Terça, 21 de Novembro de 2017

Obama reafirma desejo de aproximar-se de muçulmanos

31 MAI 2009Por 10h:16

        Da redação

         

O presidente norte-americano Barack Obama reafirmou hoje que a Casa Branca irá reforçar o compromisso de estreitar os laços com os países muçulmanos, "com base nos interesses e respeito mútuos", antecipando o tom de seu discurso durante viagem ao Egito na próxima semana.

A viagem de Obama começa na próxima quarta-feira, com sua chegada a Riad, capital da Arábia Saudita. Ele terá encontro com rei Abdullah para discutir inúmeros pontos, incluindo energia, paz no Oriente Médio e terrorismo.

 

Na sequência, ele parte para a Alemanha para encontrar a chanceler Angela Merkel, além de visitar o hospital militar de Landstuhl, onde se encontrará com soldados de tropas norte-americanas. Ele também conhecerá um antigo campo de concentração nazista, em Buchenwald. Obama passará pela França para reunir-se com o presidente Nicolas Sarkozy. No país, ele deve participar das atividades em comemoração ao 65º aniversário da invasão dos Aliados à Normandia, o chamado Dia D.

 

O centro das atenções na jornada de Obama será a visita à Universidade do Cairo, no Egito. Na ocasião ele fará o esperado discurso sobre as relações norte-americanas com o mundo muçulmano. Ele também terá reunião com o presidente Hosni Mubarak, além de visitar uma mesquita na cidade.

 

Este é mais um passo na tentativa de Obama de reparar as frágeis relações com os muçulmanos. "É preciso uma melhora substancial", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. Em seu discurso, Obama irá falar como os Estados Unidos e os países muçulmanos podem limitar suas diferenças. Ele deve falar sobre temas específicos, como a violência dos extremistas e o conflito entre israelenses e palestinos, assim como oportunidades de parcerias que poderá trazer benefícios tanto para americanos como muçulmanos. Em conferência por telefone, os conselheiros lembraram do histórico de alianças estratégicas entre o governo egípcio e os Estados Unidos. 

 

Com informações do Estadão

        

         

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