Domingo, 19 de Novembro de 2017

Número de mortes diminui 36% na Capital

12 FEV 2010Por 08h:29
matou menos em 2009 em relação aos três anos anteriores, conforme estatística do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), feita com base em informações colhidas nos locais de acidentes, divulgada ontem. De 2008 para 2009, a redução de óbitos foi de 36%. No entanto, houve aumento nas colisões no comparativo destes dois anos: em 2008 foram 7 mil, e em 2009, 7654. A maioria dos acidentes ano passado deixou feridos: 5.290. Só com danos materiais foram 2.306, e com mortes, 58. Fatais Em 2006, 73 pessoas morreram no trânsito de Campo Grande. No ano seguinte, 80. Já em 2008, foram registradas 91 mortes, contra 58 ano passado. Os meses de agosto e setembro do ano passado foram os mais violentos: sete mortes em cada. Novembro e dezembro registraram três, sendo que, neste último, 679 pessoas ficaram feridas. Em dezembro de 2008, os acidentes resultaram em 11 mortes e 536 feridos. Conforme os dados do Detran, todos os óbitos em dezembro do ano passado foram de homens, sendo um de passageiro de veículo, um de ciclista e um motociclista. Idade Segundo a estatística, dos 712 acidentes registrados no último mês de 2009, na Capital, em 405 os envolvidos tinham entre 18 e 29 anos, sendo 45% do total. A maioria é homem, 77%. As mulheres representam 18% e o restante consta como não informado. Dos acidentes com vítimas (mortos ou feridos), em dezembro, 416 envolvidos são habilitados há pelo menos cinco anos e 71 têm entre três e quatro anos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Veículos e vias De acordo com o Detran, a maioria dos acidentes em dezembro foi com motocicletas – 48%. O menor índice é com ônibus – 8%. Conforme a estatística, as vias mais perigosas do mesmo mês foram: Afonso Pena, Ceará, Duque de Caxias e Eduardo Elias Zahran. Ações Para o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) Rudel Espíndola Trindade Júnior, a diminuição nos óbitos se deve à integração dos órgãos e ao investimento em sinalização. “Operações conju ntas, ações educativas, entre Detran, Companhia Independente de Policiamento de Trânsito e Agetran, atinge o maior número de pessoas. Quanto aos investimentos, só na instalação de 28 semáforos foram R$ 2,5 milhões. Procuramos também atacar com sinalização os pontos mais críticos”, explicou.

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