Economia

MERCADO

Preço de carros novos e usados cai em julho

Preço de carros novos e usados cai em julho

DA REDAÇÃO

06/08/2011 - 00h01
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O preço dos carros novos registrou queda em julho, assim como o dos usados, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ontem (5).

No mês passado, o preço do automóvel novo recuou 0,05%, em média, enquanto o do automóvel usado teve um recuo de 0,47%. Entre janeiro e julho, os veículos novos acumulam queda de 2,04% e os usados, de 2,11%.

Levando em conta os últimos 12 meses terminados em julho, o preço dos carros usados caiu 2,74% e o dos novos registrou queda ainda maior, de 3,18%.

Carros zero
No caso dos carros novos, Recife registrou a maior queda nos preços em julho, de 1,62%. Em seguida, aparecem Curitiba (-1,38%) e Belo Horizonte (-0,71%). Por outro lado, o destaque de alta ficou com Goiânia, onde o preço dos automóveis novos subiu 1,43%.

Carros usados
Considerando os preços dos carros usados, o Rio de Janeiro foi a capital onde houve a maior queda no mês passado, de 3,05%. Já Porto Alegre registrou a maior alta, de 2,14%.

No acumulado do ano, a maior alta também ficou com Salvador (8,34%) e a maior queda, com Belém, onde os preços dos usados caíram 5,12%.

Outros itens
Considerando o grupo veículo próprio do IPCA, em julho, pode-se verificar quedas no preço do aluguel do veículo (-3,31%), estacionamento (-0,12%), do seguro voluntário do veículo (-0,04%) e da motocicleta (-0,03%). Por outro lado, no período, as maiores altas ficaram com o pedágio (4,62%), reboque (2,08%), pintura do veículo (1,78%) e conserto de automóvel (1,52%).

No acumulado do ano, os preços que mais subiram no grupo foram o da pintura de veículo (11,95%), estacionamento (9,43%) e da lubrificação e lavagem (8,39%). Os únicos item que ficaram mais baratos foram a motocicleta (-0,38%) e o aluguel de veículo (-2,52%).
 

boicote

Gasolina sobe com alta do ICMS e não baixa após desconto da Petrobras

Imposto estadual subiu 10 centavos o litro e Petrobras reduziu em 14. E, na comparação com o fim de dezembro, combustível está 15 centavos mais caro em MS

07/02/2026 12h05

Pesquisa da ANP nesta semana encontrou o menor valor de R$ 5,65. No final de dezembro, era possível abastecer por R$ 5,53

Pesquisa da ANP nesta semana encontrou o menor valor de R$ 5,65. No final de dezembro, era possível abastecer por R$ 5,53 Gerson Oliveira

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No dia 27 de janeiro a Petrobras reduziu em 14 centavos o preço da gasolina nas refinarias e a previsão dos revendedores de Campo Grande era de uma queda da ordem de nove centavos nas bombas. Quase duas semanas depois, porém, o que ocorre nos pontos de revenda é o contrário, com aumento nos preços médios, conforme demonstra pesquisa da Agência Nacional do Petróleo divulgada neste sábado (07). 

Na pesquisa divulgada no dia 24 de janeiro, quando já havia sido aplicado o aumento de 10 centavos relativo ao aumento do ICMS, o preço médio da gasolina comum em Campo Grande era de R$ 5,89, variando entre R$ 5,69 e R$ 6,08. 

Neste sábado (7), quase duas semanas após a redução nas refinarias, a mesma pesquisa revelou que o preço médio está em R$ 5,90, com variação de R$ 5,65 a R$ 6,19. Ou seja, apesar da redução na refinaria, o preço médio subiu um centavo. No caso do preço máximo, a diferença a maior é de 11 centavos, sendo que a previsão era de que ocorresse queda de nove centavos. 

E não é somente em Campo Grande que o setor de revenda mais uma vez "se esqueceu" de repassar a queda ao consumidor. Antes do anúncio feito pela Petrobras, o valor médio em Mato Grosso do Sul era de R$ 6,08. Neste sábado, conforme a ANP, está em R$ 6,10. O valor máximo, que era de R$ 6,89 no dia 24 de janeiro, subiu para R$ 6,19.

Em tese, o desconto feito no final de janeiro pela Petrobras deveria ter anulado o aumento do imposto estadual, que entrou em vigor no começo de janeiro, que foi de dez centavos sobre o litro da gasolina.

Os levantamentos feitos pela ANP mostram que a realidade ficou bem longe disto. Na pesquisa fechada no dia 27 de dezembro do ano passado, antes da alta do imposto, o preço médio da gasolina em Campo Grande estava em R$ 5,78. Na mesma data, o valor médio em Mato Grosso do Sul era de R$ 5,95. 

Na comparação com o fim do ano passado, neste sábado o preço médio da gasolina amanheceu 12 centavos mais alto em Campo Grande. Na média de todo o Estado,  a alta é de 15 centavos.

Ou seja, os revendedores elevaram os preços quando o governo estadual passou a cobrar mais ICMS e não reduziram quando a Petrobras baixou seus valores. 

Não é de agora que o setor de revenda literalmente boicota os consumidores. Desde o começo do ano passado, o preço da gasolina caiu 45 centavos nas refinarias da Petrobras. No mesmo período, os governadores de todo o Brasil elevaram em 20 centavos o ICMS. 

Então, apesar do aumento do imposto, ainda sobrou uma margem de 25 centavos para que os consumidores fossem beneficiados. Mas, na comparação com o dia 8 de fevereiro do ano passado, o preço médio nas bombas tanto de Campo Grande quanto nas cidades do interior está apenas três centavos menor. 

Em janeiro de 2025, o valor praticado pela estatal era de R$ 3,02 por litro. Com os três cortes anunciados  desde então, o litro caiu para R$ 2,57, uma redução de 15% em pouco mais de um ano.

RANKING

Os constantes boicotes ao consumidor acabaram tirando Campo Grande do primeiro lugar no ranking da gasolina mais barata entre as capitais brasileiras. No começo de fevereiro do ano passado, com valor médio de R$ 5,93, a cidade tinha a gasolina mais em conta entre todas as capitais. Agora, como os R$ 5,90,  está em terceiro lugar. Em São Luís, no Maranhão, o preço médio é de R$ 5,63, conforme a pesquisa divulgada neste sábado.

O mesmo aconteceu com o restante de Mato Grosso do Sul. No dia 8 de fevereiro do ano passado, o preço médio de R$ 6,13 colocava o Estado com o terceiro menor preço da gasolina. Amapá estava em primeiro lugar, com R$ 5,99.

 Agora, Mato Grosso do Sul caiu para sexto lugar. Em  primeiro lugar está o Maranhão, com R$ 5,87 (23 centavos a menos que aqui). Quer dizer, em outras regiões do Brasil os proprietários de postos e distribuidoras repassaram aos consumidores parte dos descontos feitos pela Petrobras. 

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 808, sexta-feira (06/02): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

07/02/2026 08h30

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Super Sete

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 808 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 1,7 milhão.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 3 apostas ganhadoras, (R$ 9.924,84)
  • 5 acertos - 35 apostas ganhadoras, (R$ 1.215,28)
  • 4 acertos - 679 apostas ganhadoras, (R$ 62,64)
  • 3 acertos - 5.940 apostas ganhadoras, (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 808 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 5
  • Coluna 2: 4
  • Coluna 3: 1
  • Coluna 4: 2
  • Coluna 5: 7
  • Coluna 6: 5
  • Coluna 7: 3

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 809

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 9 de fevereiro, a partir das 20 horas, pelo concurso 809. O valor da premiação está estimado em R$ 1,85 milhão.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 2,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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