regularização ambiental e melhorar a organização dos espaços. 

Em abril deste ano, a Prefeitura voltou a convocar responsáveis por sepulturas. Um edital publicado no Diário Oficial de Campo Grande chamou 40 titulares de terrenos no Cemitério São Sebastião para atualizar o cadastro em até 30 dias. Segundo a Sisep, a iniciativa buscava corrigir informações e possíveis irregularidades operacionais. 

Já a regularização ambiental envolve exigências técnicas para as estruturas e o funcionamento dos cemitérios. São frentes distintas, que exigem acompanhamento e transparência sobre os resultados.

A Prefeitura mantém sob responsabilidade da Sisep a administração dos três cemitérios públicos

Abandono

As cobranças sobre a conservação dos cemitérios voltaram a aparecer. Em reportagem do Correio do Estado publicada no último dia 31 de outubro, familiares relataram mato alto, sujeira, falta de segurança e depredação de estruturas nos três cemitérios públicos da Capital.

No Cemitério Santo Antônio, a professora Ynaê Silveira, de 25 anos, contou que visita o túmulo da mãe todos os anos e se decepcionou com as condições encontradas. “Tudo muito desleixado, muita sujeira e coisas quebradas. Acredito que a cidade como um todo está abandonada, o cemitério é só mais um lugar”, afirmou.

No Cruzeiro, a aposentada Floripes Fernandes Evangelista, de 69 anos, relatou que uma capela da família foi depredada e teve portas e vidros levados. As queixas mostram que, além da conservação dos jazigos particulares, a manutenção das áreas comuns e a segurança também são preocupações de quem frequenta os espaços.

Na reportagem publicada neste 2 de novembro, visitantes voltaram a apontar sujeira, vandalismo e dificuldades de circulação e localização de sepulturas. Os relatos reforçam a necessidade de verificar quais medidas de manutenção foram executadas e como a Prefeitura acompanha as condições dos cemitérios.

Em julho de 2026, por exemplo, a Prefeitura convocou familiares de 243 pessoas sepultadas no Cemitério São Sebastião para se manifestarem sobre a exumação dos restos mortais. O edital se referia a lotes sociais adultos, concedidos temporariamente por cinco anos, cujo prazo havia expirado. Sem manifestação dos familiares dentro do período previsto, os restos mortais poderiam ser encaminhados ao ossuário coletivo. 

A Prefeitura mantém sob responsabilidade da Sisep a administração dos três cemitérios públicos.

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