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NX Zero lança sétimo álbum e celebra nova fase

NX Zero lança sétimo álbum e celebra nova fase

diario do grande ABC

27/09/2012 - 11h30
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Com uma carreira consolidada no cenário musical brasileiro, a banda NX Zero, formada por Di Ferrero (vocal), Gee Rocha (guitarra), Daniel Weksler (bateria), Caco Grandino (baixo) e Fi Duarte (guitarra), lança seu sétimo álbum, "Em Comum". Com uma sonoridade diferente, mas sem perder as raízes do rock, pop rock, punk e hardcore, a banda mostra amadurecimento, fruto de 10 anos de carreira, comemorados com o "Multishow Ao Vivo - NX Zero 10 anos", indicado a Melhor Álbum de Rock Brasileiro no Grammy Latino.

As influências da música brasileira aparecem com mais força em "Em Comum", que reúne 12 faixas inéditas. E o grupo, mesmo mantendo o estilo pop rock, vive uma fase mais tranquila e solta. "Foi um processo bem natural, porque esse disco representa o que a gente está vivendo. Depois de 10 anos, resolvemos fazer algo novo e o álbum saiu mais leve", conta Di Ferrero. "Nós experimentamos mais, outros temas, outro jeito de gravar. E esse era o momento de fazer isso, porque as coisas mudaram para nós, cada um tem a própria vida, mas ainda seguimos fazendo som juntos."

Canções como "Sem Hora para Voltar" e "Hoje o Céu Abriu" comprovam esse novo som mais descontraído do quinteto, enquanto "Guerra por Paz" passa uma mensagem mais forte. A inovação das faixas veio em decisão comum dos integrantes da banda, que quiseram mostrar uma mistura de estios em letras poderosas.

"Estilos que parecem não ter nada a ver combinam, têm tudo a ver. Essa 'mistureba' é que é legal. O rock continua sendo a nossa essência, mas ouvimos coisas além disso. Esse é o começo de uma coisa nova", continua Di. "Em 10 anos, depois de ver tanta gente, trocar ideia, dá pra colocar uma coisa pra fora com maturidade."

Rodando o Brasil com a turnê de "Em Comum", o NX Zero se orgulha em conseguir preservar a popularidade, manter-se fiel ao estilo que é característico. Hoje, eles lidam melhor com críticas. "O tempo foi muito bom para isso. Antes, quando falavam que nossa música era emo, a gente ficava chateado. Deixavam de ouvir por um rótulo", diz Di. "Já mudamos a visão de muita gente. Como qualquer banda nova que passa por isso, quem é forte é quem consegue ficar." As informações são do Jornal da Tarde.

Turismo Correio B+

Especialista dá dicas de como planejar viagens a partir de grandes eventos

Festivais, torneios esportivos e eventos culturais passam a orientar o roteiro de viajantes e influenciam o turismo global

25/04/2026 16h30

Especialista dá dicas de como planejar viagens a partir de grandes eventos

Especialista dá dicas de como planejar viagens a partir de grandes eventos Foto: Reprodução/Coachella 2025

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Planejar uma viagem apenas com base no destino já não é mais a principal motivação para muitos viajantes. Cada vez mais, o calendário global de grandes eventos culturais, esportivos e musicais tem influenciado diretamente a decisão de quando e para onde viajar.

Festivais como o Coachella, realizado na Califórnia, e o Burning Man, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, atraem milhares de visitantes de diferentes países todos os anos. O mesmo acontece com eventos tradicionais como o Glastonbury, no Reino Unido, e o Tomorrowland, na Bélgica, que transformam cidades e regiões inteiras em polos de turismo durante suas edições.

O fenômeno também se estende ao universo esportivo. Torneios de tênis como, Wimbledon, em Londres, Roland Garros, em Paris, e o US Open, em Nova York, além de competições internacionais de grande porte, atraem viajantes interessados em acompanhar as disputas de perto e aproveitar a experiência cultural dos destinos.

Para a jornalista e especialista em marketing para turismo de luxo, Ana Paula Pappa, esse comportamento reflete uma característica importante na forma como as pessoas planejam suas viagens.

“Hoje muitos viajantes organizam suas férias em torno de experiências culturais, esportivas ou musicais que desejam viver. Esses eventos se tornam o ponto de partida da viagem. A partir deles, o consultor de viagem constrói todo o roteiro, incluindo hospedagem, gastronomia e outras experiências no destino”, explica.

Um grande fenômeno também acontece com artistas renomados como Andrea Bocelli, que realiza um show anual que já está em sua 21ª edição no Teatro del Silenzio, em Lajatico, sua cidade natal na Toscana.

Além dos festivais de música e eventos esportivos, encontros internacionais de arte e cultura, como a Bienal de Veneza, na Itália, e feiras de arte como a Art Basel, também impulsionam o turismo global e atraem viajantes interessados em experiências culturais, ainda mais em um momento de expansão no qual a feira chega em Hong Kong e Qatar, ampliando horizontes e os conceitos de arte.

Segundo Ana Paula Pappa, acompanhar o calendário desses eventos se tornou uma estratégia importante tanto para viajantes quanto para empresas do segmento.

“Entender quando esses eventos acontecem e como eles movimentam determinados destinos ajuda não apenas o viajante a planejar melhor sua viagem, mas também hotéis, destinos e agências a se posicionarem de forma estratégica em seus canais de comunicação com intuito de gerar desejo de maneira antecipada”, afirma.

O movimento revela uma tendência no comportamento do viajante contemporâneo, mostrando que, cada vez mais, as pessoas buscam participar de experiências únicas, capazes de transformar uma viagem em uma memória marcante.

Beleza Correio B+

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar

Especialista explica como identificar o fototipo, escolher a tecnologia adequada e adotar cuidados

25/04/2026 15h30

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar

Depilação a laser em pele negra: o que você precisa saber antes de começar Foto: Divulgação

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Hoje o laser é cada vez mais procurado para diferentes regiões do corpo, impulsionado pela otimização do tempo na rotina e por deixar para trás o uso de lâminas e ceras, métodos que costumam causar desconforto, irritação e sensibilidade na pele.

Esse movimento reflete a busca por soluções mais práticas e duradouras e ajuda a explicar o crescimento do setor: de acordo com a Global Market Insights, em relatório divulgado em 2024, o mercado de depilação a laser deve crescer a uma taxa anual de 18,4% até 2032. Apesar da popularização do procedimento, ainda circulam nas redes sociais mitos de que o tratamento “sempre dói” ou “sempre queima” em pele negra, o que gera receio e desinformação.

Segundo a coordenadora responsável técnica Tálona Nayla de Marco, da LypeDepyl, rede referência em depilação a laser e pioneira na despigmentação de tatuagens e sobrancelhas, o primeiro passo para garantir um tratamento seguro é a avaliação individual. “Antes de qualquer sessão, é fundamental identificar o fototipo de pele, uma classificação que considera o tom da pele e a forma como ela reage ao sol”, explica.

De forma simples, os fototipos variam do I (mais claras) ao VI (mais escuras). As peles negras costumam se enquadrar entre os fototipos IV, V e VI, que apresentam maior concentração de melanina. “Isso não impede o uso do laser, mas exige ajustes específicos no tipo de equipamento, na intensidade e nos intervalos das sessões para reduzir o risco de escurecimentos e sensibilizações”, orienta a especialista.

Por que o fototipo influencia no resultado?

A melanina, pigmento responsável pela coloração da pele, também absorve parte da energia emitida pelo laser. Na prática, parâmetros inadequados podem estimular a pele em excesso, aumentando o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

“Quando o fototipo é respeitado, o laser atua com mais precisão no pelo, preservando a pele ao redor”, explica Tálona. Para quem passa pelo tratamento, isso se traduz em mais segurança e melhores resultados ao longo do processo.

Nem todo equipamento é indicado para todos os tons de pele. Em peles negras, tecnologias que concentram a ação no folículo piloso e apresentam menor dispersão de calor na superfície cutânea oferecem mais segurança.

“O objetivo é tratar o pelo sem estimular excessivamente a melanina, diminuindo o risco de queimaduras ou alterações no tom”, pontua a profissional. Para o paciente, isso representa mais conforto e menor chance de efeitos indesejados.

Atenções antes e depois

Algumas medidas simples impactam diretamente o resultado final. Antes das aplicações, é recomendado evitar exposição solar, suspender o uso de produtos irritantes e manter a área tratada saudável. Após o procedimento, manter a região bem hidratada é importante, já que a hidratação fortalece a barreira cutânea, reduz a sensibilidade e favorece uma recuperação mais rápida. O uso de produtos calmantes também ajuda a prevenir escurecimentos. “Essas orientações reduzem o risco de desconfortos após o tratamento”, conclui.

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