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Concurso

Órgãos públicos abrem vagas e salário pode chegar a R$ 20 mil

Órgãos públicos abrem vagas e salário pode chegar a R$ 20 mil

G1

14/04/2013 - 08h28
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Pelo menos 12 órgãos abrem inscrições nesta segunda-feira (15) para 539 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 20.824 na Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal.

Os órgãos que abrem inscrições são os seguintes: Companhia Energética de Alagoas, Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope), Prefeitura de Canela (RS), Prefeitura de Chapecó (SC), Prefeitura de Ipeúna (SP), Prefeitura de Jaguariaíva (PR), Prefeitura de Lucas do Rio Verde (MT), Prefeitura de Presidente Kennedy (ES), Prefeitura de Ribeirão Preto (SP), Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro (SP).

Companhia Energética de Alagoas
A Companhia Energética de Alagoas abriu concurso público para 50 vagas para jovem aprendiz. O salário é de R$ 678.

Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope)
A Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope), vinculada à Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco, abriu concurso público para 111 vagas em cargos de nível fundamental, médio/ técnico e superior. Os salários vão de R$ 651 a R$ 3.668,94

Prefeitura de Canela (RS)
A Prefeitura de Canela (RS) abriu concurso público para 10 vagas para guarda municipal. Os candidatos devem ter ensino fundamental completo. O salário é de R$ 1.007,08 para jornada de trabalho será de 40 horas semanais.

Prefeitura de Chapecó (SC)
A Prefeitura de Chapecó (SC) divulgou edital de processo seletivo para 20 vagas para médicos. Os salários variam de R$ 3.953,82 a R$ 7.907,63.

Prefeitura de Ipeúna (SP)
A Prefeitura de Ipeúna (SP) divulgou dois editais de concursos públicos para 20 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 716,60 a R$ 6.197,68.

Prefeitura de Jaguariaíva (PR)
A Prefeitura de Jaguariaíva (PR) abriu concurso público para 11 vagas em cargos de nível fundamental. Os salários vão de R$ 678 a R$ 1.434,23.

Prefeitura de Lucas do Rio Verde (MT)
A Prefeitura de Lucas do Rio Verde (MT) divulgou edital de processo seletivo para 15 vagas em cargos de nível superior. Os salários vão de R$ 1.294 a R$ 9.585

Prefeitura de Presidente Kennedy (ES)
A Prefeitura de Presidente Kennedy (ES) abriu processo seletivo para 93 vagas em cargos de nível médio e superior. Os salários variam de R$ 678 a R$ 9.829.

Prefeitura de Ribeirão Preto (SP)
A Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) abriu concurso público para 50 vagas de guarda civil municipal. O salário é de R$ 1.295,37. São 43 vagas para o sexo masculino e 7 para o sexo feminino.

Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal divulgou edital de processo seletivo para 100 vagas para médicos. Os salários variam de R$ 10.142 a R$ 20.824.
Para participar da seleção, os candidatos devem ter nível superior em medicina. As vagas são para médicos nas especialidades de neonatologia (50) e pediatria (50).

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
A Coordenadoria de Serviços de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou edital de processo seletivo para 44 vagas para enfermeiros e médicos. Os salários é variam de R$ 1.464,83 a R$ 5.162,50.

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro (SP)
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro (SP) abriu concurso público para 15 vagas em cargos de nível fundamental e médio/ técnico. Os salários vão de R$ 904 a R$ 1.407,78.

Dados

Violência sexual atinge 3 em cada 10 meninas em MS

A maior parte dos casos acontece dentro de casa

27/03/2026 14h30

Três a cada dez meninas já sofreram violência sexual em MS

Três a cada dez meninas já sofreram violência sexual em MS Divulgação

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Quase três a cada dez meninas entre 13 e 17 anos já sofreram algum tipo de violência sexual em Mato Grosso do Sul. Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Segundo o levantamento, na maioria dos casos, os agressores fazem parte do convívio da vítima, como familiares, parceiros ou pessoas conhecidas. 

No Estado, 29,3% das meninas entre a faixa etária observada relataram já ter sido tocadas, manipuladas, beijadas ou terem vivido situações de exposição de partes do corpo contra a própria vontade. O percentual é bem maior que o de meninos que passaram pela mesma situação, que foi de 12%. 

Os dados também mostram que a situação é mais comum na rede pública escolar (20,8% dos casos) que na rede privada (17,6%). 

De modo geral, cerca de 20,4% dos escolares sul-mato-grossenses alguma vez já experienciou algum tipo de violência sexual. Em números reais, isso equivale a, aproximadamente, 34.668 dos 169.939 estudantes. Isso coloca o Estado como o 7º maior número entre os estados do Brasil. 

Se comparado com a última pesquisa realizada em 2019, houve um aumento de 5,3% de estudantes que já sofreram assédio sexual. Entre as meninas, a variação foi mais acentuada, de 7,8%. 

Entre as vítimas entrevistadas, 29,5% relataram terem sofrido a agressão por familiares; 22,7% por pessoas conhecidas; 22% apontaram o namorado ou namorada como agressor; 21,7% foram vítimas de desconhecidos; 15,8% apontaram amigo ou amiga; e 6,6% acusaram pai, mãe ou outro responsável. 

Casos de estupro

Entre os escolares, 9,1% dos entrevistados afirmaram ter sido obrigados a ter relação sexual contra a vontade. Entre as meninas, o percentual é mais que o dobro que o entre meninos, sendo de 13% contra 5,5%. 

Em 71,2% dos casos, o aluno tinha 13 anos ou menos quando foi submetido à violência. 

Os familiares continuam sendo os principais autores apontados neste tipo de agressão, correspondendo a 29,2% dos casos, seguido por namorado ou namorada, com 22,2%. 

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em 2024, foram registrados 2.740 casos de estupro em Mato Grosso do Sul. 

Entre os casos, 1.271 vítimas eram crianças e 977 eram adolescentes. Juntos, eles correspondem a 82,04% das denúncias totais no Estado. Além disso, 2.368 vítimas eram mulheres. 

Nacional

Em todo o Brasil, 18,5% dos estudantes entre 13 e 17 anos informaram ter passado por situação de violência social. Entre as vítimas, 26% foram meninas, mais que o dobro registrado entre meninos, 10,9%. 

Esse número mostra um aumento de 3,8% no percentual observado na pesquisa anterior, em 2019, com variação maior observada em meninas (5,9%) da rede pública escolar (4,2%). 


 

em campo grande

Atlas lançado na COP15 mostra rotas migratórias de aves vulneráveis

Ferramenta mapeia rotas de 89 espécies de aves das Américas

27/03/2026 13h30

Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

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Uma ferramenta que mapeia rotas de migração, locais de parada e repouso mais importantes para 89 espécies de aves migratórias das Américas foi lançada, nesta quinta-feira (26), na programação da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), em Campo Grande.

Disponível online, o Atlas de Rotas Migratórias das Américas vai ajudar a identificar locais onde os esforços de governos e cooperação internacional são mais necessários.

“Em termos de políticas públicas, a gente consegue definir, com maior precisão, áreas geográficas que precisam de mais atenção para a conservação, para criação de áreas protegidas, públicas ou privadas”, explica o diretor de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Braulio Dias.

O processo de licenciamento ambiental para empreendimentos como os de geração de energia com linhas de transmissão ou torres eólicas também será beneficiado com as informações disponibilizadas pela ferramenta, afirma Braulio Dias.

“Se a localização dessas linhas de transmissão e das torres eólicas não for muito bem-feita, pode resultar em alta mortalidade de aves e também de morcegos”, reforça.

As áreas de concentração de aves (ACAs) podem ser visualizadas em um mapa interativo que demonstra, por espécie, a trajetória percorrida em cada época do ano. “Também tem o uso para a sociedade em geral. Quem gosta de aves, quer fazer uma atividade de turismo numa região, já pode consultar ali para saber que espécies são mais comuns em um local, onde procurar”, detalha o diretor do MMA.

A base de dados faz uso de milhões de registros gerados por ciência-cidadã na plataforma eBird e deverá ser ampliada, chegando a 622 espécies que percorrem 56 países nas rotas migratórias das Américas, que se estendem do Ártico canadense à Patagônia chilena.

Um exemplo de ave catalogada pelo atlas é o pássaro conhecido como veste-amarela ou pássaro-preto-de-veste-amarela, que em sua jornada passa pelo Sul do Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai. A espécie sofre com declínio acentuado da sua população e, por isso, integra a lista de espécies ameaçadas de extinção da Convenção de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS).

“Este atlas mostra o que é possível quando se reúne milhões de observações de aves, a partir da contribuição de pessoas de toda a América”, ressalta o diretor do Centro de Estudos de Populações de Aves do Laboratório de Ornitologia da Universidade de Cornell, que participou da equipe de desenvolvimento da ferramenta.

O atlas é resultado de uma iniciativa do secretariado da CMS, em parceria com o Laboratório de Ornitologia da Universidade de Cornell, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos (USFWS).

Durante o lançamento, a secretária executiva da CMS, Amy Fraenkel destacou que o atlas reforça o compromisso compartilhado de fortalecer conectividade ecológica além fronteiras em um momento em que as espécies migratórias precisam de ações coordenadas.

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