Sexta, 17 de Novembro de 2017

Prefeita sentiu-se "afrontada" com acusações

9 MAR 2010Por 08h:14
A prefeita de Três Lagoas, Simone Tebet (PMDB), disse que se sentiu “afrontada” pelo senador Valter Pereira (PMDB) por ele ter acusado compra de votos e coação para beneficiar o deputado federal Waldemir Moka nas prévias realizadas domingo. Segundo Valter, no município, as ilegalidades foram comandadas pelo marido de Simone e presidente municipal do PMDB, Eduardo Rocha. Poucas horas depois do final da votação, a prefeita reuniu amigos e correligionários para responder às denúncias. “Me senti afrontada em minha própria cidade, quando assessores do senador Valter Pereira vieram aqui, falando em nome de meu pai, que já está morto, e cobrando fidelidade à memória dele. Ninguém tem procuração para usar o nome do meu pai, ainda mais na minha terra, na minha cidade”, afirmou. A prefeita rebateu as acusações contra seu marido e desafiou, quem quiser, a provar qualquer tipo de coação, tanto na prefeitura como na Câmara Municipal. “Nunca nem falei com nenhum funcionário sobre o assunto, que considero interno do PMDB. Não usaríamos a administração municipal para este tipo de campanha”, disse Simone. Eduardo Rocha classificou como mentirosas as denúncias de que ocorreram coação e compra de votos em Três Lagoas durante as prévias realizadas domingo. Para ele, essas afirmações são frutos do “descontrole” por parte do senador Valter Pereira. “Não vou levar em consideração as ofensas, afinal não somos adversários e acredito que o senador Valter Pereira, assim como todos nós peemedebistas, temos como maior propósito reeleger André Puccinelli”, disse. Segundo ele, o resultado da eleição mostrou que não havia necessidade de coação ou compra de votos, que o deputado Waldemir Moka entrou na disputa com grande vantagem e a disputa não foi acirrada. (RR)

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