Segunda, 20 de Novembro de 2017

Pesquisa mostra que indústrias produziram 14% a mais no Estado

30 MAR 2010Por 23h:05
Em fevereiro, as indústrias de Mato Grosso do Sul produziram 14% mais do que no mês anterior, conforme pesquisa mensal do Radar Industrial da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), divulgada ontem. O indicador mostra que, em janeiro, a produção industrial apresentava valor de 42 pontos e, em fevereiro, esse índice subiu para 47,8 pontos.

O resultado ainda é abaixo da linha dos 50 pontos − patamar a partir do qual se registram evoluções positivas. Mas, segundo a Fiems, só fato de o indicador ter sido maior que o mesmo índice obtido no mês anterior, já é positivo, pois aponta que a produção industrial está em aceleração no Estado.

Em comparação com o resultado observado para o Brasil, o indicador de Mato Grosso do Sul apresentou evolução superior ao nacional, apresentando incremento de 5,8 pontos em fevereiro contra 1,6 ponto do resultado brasileiro. A pesquisa revela ainda que o estoque efetivo das indústrias do Estado aumentou em 8,5% no mês de fevereiro com relação a janeiro deste ano.

Futuro
O Radar Industrial revela ainda que a expectativa com relação à demanda nos próximos seis meses apresentou crescimento de 6,2% no Estado. Em fevereiro o indicador alcançou a marca de 64,9 pontos contra 61,1 pontos obtidos em janeiro, permanecendo bem acima da linha divisória dos 50 pontos, bem como da média histórica nacional neste período que é de 58,4 pontos.

Já o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que a exemplo dos indicadores da atividade industrial também varia de 0 a 100 pontos, alcançou a marca de 64,1 pontos, ou seja, resultado 9% superior a média histórica nacional para o período que é de 58,8 pontos.

De acordo com avaliação da Fiems, o destaque em Mato Grosso do Sul ficou por conta do aumento da confiança dos empresários industriais no que diz respeito à expectativa em relação à economia do Estado, que avançou de 64,7 para 67,6 pontos em março, isto é, crescimento de 4,5% em relação ao último levantamento. (AM)

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