Sábado, 18 de Novembro de 2017

PMDB de Mato Grosso do Sul tem 4 integrantes na chapa de Temer

2 FEV 2010Por MARCO EUSÉBIO23h:17
O PMDB de Mato Grosso do Sul terá quatro representantes na chapa que deve reconduzir o deputado federal Michel Temer (SP) à presidência do Diretório Nacional da sigla na convenção antecipada para o próximo sábado, dia 6 de fevereiro. É o dobro do número de representantes que o estado possui atualmente na Executiva Nacional. Representarão o estado o governador André Puccinelli, o senador Valter Pereira, o deputado Waldemir Moka e o presidente regional do partido, Esacheu Nascimento. “A indicação dos representantes do estado já está definida”, informou na sexta- feira (29) Esacheu. Ele e o senador Valter Pereira serão os dois novos representantes estaduais no Diretório Nacional, confirmando-se a chapa única na convenção. Na composição atual, representam o estado o deputado Moka, que até novembro do ano passado presidia a direção regional do partido, e o governador André Puccinelli. Embora a data-l imite para inscrições de chapas tenha sido fixada para a próxima quinta-feira, dia 4, a presidida por Temer deve ser aclamada na convenção. Como ficou acordado que não será discutida a possível aliança com o PT para a sucessão presidencial deste ano, até lideranças que defendem a candidatura própria do PMDB à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não sinalizam enfrentamento com Temer. Na sexta-feira (29), em Campo Gra nde, qu a ndo veio buscar reforço à sua pré-candidatura e conseguiu arrancar do governador André Puccinelli a promessa de apoio “caso for pra valer”, o governador do Paraná, Roberto Requião, admitiu que, como muitas lideranças ainda estão em viagens de férias, não havia tempo hábil para a formação de uma chapa de oposição. Embora tenha classificado a antecipação da convenção como “manobra da Executiva Nacional” para garantir a reeleição de Temer, salientou que isso não interfere na possibilidade de o partido ter candidatura própria, pois o tema será debatido exaustivamente até a convenção de junho, quando será votado. Frisando ser amigo de longa data de Michel Temer, o governador paranaense afirmou que este foi desvalorizado quando Lula lançou a idéia de uma lista tríplice para a escolha do vice para a chapa de sua pré-candidata Dilma Rousseff. Disse ainda que o presidente do partido defendeu a candidatura própria por muito tempo. “O Temer, que é meu amigo, insistiu um ano e meio para eu ser candidato”, contou Requião em entrevista coletiva à imprensa na sede do PMDB-MS, explicando que se propôs a elaborar um programa de governo, mas não podia pensar em candidatura na época, “pois tinha um compromisso de bem administrar o Paraná”.

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