Cidades

São Paulo

Ônibus de sacoleiros é roubado em SP; ladrões levam R$ 39 mil

Ônibus de sacoleiros é roubado em SP; ladrões levam R$ 39 mil

Folha

15/03/2011 - 11h29
Continue lendo...

Um ônibus de sacoleiros foi assaltado na madrugada de segunda-feira (14) na rodovia Washington Luís, em Araraquara (273 km de São Paulo). Os ladrões roubaram cerca de R$ 39 mil, além de US$ 1.500.

De acordo com a Polícia Rodoviária, um veículo Honda Civic escuro parou o ônibus na altura do km 257 da rodovia. Três homens, um deles com uma arma de cano longo, renderam os 56 passageiros.

Foram levados 19 telefones celulares, um computador portátil, duas câmeras digitais e um iPhone, além do dinheiro.

Os assaltantes usaram ainda um segundo veículo, não identificado. Até o momento, ninguém foi preso.

Ao menos seis roubos foram feitos na região de Ribeirão Preto (313 km de SP) nos últimos dois anos, com um veículo do mesmo modelo. Os alvos também eram ônibus de sacoleiros.
 

saúde

Dra. Mariana Vilela alerta: o que você realmente injeta ao usar 'canetas emagrecedoras' ilegais?

A especialista enfatiza que, além dos riscos imediatos de contaminação e reação adversa, o uso desacompanhado desses produtos frequentemente resulta em perda de peso à custa de massa muscular

29/01/2026 15h05

Divulgação / Governo de MS

Continue Lendo...

A busca por um emagrecimento rápido e a preços acessíveis tem levado milhares de brasileiros a ignorar um risco fatal: o uso de "canetas emagrecedoras" (como a Tirzepatida ) adquiridas ilegalmente no Paraguai.

Mas, afinal, o que está realmente sendo injetado no corpo? A Dra. Mariana Vilela, especialista em emagrecimento e saúde metabólica, lança um alerta veemente e revela a verdade por trás do mercado ilegal, que tem sobrecarregado UPAs e causado óbitos no Brasil.

O que você está prestes a ler pode mudar sua decisão antes de buscar um atalho para a perda de peso.

A Crise humanizada: de Luana a Kellen, o preço da ilegalidade

A busca por soluções rápidas para o emagrecimento tem levado milhares de brasileiros a ignorar os riscos, com consequências trágicas. A Dra. Mariana Vilela cita casos notórios que expõem a gravidade da situação, humanizando o alerta:

"Estamos vendo uma crise de saúde pública. Postos de saúde e UPAs estão sobrecarregados com pacientes que apresentam complicações graves. Casos como o óbito de Luana, no Guarujá, e a internação em UTI de Kellen, em Belo Horizonte, com problemas neurológicos, são evidências claras de que estamos lidando com algo muito perigoso."

A especialista enfatiza que, além dos riscos imediatos de contaminação e reação adversa, o uso desacompanhado desses produtos frequentemente resulta em perda de peso à custa de massa muscular (sarcopenia), comprometendo a saúde geral e a longevidade do paciente, em vez de promovê-las.

O Elo fraco da regulação: por que o paraguai se tornou o risco

A raiz do problema reside na disparidade regulatória entre Brasil e Paraguai. Enquanto a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mantém um controle rigoroso, exigindo receita médica para medicamentos de alto risco, o cenário no país vizinho é drasticamente diferente.

A DINAVISA, o equivalente paraguaio da ANVISA, possui um controle notoriamente frouxo. A Dra. Mariana Vilela revela que essa flexibilidade permite a venda livre de substâncias perigosas, como hormônios de cavalo (Trembolona), para qualquer pessoa, inclusive crianças, sem qualquer prescrição ou acompanhamento médico.

Feito por Denis Felipe com IA

Contaminação e falsificação: os riscos ccultos da cadeia ilegal

A Dra. Mariana Vilela levanta sérias dúvidas sobre a integridade dos medicamentos que chegam ao Brasil por vias ilegais.

  1. Produção Desregulada: Embora a lei de patentes permita a fabricação local de genéricos, a especialista questiona as condições de higiene e controle de qualidade nas fábricas paraguaias, levantando o risco de contaminação.
  2. Transporte Comprometido: O transporte desses produtos para o Brasil é clandestino e proibido, sendo realizado em condições inadequadas (como pneus de caminhão ou motores). A exposição a temperaturas extremas e a falta de armazenamento ideal alteram a eficácia e a segurança do medicamento, transformando-o em um risco desconhecido.
  3. Mercado de R$ 600 Milhões: O mercado ilegal é vasto e lucrativo. Estima-se que apenas cerca de 5% dos medicamentos falsificados que entram no Brasil são apreendidos, alimentando um comércio que movimenta mais de R$ 600 milhões. O consumidor final não tem como verificar a procedência ou a composição real do que está injetando em seu corpo.

A recomendação inegociável da especialista

Diante do cenário de risco iminente, a Dra. Mariana Vilela é categórica: a única forma segura e eficaz de buscar o emagrecimento é através do acompanhamento médico sério e regulamentado.

"A clínica médica não pode vender medicamentos. Isso é crime pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). O medicamento deve ser parte de um tratamento médico acompanhado por um profissional, com receita e adquirido em farmácias regulamentadas. Não existe atalho seguro quando o assunto é a sua vida."

A mensagem final da Dra. Mariana Vilela é um apelo à cautela e à responsabilidade: a saúde e a longevidade não podem ser negociadas por um preço mais baixo ou uma solução mais rápida. O emagrecimento deve ser um processo que promove a saúde, e não que a coloca em risco.

Dra. Mariana Por-Deus Vilela, CRM 12830 - MS é a médica responsável pela sua mudança de vida. Já ajudou vários paciente no auxílio em emagracimento saudável e perfomance, coleciona cursos e intermináveis horas de aprendizado para poder trazer o que há de melhor para Campo Grande. Seu profundo conhecimento em implantes de reposição hormonal e terapias com injetáveis, torna a Dra. Mariana uma referência em emagrecimento saudável em Campo Grande. Agenda agora mesmo uma consulta.

Plano estadual

Estado aposta em emprego formal e renda para combater trabalho escravo em MS

Iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas

29/01/2026 14h45

Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Com foco na ampliação do trabalho formal e na redução da extrema pobreza, o Governo de Mato Grosso do Sul lançou nesta quarta-feira (28) o Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo. A iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas, organizadas nos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção social, ação que tem vigência prevista de dez anos e será revista ao fim da prmeira metade. 

O Plano foi apresentado em evento no Bioparque Pantanal, na Capital, e é resultado de um processo iniciado em maio de 2025, conduzido pela Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS), com orientação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e participação de instituições públicas e da sociedade civil.

Entre as diretrizes centrais estão políticas voltadas à geração de emprego e renda, ao desenvolvimento regional e à qualificação profissional, consideradas estratégicas para reduzir a exposição de trabalhadores a formas precárias de inserção laboral e à migração forçada por falta de alternativas locais.

No campo da qualificação, o Estado estruturou instrumentos para ampliar o acesso da população à formação profissional, como a plataforma MS Qualifica Digital, que reúne informações sobre cursos gratuitos, presenciais e a distância ofertados por instituições públicas e parceiras. A proposta é facilitar o acesso à informação e ampliar as oportunidades de inserção produtiva, especialmente entre trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

Em todo o país,  2.004 trabalhadores de condições análogas às de escravo foram resgatados em 2024, segundo dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número foi de 3,2 mil trabalhadores em 2023 e os 2,5 mil de 2022. Ao longo do último ano, 92 pessoas foram resgatadas em situações de trabalho escravo em MS. 

O Plano também prevê ações específicas voltadas a públicos mais expostos ao risco de exploração, como povos indígenas, por meio de iniciativas de qualificação adequadas às realidades territoriais e do monitoramento de fluxos de migração laboral sazonal, especialmente em atividades agrícolas em outras regiões do país.

Durante o lançamento, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, afirmou que o Plano consolida uma política pública de longo prazo voltada ao desenvolvimento com justiça social.

“Não existe desenvolvimento econômico sem respeito aos direitos humanos. O plano consolida uma atuação integrada do Estado para prevenir, combater e erradicar o trabalho escravo, garantindo dignidade, proteção social e oportunidades aos trabalhadores”, disse.

Além das ações preventivas, o documento prevê o fortalecimento da fiscalização, a criação de um fundo estadual específico, medidas de acolhimento pós-resgate e estratégias de reintegração socioeconômica das vítimas.

A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS), Cândice Arosio, destacou que o lançamento ocorre no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e reforça a atuação articulada entre as instituições envolvidas.

“O plano estabelece responsabilidades claras entre os parceiros e trata o tema de forma mais efetiva, a partir dos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção às vítimas”, afirmou.

A coordenadora da Coetrae-MS, Janaína Carlin, explicou que o Plano também institui um Fluxo Estadual de Atendimento às Vítimas, com procedimentos padronizados que abrangem desde a denúncia e o resgate até o acompanhamento pós-resgate.

“O fluxo garante atendimento integrado às vítimas, assegurando acesso a direitos, proteção social, saúde, qualificação profissional e oportunidades de reinserção produtiva”, ressaltou.

De acordo com a coordenação, o Plano busca alinhar o crescimento econômico do Estado à proteção dos trabalhadores, em um cenário de expansão das atividades produtivas e avanço tecnológico nos setores agropecuário e industrial.

O evento de lançamento reuniu representantes da Semadesc, do Ministério Público do Trabalho, da Coetrae-MS, além de instituições parceiras e entidades da sociedade civil.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).