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Petrobras abre concurso para 587 vagas em todo Brasil

Petrobras abre concurso para 587 vagas em todo Brasil

G1

01/07/2011 - 12h18
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A Petrobras lançou nesta sexta-feira (1) edital de concurso para 587 vagas em cargos de nível médio e superior. A remuneração mínima inicial varia entre R$ 1.801,37 e R$ 2.615,86, para cargos de nível médio, e entre R$ 5.770,31 e R$ 6.217,19, para cargos de nível superior. A Petrobras também oferece uma série de benefícios, como previdência complementar, plano de saúde (médico, hospitalar, odontológico, psicológico e benefício farmácia) e benefícios educacionais para dependentes, entre outros.

Do total de 587 vagas oferecidas, distribuídas por todo o país, 439 vagas são para cargos de nível médio (24 cargos) e 148 são para cargos de nível superior (21 cargos).


Os cargos de nível médio são de inspetor de segurança interna, técnico de administração e controle, técnico de comercialização e logística, técnico de contabilidade, técnico de exploração de petróleo – geodésia e geologia, técnico de informática, técnico de inspeção de equipamentos e instalações, técnico de logística de transporte júnior, técnico de manutenção – caldeiraria, elétrica, eletrônica, instrumentação e mecânica, técnico de operação, técnico de projetos, construção e montagem - elétrica, estruturas navais e mecânica, técnico de segurança interna, técnico de suprimento de bens e serviços ‐ administração, elétrica e mecânica,técnico de telecomunicações e técnico químico de petróleo.


Os cargos de nível superior são de advogado, analista ambiental – biologia e oceanografia, analista de sistemas - engenharia de software, infraestrutura e processos de negócio, arquiteto, assistente social, contador, dentista, engenheiro de equipamentos – elétrica e eletrônica, engenheiro de geodésia, engenheiro de petróleo, engenheiro de produção, engenheiro naval, estatístico, geofísico - geologia, geólogo, nutricionista e químico de petróleo.
 

Serão reservadas vagas para pessoas com deficiência nos seguintes cargos, polos de trabalho e quantitativos: advogado, no polo nacional (1 vaga); analista de sistemas júnior - engenharia de software, no polo nacional (1 vaga); analista de sistemas júnior - infraestrutura, no polo nacional (1 vaga); analista de sistemas júnior - processos de negócio, no polo nacional (1 vaga); contador(a) júnior, no polo nacional (1 vaga); engenheiro de produção júnior, no polo nacional (1 vaga); técnico de comercialização e logística júnior, no polo Rio de Janeiro (1 vaga); técnico de contabilidade júnior, no polo estado da Bahia (2 vagas); técnico de suprimento de bens e serviços júnior - administração, no polo Rio de Janeiro (1 vaga) e no polo Macaé (1 vaga).
 

Para os cargos de assistente social júnior, estatístico júnior, nutricionista júnior, técnico de administração e controle júnior, técnico de comercialização e logística júnior, técnico de contabilidade júnior, técnico de informática júnior, técnico de suprimento de bens e serviços júnior - administração, nos polos de trabalho em que não existe previsão inicial de reserva de vaga para pessoa com deficiência, será formado cadastro por candidatos classificados até a 5ª posição na listagem específica para pessoa com deficiência.


De acordo com o edital, não serão aceitos cursos de tecnólogo ou licenciatura, exceto para os cargos de analista de sistemas júnior - engenharia de software, analista de sistemas júnior – infraestrutura, analista de sistemas júnior - processos de negócio, e analista ambiental junior - biologia.


As inscrições devem ser feitas de 12 a 31 de julho pelo site www.cesgranrio.org.br. A taxa é de R$ 30 para cargos de nível médio e de R$ 45 para nível superior.


Provas
 

Os candidatos ao cargo de advogado júnior farão ainda provas discursivas. Já os concorrentes ao cargo de inspetor de segurança interna júnior farão ainda exame de capacitação física, que será realizado nas cidades de Salvador e Santos.


As provas objetivas e discursivas serão aplicadas no dia 28 de agosto, nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas (SP), Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macaé (RJ), Maceió, Manaus, Mauá (SP), Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos (SP), São José dos Campos (SP), São Luís, São Mateus do Sul (PR), São Paulo, Três Lagoas (MS) e Vitória.


O candidato inscrito optará pelo cargo/polo de trabalho e pela cidade onde deseja realizar as provas, exceto quando seu cargo/polo de trabalho já vincular uma cidade de provas específica.


Os candidatos aprovados farão ainda exames médicos, de avaliação psicológica e de levantamento sociofuncional.
 

O processo seletivo anterior, lançado em dezembro do ano passado pela companhia, contou com cerca de 340 mil inscritos. Na ocasião, foram oferecidas 839 vagas. As convocações deste concurso estão em andamento.

Morenão

Revitalização do Morenão prevê R$ 16,7 milhões e mira retomada do estádio

Projeto reúne investimentos do Governo de Mato Grosso do Sul, CBF e Federação de Futebol para recuperar a principal praça esportiva do Estado e devolver partidas oficiais ao estádio

04/07/2026 14h30

Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Como noticiado na sexta-feira (3) pelo Correio do Estado, o processo de revitalização do Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, entrou em uma nova fase com o início da recuperação do gramado.

Agora, novos detalhes revelam a dimensão do projeto, que prevê investimentos de R$ 16,7 milhões para devolver a principal praça esportiva de Mato Grosso do Sul ao calendário do futebol profissional em 2027.

O projeto de revitalização da principal praça esportiva do Estado prevê investimentos de R$ 16,7 milhões em obras estruturais, além de recursos específicos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a recuperação completa do gramado e adequações voltadas ao retorno das competições em 2027.

A primeira etapa da recuperação será oficialmente apresentada pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) na próxima segunda-feira (6), durante coletiva de imprensa realizada no próprio estádio.

O cronograma marca o início da substituição integral do gramado, considerada a principal intervenção para permitir que o Morenão volte a receber jogos do Campeonato Sul-Mato-Grossense já na temporada de 2027.

O que será revitalizado

O projeto prevê uma modernização completa da estrutura do Morenão. Entre as intervenções programadas estão a adequação dos acessos, das rotas de fuga e das rampas para atender às normas de segurança e acessibilidade, além do fechamento dos fossos, da instalação de guarda-corpos, corrimãos, barras antiesmagamento e novos portões.

Também fazem parte do pacote de obras a modernização da rede elétrica, a implantação do sistema de prevenção e combate a incêndio, a instalação de novos refletores, a construção de um sistema de irrigação de última geração e a substituição integral do gramado.

As intervenções ainda incluem a reforma da pista de atletismo e melhorias no sistema de drenagem, consideradas essenciais para que o estádio volte a receber partidas oficiais e grandes eventos a partir de 2027.

Gramado terá irrigação moderna

Paralelamente às obras estruturais conduzidas pelo Estado, a FFMS ficará responsável pela recuperação do campo de jogo em parceria com a CBF.

O trabalho prevê a retirada completa do gramado atual, implantação de um moderno sistema de irrigação, instalação de uma nova cobertura vegetal, além da recuperação dos bancos de reservas, dos vestiários e da pista que circunda o campo.

Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

Segundo a Federação, uma empresa especializada em gramados esportivos foi contratada para executar o serviço. A expectativa é que essa fase esteja concluída até o fim deste ano, respeitando o período necessário para enraizamento e adaptação da nova grama.

Projeto será executado em etapas

O plano de recuperação do Morenão foi dividido em três fases. A primeira consistiu na transferência da gestão do estádio da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para o Governo do Estado, encerrando um impasse administrativo que se arrastava havia aproximadamente uma década.

A segunda etapa corresponde às obras de revitalização atualmente em andamento. Além da recuperação do campo, serão realizadas intervenções estruturais para adequar o estádio às exigências de segurança e acessibilidade.

Já a terceira fase prevê a concessão do Morenão à iniciativa privada. O modelo em estudo admite contratos de longo prazo, podendo chegar a 35 anos, além da exploração comercial por meio da venda dos naming rights, estratégia adotada por diversas arenas brasileiras para ampliar receitas e garantir manutenção permanente do equipamento público.

Futebol profissional volta em 2027

A meta da Federação é concluir todas as intervenções necessárias para que o Morenão receba novamente partidas oficiais a partir de janeiro de 2027.

A intenção é que o estádio seja palco da abertura do Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série A, marcando o retorno do principal palco esportivo do Estado ao calendário do futebol profissional.

Além dos jogos, o projeto também prevê a retomada da realização de grandes eventos e shows no estádio.

Para isso, deverão ser adotados protocolos específicos de proteção ao gramado, permitindo a utilização multifuncional da arena sem comprometer as condições técnicas do campo para as competições esportivas.

O Morenão não recebe uma partida oficial do Campeonato Sul-Mato-Grossense desde 2022. Desde então, problemas estruturais e a falta de investimentos impediram a utilização do estádio, considerado um dos maiores símbolos do esporte em Mato Grosso do Sul.

Com a injeção de recursos públicos e privados e o início efetivo das obras, a expectativa das autoridades esportivas é devolver ao Estado uma arena apta a sediar competições estaduais, nacionais e grandes eventos culturais.

Acidentes Aéreos

Nova queda de avião faz MS reviver histórico de acidentes aéreos

Acidente registrado em Campo Grande volta a chamar atenção para casos que marcaram a aviação no Estado, do desastre militar em Ponta Porã aos episódios mais recentes.

04/07/2026 13h58

Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado

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A queda de um avião de pequeno porte na manhã de ontem sexta-feira (3), em Campo Grande, que matou o piloto Henrique Martin de Carvalho e a pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, voltou a chamar a atenção para a segurança da aviação em Mato Grosso do Sul.

O acidente, cujas causas ainda serão apontadas pelas investigações, soma-se a uma série de ocorrências registradas nos últimos anos e reacende o debate sobre os desafios enfrentados pelo setor em um estado onde a aviação desempenha papel fundamental no agronegócio, no transporte executivo e em operações particulares.

Levantamento do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) mostra que, entre 2015 e 2025, Mato Grosso do Sul registrou 230 ocorrências aeronáuticas.

Desse total, foram contabilizados 77 acidentes, 112 incidentes e 41 incidentes graves. Ao longo do período, 17 acidentes foram fatais e provocaram 24 mortes.

Das décadas de 1970 aos anos 2000

O histórico de acidentes aéreos em Mato Grosso do Sul remonta a décadas anteriores. Em setembro de 1974, um avião C-115 Buffalo, da Força Aérea Brasileira (FAB), caiu nas proximidades do Aeroporto de Ponta Porã durante uma tentativa de aproximação em meio a condições meteorológicas adversas.

O acidente, que vitimou uma comitiva militar de alto escalão, é lembrado como um dos mais graves da história da aviação no Estado. Anos depois, em 2000, um bimotor caiu na região do Pantanal e matou seis pessoas.

Em 2007, o desastre com o voo 3054 da TAM, em São Paulo, também teve reflexos em Mato Grosso do Sul ao vitimar o ex-secretário estadual José Américo Flores do Amaral.

Os episódios passaram a integrar uma sequência de acidentes que marcaram a história da aviação e reforçaram a importância das investigações conduzidas pelos órgãos responsáveis para aprimorar a segurança dos voos.

Casos que marcaram a última década

Um dos episódios de maior repercussão ocorreu em maio de 2015, quando o avião que transportava os apresentadores Luciano Huck e Angélica realizou um pouso forçado em uma fazenda no município de Rochedo. A aeronave perdeu potência em um dos motores durante a aproximação para Campo Grande.

Apesar do susto, os nove ocupantes sobreviveram com ferimentos leves. Posteriormente, a investigação concluiu que o acidente foi provocado por uma sequência de falhas mecânicas e operacionais.

Após alguns anos sem grandes tragédias de repercussão nacional, 2025 tornou-se o período mais letal da aviação sul-mato-grossense na última década.

O primeiro acidente fatal ocorreu em março, quando o piloto agrícola Paulo Roberto Crispim morreu após a queda de uma aeronave utilizada em pulverização em Nova Andradina. Meses depois, outro avião caiu em Iguatemi, provocando a morte do piloto agrícola Lucas Gomes Basílio Becker.

Em setembro daquele ano, duas novas tragédias voltaram a mobilizar as autoridades. O médico e pecuarista Ramiro Pereira de Matos morreu após a queda da aeronave que pilotava durante um voo na região norte do Estado.

Poucos dias depois, um avião caiu em uma fazenda na região do Pantanal, em Aquidauana, matando o piloto Marcelo Pereira de Barros, o arquiteto chinês Kongjian Yu e os documentaristas Luiz Fernando Feres da Cunha Ferraz e Rubens Crispim Júnior.

As investigações apontaram que a aeronave tentou realizar um pouso em condições que ainda são analisadas pelos órgãos responsáveis.

Agora, em 2026, a queda da aeronave nas proximidades de Campo Grande volta a ampliar a lista de acidentes de grande repercussão registrados no Estado. Segundo as primeiras informações, o bimotor seguia em direção a Três Lagoas quando caiu pouco depois da decolagem.

As circunstâncias do acidente serão apuradas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável pelas investigações técnicas, e pela Polícia Civil.

Entre as hipóteses iniciais analisadas pelas equipes está a baixa visibilidade causada pela forte neblina registrada nas primeiras horas da manhã.

Os dados do Sipaer mostram que as ocorrências registradas em Mato Grosso do Sul envolvem diferentes fatores contribuintes.

Entre os mais frequentes estão perda de controle em voo, excursão de pista, falhas de motor e operações realizadas em baixa altitude, características comuns principalmente na aviação geral e agrícola.

As investigações conduzidas pelo Cenipa não têm finalidade de atribuir responsabilidade civil ou criminal, mas identificar fatores contribuintes e emitir recomendações capazes de aumentar a segurança das operações aéreas no país.

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