Política

DILMA

Palocci e Bernardo devem ser próximas nomeações

Palocci e Bernardo devem ser próximas nomeações

FOLHA ONLINE

24/11/2010 - 07h55
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Depois da equipe econômica, Dilma Rousseff vai anunciar os ministros "da casa", aqueles com gabinete no Palácio do Planalto.

Na lista de classificados como certos por assessores da presidente eleita estão o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e Antonio Palocci Filho, coordenador da transição. Eles podem ir ou para Casa Civil ou para a Secretaria-Geral da Presidência.

Dilma quer fazer mudanças nas duas pastas. Enquanto a primeira será desidratada, perdendo funções executivas, a segunda será repaginada, ampliando suas atribuições. A petista já avisou que não quer "superministros" em seu governo.

O Ministério do Planejamento, que será ocupado por Miriam Belchior, será igualmente turbinado. A pasta receberá o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e outras iniciativas governamentais. A mudança é natural, já que Belchior é coordenadora do programa.

A chefia de gabinete de Dilma ficará com Giles Azevedo, seu auxiliar de longa data e coordenador de agenda durante a campanha. É hoje um dos mais próximos integrantes da transição.

O atual ocupante do cargo no governo Lula, Gilberto Carvalho, é outro cotado para assumir uma pasta no Palácio do Planalto.

Seu nome é citado para a Secretaria-Geral da Presidência, mas também entrou nas cotações para a Secretaria de Direitos Humanos.

Outros dois petistas são considerados certos na equipe de Dilma. O deputado José Eduardo Cardozo, um dos coordenadores de sua campanha, deve ser o próximo ministro da Justiça.
O ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) pode ir para a Saúde.

Apesar do carimbo da continuidade, Dilma trabalha para mudar o atual Executivo, ainda que parte dos nomes já sejam conhecidos.

Pedido

Moraes pede manifestação da PGR sobre prisão domiciliar de Bolsonaro

Advogados de Bolsonaro protocolaram na terça-feira, novo requerimento em que pedem a reconsideração da decisão

20/03/2026 23h00

Ministro do STF, Alexandre de Moraes

Ministro do STF, Alexandre de Moraes Divulgação

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que o órgão se manifeste sobre o caso.

Os advogados de Bolsonaro protocolaram na terça-feira, 17, novo requerimento em que pedem a reconsideração da decisão de Moraes que negou a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar.

O pedido foi feito quatro dias após Bolsonaro ser internado em um hospital particular de Brasília para tratar uma pneumonia bacteriana causada por um quadro de broncoaspiração.

Conforme despacho assinado por Moraes nesta sexta-feira, 20, no âmbito da Execução Penal 169, a direção do Núcleo de Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar informou ao STF que o ex-presidente apresentou mal-estar súbito em sua cela na última sexta-feira, 13, e foi transferido para o hospital DF Star após avaliação clínica no local.

Antes de encaminhar o caso à PGR, Moraes determinou, no dia 18, que o hospital apresentasse em 48 horas o prontuário médico, informações atualizadas sobre a internação, exames realizados, medicamentos administrados e condições gerais de saúde do ex-presidente. O relatório foi entregue no dia seguinte.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses, após condenação pela Primeira Turma do STF por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

Ele está detido na unidade conhecida como Papudinha desde janeiro. Em agosto de 2025, Moraes havia concedido prisão domiciliar ao ex-presidente, mas revogou o benefício em novembro, após Bolsonaro violar a tornozeleira eletrônica. Desde então, a defesa apresentou ao menos quatro pedidos para a volta ao regime domiciliar. Todos foram negados, o mais recente por unanimidade da Primeira Turma, em 5 de março.

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Postura

Trump diz que está perto de concluir objetivo dos EUA no Irã e que Ormuz terá que ser policiado

Presidente ainda se comprometeu a proteger, no mais alto nível, os aliados no Oriente Médio

20/03/2026 21h00

Presidente dos EUA, Donald Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump Divulgação

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O presidente americano, Donald Trump, afirmou há pouco que os EUA estão "muito próximos" de atingir seus objetivos enquanto consideram encerrar os esforços militares no Oriente Médio em relação ao Irã, acrescentando que o Estreito de Ormuz terá que ser defendido.

"O Estreito de Ormuz terá que ser guardado e policiado, conforme necessário, por outras nações que o utilizam - os Estados Unidos não! Se solicitado, ajudaremos esses países em seus esforços no Ormuz, mas não deveria ser necessário uma vez que a ameaça do Irã seja erradicada", escreveu Trump na Truth Social.

Segundo o republicano, os EUA estão concluindo seus objetivos, como acabar completamente com a capacidade de mísseis iranianos, destruir a base industrial de defesa do Irã, eliminar a marinha e força aérea do país persa e nunca permitir que o Irã chegue perto de ter capacidade nuclear.

Trump ainda se comprometeu a proteger, no mais alto nível, os aliados no Oriente Médio, incluindo Israel, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait e outros.

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