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ASSEMBLEIA Legislativa

Policiais pedem que reajuste de 5% não seja votado

Policiais pedem que reajuste de 5% não seja votado

DA REDAÇÃO

15/05/2013 - 11h30
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A Polícia Civil, que deve entrar em greve na sexta-feira (17), pediu na sessão desta manhã (15), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, para que os deputados não votem o reajuste de 5%. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-MS), Alexandre Barbosa da Silva, pediu que, quando o projeto chegar à Casa, os parlamentarem excluam a tabela referente à categoria.

Para que isso aconteça, porém, eles terão que fazer um intenso trabalho de convencimento na Assembleia. Isto porque a proposta do Executivo chegará apresentando o aumento linear de 5% para todos os servidores públicos e as respectivas tabelas dos demais índices, que foram acordados com as diferentes categorias do funcionalismo estadual.

Os policiais civis terão que persuadir os deputados com a intenção de que seja elaborada uma emenda, proposta por um ou mais parlamentares, retirando a tabela de reajuste de 5%, para que as demais servidores não sejam prejudicados com a não votação pedida pela categoria.

Queda de Braço
Os policiais civis querem reajuste de 25% este ano e mais 25% em 2014. O Governo do Estado ofereceu reajuste de 7%, recusado pela categoria, que já anunciou que fará greve se não houver evolução nas negociações.

Diante da posição manifestada pelos policiais, o governador André Puccinelli declarou que, se houver greve, será concedido apenas o reajuste linear, de 5%. Caso a greve não aconteça, de acordo com o governador, o reajuste poderá atingir até 28%.  

No último sábado, os policiais fizeram passeata no centro da cidade.

APREENSÃO

Operação em Campo Grande apreende mais de 4,3 mil tênis falsificados

No centro da Capital, um estabelecimento, que já foi alvo de outras batidas, teve 2.648 pares de calçados apreendidos

09/06/2026 07h45

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon Divulgação

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Equipes do Procon Mato Grosso do Sul e da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon) apreenderam, na tarde desta segunda-feira (8), mais de 4,3 mil pares de tênis com indícios de falsificação em duas lojas de Campo Grande.

No centro da Capital, um estabelecimento teve 2.648 pares de tênis apreendidos. De acordo com o Procon, os produtos imitavam características de marcas consolidadas no mercado e não apresentavam dados obrigatórios, como numeração e identificação do fabricante. O local foi alvo de outras operações.

Já no Jardim Bálsamo, uma loja teve 1.678 pares de calçados recolhidos, além de 347 peças de vestuário, incluindo camisas de times, bermudas, camisetas e roupas íntimas, 39 copos e canecas térmicas, além de perfumes nacionais e importados que não possuíam as caixas originais ou informações em português sobre a composição.

Todos os itens foram apreendidos após representação das marcas e encaminhados à Receita Federal. A ação também contou com a participação de agentes da Polícia Científica.

Última batida

Em abril, uma loja de tênis no centro de Campo Grande teve que fechar após fiscalização do Procon. Denúncias levaram à apreensão de mais de mil pares de tênis com indícios de falsificação.

Além da falsificação dos produtos, o Procon verificou que o estabelecimento estava com o alvará de localização e funcionamento vencido. Além disso, realizava a venda dos tênis sem nota fiscal de origem, com ausência de informações obrigatórias, como numeração e identificação do fabricante.

Ação foi realizada pelo Procon de Mato Grosso do Sul e pela Decon

Ao todo foram apreendidos 1.232 pares de tênis, entre adultos e infantis. Todos os itens apreendidos foram encaminhados à Receita Federal.

Paralisação

Suspensão da vacina da dengue do Butantan: o que fazer se você tomou o imunizante

Decisão é preventiva até que investigações mais aprofundadas

08/06/2026 23h00

Reprodução/Ministério da Saúde/Phillipe Guimarães

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O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente nesta segunda-feira, 8, o uso da vacina do Butantan contra a dengue após o registro de reações adversas graves que podem estar associadas ao imunizante. A decisão é preventiva até que investigações mais aprofundadas entendam se os efeitos foram ou não causados pelo produto.

Desde janeiro, quando a vacina começou a ser usada no SUS, cerca de 501 mil pessoas foram vacinadas, a grande maioria profissionais de saúde da atenção básica.

Aos que receberam a aplicação, o Ministério da Saúde e especialistas esclarecem que não há razão para pânico. Os eventos adversos suspeitos são extremamente raros - foram 42 casos de reações severas, com duas mortes.

Nos dois óbitos, as vítimas tiveram sintomas compatíveis com um quadro de dengue grave. Por isso, o único alerta dado pelo ministério aos que tomaram a dose é ficar atento a sintomas incomuns nos 21 dias seguintes à aplicação.

"Em caso de sintomas como febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou piora do estado geral, deve-se procurar atendimento médico imediatamente", recomendou o ministério, em nota.

A pasta disse ainda que as equipes de saúde "irão reforçar a vigilância de pacientes vacinados que apresentem sintomas de dengue, com atenção especial para o reconhecimento de sinais de alarme e de gravidade."

Para a médica Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), pessoas vacinadas que apresentarem sintomas de dengue, mesmo sem gravidade, devem passar por avaliação médica. "Não é para correr para o posto só por ter sido vacinado, mas se você apresentar um quadro semelhante à dengue, mesmo sem gravidade, procure a emergência ou seu médico", orienta ela.

O ministério destacou ainda que a suspensão preventiva "não invalida a eficácia da vacina nem altera as evidências de proteção observadas até o momento. Quem já foi imunizado permanece protegido e a vigilância epidemiológica continua a acompanhar a população vacinada."

De acordo com a pasta, a vacina foi aplicada em 417,4 mil profissionais de saúde, além de 83,6 mil pessoas de 15 a 49 anos das cidades de Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Também foram vacinados moradores da região de Araguaína, no Tocantins, que registrava alta de casos da doença.

"É uma situação preocupante porque tivemos eventos adversos graves, apesar de raros, mas parabenizo o ministério pela decisão porque mostra que ninguém está brincando, ninguém coloca os outros em risco. Será investigado", diz Isabella.

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