Cidades

INUSITADO

Operador desenterra tesouro no quintal

Operador desenterra tesouro no quintal

anahi zurutuza

07/10/2010 - 08h30
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Encontrar um tesouro enterrado no fundo do quintal de casa parece algo impossível, mas é o que aconteceu com operador de empilhadeira César Siqueira Assis, 30 anos. Há oito anos, ele deixou o emprego em uma fazenda de Jaraguari e mudou-se para Campo Grande. Com as economias que tinha comprou um terreno no Jardim Colúmbia, região norte da Capital, onde construiu a casa onde, sozinho, mora até hoje.
Foi então, que o inusitado aconteceu. “Quando fui construir a casa precisei comprar cinco caminhões de aterro, só que acabei não usando tudo e parte da terra ficou acumulada no fundo do quintal. No início deste ano, resolvi construir uma edícula nos fundos. Então, eu e meu primo começamos a espalhar a terra”.
César diz ter, nesse dia, encontrado 15 moedas brasileiras datadas de 1700 e 1600, e uma moeda do Japão. Ele conta que achou estranho, mas não se importou muito com aquilo. “Passado uns dias comecei a ficar intrigado com aquilo. Então, eu e meu primo resolvemos cavar o quintal”. O operador de empilhadeira relata que encontrou uma balde de plástico de cerca de 20 litros e que ao puxar o objeto, quilos de moedas começaram a cair.
Ele e o primo, Elizeu Santana, 36 anos, terminaram há poucos dias de contar as moedas, número que passa de 8 mil. Na coleção, a relíquia mais antiga é do Brasil, datada de 1532, e César já conseguiu identificar moedas de 15 diferentes países.
No balde havia ainda um envelope de plástico contendo algumas cédulas do “dinheiro” de diversos países. “Já procurei a Caixa Econômica Federal e dois museus de Campo Grande, todos dizem que eu tenho que fazer uma doação. Mas, eu queria mesmo é saber qual o valor disso tudo”.

Contrata+Brasil

Órgãos públicos de MS contrataram R$ 1,4 milhão em serviços prestados por MEIs

241 contratos foram firmados no Estado por meio de plataforma criada pelo Governo Federal

30/08/2026 18h00

Parque dos Poderes, onde há vários órgãos públicos de MS

Parque dos Poderes, onde há vários órgãos públicos de MS GERSON OLIVEIRA/Arquivo

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Órgãos públicos de Mato Grosso do Sul firmaram R$ 1,4 milhão em contratos com microempreendedores individuais (MEIs), por meio do Contrata+Brasil.

Ao todo, 241 contratos foram firmados no Estado, sendo 240 de serviços de pequenos reparos e um de ação institucional.

No Estado, estão cadastrados na plataforma 55 órgãos públicos, 379 microempreendedores e 224 agricultores familiares.

No Brasil, são 2,1 mil órgãos, 16 mil MEIs e 10 mil produtores da agricultura familiar. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 51,6% dos MEIs têm interesse em fazer parceria com o governo, mas apenas 13,6% já realizaram transações com a gestão pública.

Contrata+Brasil

O Contrata+Brasil é uma plataforma do Governo Federal que faz uma ponte entre órgãos públicos e fornecedores. A plataforma foi lançada em 2025, há um ano e meio.

Os fornecedores podem ser MEIs, agricultores familiares e cooperativas. Dessa forma, a ferramenta facilita o acesso de MEIs às compras públicas.

Os ministérios da Defesa, Saúde, Educação e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) já realizam contratações pela plataforma.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Correios, Petrobras e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já aderem a plataforma.

O objetivo é simplificar e desburocratizar contratações, além de dar oportunidade aos pequenos negócios. A plataforma é gratuita, sem cobrança de taxas ou comissões.

Ao todo, 272 serviços estão disponíveis para contratação. As atividades que podem ser prestadas ao governo são:

  • serviços de azulejista
  • artesão em gesso e em mármore
  • calheiro
  • marceneiro
  • serralheiro
  • alfaiate
  • barbeiro independente
  • bombeiro hidráulico
  • fotógrafo
  • guia de turismo
  • cabeleireiro
  • cuidador de idosos
  • digitador
  • instrutor de idiomas
  • instrutor de música

O valor máximo de cada contratação de serviços pela plataforma é de R$ 13.098,41.

Crime

Homem é condenado a mais de 4 anos por matar cinco filhotes em Campo Grande

Animais foram jogados em uma fossa no Aero Rancho após desentendimento familiar

30/08/2026 17h30

REPRODUÇÃO/TJMS

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Um homem foi condenado a 4 anos, 3 meses e 10 dias de prisão pela morte de cinco filhotes de cachorro em Campo Grande. Os animais foram jogados em uma fossa no fundo de uma residência no bairro Aero Rancho, em fevereiro de 2024, e não puderam ser resgatados.

A sentença foi proferida pela 8ª Vara Criminal de Campo Grande após denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). Além da pena de prisão, o réu deverá pagar 150 dias-multa e ficará proibido de manter a guarda de animais domésticos pelo mesmo período da pena.

Conforme a denúncia, o caso aconteceu depois de um desentendimento familiar. O homem teria lançado os cinco filhotes na fossa localizada nos fundos da casa da própria mãe.

Os animais ficaram presos no local e morreram sem possibilidade de receber socorro. Durante o processo, foram apresentados depoimentos de testemunhas, laudo pericial e outros elementos reunidos durante a investigação.

Na sentença, o juiz considerou comprovadas a autoria e a materialidade do crime e rejeitou os argumentos apresentados pela defesa. A decisão também reconheceu o agravamento da pena previsto na legislação ambiental quando os maus-tratos resultam na morte dos animais.

O magistrado destacou a crueldade da conduta, considerando que, depois de serem colocados na fossa, os filhotes ficaram impossibilitados de receber qualquer tipo de atendimento.

 

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